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Governo autoriza concursos com 600 vagas na Funai e em ministério

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Ministério do Meio Ambiente terá 98 vagas abertas
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 10/04/2023

Ministério do Meio Ambiente terá 98 vagas abertas

O governo federal autorizou nesta terça-feira (2) a abertura de dois concursos públicos para preencher 600 vagas no Ministério do Meio Ambiente e na Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). A autorização foi dada pela ministra de Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck.

Uma das portarias publicadas nesta terça-feira prevê a seleção de 98 profissionais para atuar no Ministério do Meio Ambiente. O cargo é de analista ambiental, com requisito de formação de nível superior, e o edital do concurso deve ser publicado em no máximo seis meses.

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Já a outra portaria prevê a abertura de concurso, também no prazo de seis meses, para contratar 502 funcionários para a Funai. São 152 vagas para agentes em indigenismo com nível intermediário e outras 350 vagas para candidatos de nível superior.

Dentre as 350 vagas, 153 são para indigenistas especialistas, mas também está prevista a contratação de profissionais de áreas como administração, arquitetura, antropologia, arquivologia, assistência social, biblioteconomia, contabilidade, economia, engenharia, estatística, geografia, psicologia, sociologia, educação e comunicação.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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