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TJMT promove integração entre departamentos com início da segunda turma do Projeto Integra

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A segunda turma do Projeto Integra foi recebida na manhã desta segunda-feira (28 de julho) no Departamento de Processamento Eletrônico, Inteligência de Dados e Negócios (DEPIN) em um evento simbólico promovido pela Coordenadoria Judiciária, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. A acolhida contou com a participação de todos os colegas da área judiciária, reforçando o espírito de integração, colaboração e valorização humana que inspira essa iniciativa.

A Turma 2 tem um diferencial especial: conta com a participação de 9 servidores do Departamento Judiciário Auxiliar (Dejaus), incluindo representantes da classificação processual e da divisão de custas, o que amplia ainda mais o escopo de troca de experiências e saberes entre os setores.

O Projeto Integra tem como principal objetivo promover a integração entre todos os 21 Departamentos e a Coordenadoria Judiciária por meio de um sistema de rodízio temporário, num ambiente colaborativo que envolve também o Time de Inteligência de Dados e Negócios.

A proposta é ambiciosa, mas muito clara: fortalecer competências técnicas, fomentar a cultura da análise de dados, padronizar rotinas, criar pontes entre setores e melhorar a comunicação institucional, tudo isso sem perder de vista o que mais importa: as pessoas.

“Seja muito bem-vinda, Turma 2! Este projeto nasceu com a missão de transformar a forma como trabalhamos, não só otimizando processos, mas sobretudo promovendo mais qualidade de vida no ambiente de trabalho. Acreditamos que a valorização do servidor é o caminho mais seguro para a excelência na prestação jurisdicional.” destacou a Coordenadora Judiciária Rose Pincerato na fala de boas-vindas.

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A diretora do Dejaux, Andreia Luisa Girardi da Silva, reforçou o valor da integração entre os setores e o papel estratégico dos servidores do seu departamento no sucesso da iniciativa. Para ela, o Projeto Integra vai além da troca de experiências técnicas, pois estimula o crescimento institucional por meio do contato direto entre as equipes.

“O Integra representa uma oportunidade valiosa de troca de experiências entre as equipes, criando um ambiente de aprendizado coletivo e de inovação. Mais do que repensar processos, é uma chance de enxergar novas possibilidades, de aprimorar o que já fazemos e de construir soluções mais eficientes juntos. Minha expectativa é que essa iniciativa impulsione melhorias reais nos serviços prestados pelo departamento, especialmente com o apoio da inteligência artificial. Acredito que, ao integrar tecnologia com o olhar humano e colaborativo, podemos não só entregar mais qualidade, mas também cuidar melhor de quem faz tudo acontecer: os servidores”, afirmou.

Entre os participantes da Turma 2, o servidor do Dejaux Wanderlei Grando destacou como a vivência prática proporcionada pelo projeto tem ampliado sua percepção sobre a missão do Judiciário. Segundo ele, o convívio com diferentes equipes tem gerado novos aprendizados e uma maior consciência sobre a importância da atuação integrada. “Estar aqui é sair da zona de conforto, conhecer novas rotinas, aprender com outras equipes e perceber que, mesmo em departamentos distintos, nossos objetivos são os mesmos. É uma vivência que amplia o olhar sobre o nosso trabalho.”

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Com treinamentos em análise de dados, reuniões estratégicas e atividades práticas no ambiente da Coordenadoria, o Projeto Integra se firma como uma verdadeira usina de inovação institucional, onde todos aprendem, ensinam e constroem juntos uma justiça mais eficiente, integrada e humana.

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Autor: Flávia Borges

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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