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Brasil não tem preferência em negociar com China ou EUA, diz Haddad

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Haddad comentou sobre relações entre países
Reprodução/Diogo Zacarias – 30/03/2023

Haddad comentou sobre relações entre países

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (14) que o Brasil não tem preferência entre negociar com a China ou com os Estados Unidos. A fala veio após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmar que ninguém será capaz de impedir que o país negocie com a China .

Questionado sobre a possibilidade dos acordos entre Brasil e China causarem desconforto com os Estados Unidos, Haddad disse que o Brasil é grande demais para escolher entre parcerias comerciais.

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“Não há nenhuma preferência do Brasil. Pelo contrário, nós queremos ampliar ao máximo as parceiras do Brasil, como o presidente Lula fez durante seus dois [primeiros] mandatos”, disse o ministro, em coletiva de imprensa em Pequim, na China.

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“A reação que a gente espera é de mais parcerias com os Estados Unidos. Nós temos que vencer a etapa anterior do país. O país não pode ficar isolado de ninguém, somos grandes demais para ficar escolhendo parceiros”, completou Haddad.

O ministro ainda disse que “tudo o que a área econômica quer é voltar à mesa” de negociações com diversos países e blocos. “Não faz nenhum sentido você fazer opção em se aproximar de um, para se afastar com outro”, pontuou.

Menos dependência do dólar

Depois de Lula pedir que os países dos Brics negociem nas moedas dos países integrantes do bloco para diminuir a dependência do dólar, Haddad afirmou que a proposta está em negociação há bastante tempo tanto nos Brics quanto no Mercosul.

“O presidente Lula restabeleceu essa agenda, pedindo pra Fazenda, pra área econômica dos dois países se debruçarem sobre esse tema e aprofundarem as possibilidades de intercâmbio em moeda local. Ou seja, poder usar o real, poder usar o yuan, poder usar as moedas dos países em desenvolvimento como unidade de conta para trocas internacionais”, disse Haddad.

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Fonte: Economia

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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