ECONOMIA

Haddad discute com Mendonça suspensão de vitória do governo no ICMS

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Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniu com André Mendonça
Oédson Alves/Agência Brasil – 05/04/2023

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniu com André Mendonça

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniu nesta terça-feira (2) com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça para discutir a suspensão do magistrado sobre os efeitos do julgamento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre os benefícios fiscais do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Também participaram da reunião a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, e o Advogado-Geral da União, Jorge Messias. A decisão do STJ, favorável ao governo, foi suspensa por Mendonça na última semana, sob a justificativa de que o STF também vai julgar um processo relacionado ao mesmo tema.

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“Eu fui explicar com muito respeito ao ministro André Mendonça a diferença entre a decisão tomada sobre o PIS e Cofins e a decisão sobre Imposto de Renda e contribuição social”, afirmou Haddad, em entrevista a jornalistas.

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“Eu creio que nós fomos felizes na explicação e obviamente que isso deve ter um desfecho, imagino que rápido, no STF”, afirmou Haddad.


Correção do FGTS

Nesta terça, Haddad também afirmou que agradeceu ao ministro do STF Kassio Nunes Marques por ter pedido vista da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) sobre a correção do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que fez com que o julgamento da matéria fosse adiado na última semana.

Segundo Haddad, o adiamento do julgamento no STF dá mais tempo para o governo “fazer as contas sobre o impacto” de uma possível aprovação da modificação na forma de corrigir o dinheiro do FGTS.

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“Liguei para o ministro Kassio agradecendo a oportunidade que o pedido de vistas oferce para que a Fazenda, o Banco Central a e Advocacia-Geral da União possam ter mais tempo para entregar os calculos de impacto”, afirmou.

Fonte: Economia

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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