ECONOMIA

Arcabouço fiscal: relator inicia negociações do texto nesta terça

Publicado em

Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA), relator do arcabouço fiscal
Agência Câmara

Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA), relator do arcabouço fiscal

O relator do arcabouço fiscal, deputado Cláudio Cajado (PP-BA), inicia nesta terça-feira (25) as negociações sobre o texto do arcabouço fiscal . De acordo com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), a proposta deve ser votada até o dia 10 de maio .

Nesta terça-feira, Cajado se reúne com deputados das duas maiores bancadas na Câmara: o seu partido, o PP, e o União Brasil. Juntas, as legendas somam 108 deputados – para aprovar o texto, é necessária a aprovação da maioria dos parlamentares, ou seja, 257 votos favoráveis.

Entre no canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o perfil geral do Portal iG

Embora o União Brasil tenha ministérios no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ambos os partidos se consideram independentes. Além das legendas, Cajado deve iniciar também conversas com agentes do mercado financeiro.

Leia Também:  Corte do Bolsa Família segue até dezembro, diz ministro

O objetivo do relator é conversar com diversos parlamentares a fim de chegar a uma proposta de texto do arcabouço fiscal que esteja perto de um consenso. Uma das grandes queixas dos parlamentares é o fato do texto proposto pelo governo não trazer uma punição para o caso de descumprimento das metas de resultado nas contas públicas por parte do presidente da República.

O texto original do arcabouço fiscal prevê apenas que, em caso de descumprimento, o presidente deve se justificar formalmente com o Congresso Nacional. Nesta segunda-feira (24), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu a ausência de punição na nova regra fiscal.

“Tenho ouvido esse tipo de comentário, mas ninguém pune o Banco Central por não cumprir meta de inflação. O que eu acredito é você ter regras que tornem a gestão mais rígida. Isso eu acredito. Vai tornando mais rígida a meta. Mas o resultado fiscal depende do Congresso, depende do Supremo, não depende só do Executivo”, declarou Haddad.

Leia Também:  Reforma tributária: governadores apontam consenso em defesa do texto

Fonte: Economia

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

Published

on

O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

Leia Também:  First Citizens diz que irá comprar o SVB por US$ 110 bi

Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA