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Consignado pode ter comprometimento de renda reduzido, diz Haddad

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Haddad diz que tema será estudado
Antonio Cruz/Agência Barsil

Haddad diz que tema será estudado

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (28) que o governo vai discutir uma possível redução da margem de comprometimento de renda mensal em empréstimos consignados, hoje em 45%.

De acordo com Haddad, o tema é preocupação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O crédito consignado é aquele que desconta as parcelas diretamente da folha de pagamento.

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“Vai ser rediscutido o comprometimento da renda com o consignado. Que foi elevado de 30% para 45%, e o presidente pediu um estudo para saber se esse patamar é adequado ou se esse comprometimento está excessivo à luz da situação das famílias hoje”, disse Haddad.

O teto da taxa de comprometimento subiu para 45% no ano passado, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PT). Em agosto, o aumento veio para o consignado a beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e, em novembro, para o empréstimo a servidores públicos.

Haddad afirmou que o tema será estudado em abril, junto com um pacote de medidas que serão enviadas ao Congresso Nacional para melhorar o crédito.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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