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Lira diz que Câmara quer aprovar arcabouço em abril: ‘Bom começo’

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Lira comentou sobre arcabouço fiscal
Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Lira comentou sobre arcabouço fiscal

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) afirmou nesta quinta-feira (30) que a apresentação do arcabouço fiscal feita pela equipe econômica mais cedo é “um bom começo”, e que a Casa vai trabalhar para aprovar o texto ainda em abril.

“Vamos trabalhar [para aprovar em abril]. [O relator] vai ser do PP, mas não foi definido o nome ainda”, disse Lira a jornalistas.

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“É um bom começo”, disse ele. “Faz parte daquilo que já estávamos tratando. Tivemos alguns detalhes, do que se pretende fazer, as metas, os efeitos. Lógico que o arcabouço vai ser uma diretriz mais flexível do que é o teto hoje”, completou.

Durante a apresentação da nova regra fiscal, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o Congresso está “realisticamente otimista” com o arcabouço. “Por que eu digo que é realista esse otimismo? Porque com quem você conversa, da oposição ou da situação, todo mundo fala: ‘Nós precisamos aprovar a nova regra fiscal e a reforma tributária’. Eu ouço de muitos parlamentares da oposição que isso não é governo, isso é o Estado brasileiro que está em jogo”, declarou Haddad.

O texto do projeto de lei complementar referente ao arcabouço fiscal está sendo redigido pela equipe econômica do governo e deve ser enviado ao Congresso antes do dia 15 de abril. Veja aqui o processo de tramitação.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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