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TJMT premia estudantes no Concurso Cultural “A Escola Ensina, a Mulher Agradece”; veja os premiados

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Cultura, arte, criatividade, educação e justiça. A união de todas as esferas transformou o Plenário I Desembargador Wandyr Clait Duarte, no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em um palco de conscientização e combate a violência contra a mulher, na manhã desta quarta-feira (10).

Durante o II Encontro das Redes de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, estudantes foram premiados com a divulgação do resultado do concurso “A Escola Ensina, a Mulher Agradece. Aprender a respeitar transforma a sociedade”. Veja a lista completa aqui.

O evento foi promovido pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), coordenada pela desembargadora Maria Erotides Kneip.

Para a coordenadora da Cemulher-MT, desembargadora Maria Erotides, o trabalho educativo tem o poder para transformar realidades, inclusive as marcadas pela violência.

“Se a gente não trabalhar esse caldo de cultura que sustenta o patriarcado, que sustenta a violência contra a mulher, a gente não vai conseguir removê-lo e vencê-lo de uma vez por todas. Então pensamos em trabalhar de maneira preventiva, com crianças e jovens, por meio da produção cultural. Nos surpreendemos com o cuidado e a dedicação dos alunos, professores, diretores e coordenadores”, destacou.

Presidente do TJMT, des. José Zuquim Nogueira, caracteriza a mobilização de crianças e adolescentes para a realização de trabalhos como os premiados como uma preparação para o futuro da nossa sociedade.

“Nós temos que preparar essas crianças, porque elas serão o amanhã. Temos que investir nelas com todo o afeto, carinho necessário e todo o aprendizado necessário, para que se viva em paz”, ressaltou.

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Já o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, alertou para a necessidade da união entre os poderes, para que as violências com as mulheres sejam combatidas e prevenidas.

“Quem conhece um pouco o tema violência sabe que ela não é combatida apenas com a segurança pública, mas para mudar verdadeiramente uma sociedade, uma mudança cultural, começa na educação, na escola, nas famílias. Assim como nas redes que hoje o Tribunal de Justiça, Ministério Público, e todas as entidades estão engajadas, mudar essa percepção e essa prática de violência”, reforçou.

Em um auditório institucional, um homem de terno azul-claro e gravata em tom pastel discursa ao microfone, posicionado em um púlpito com notebook. Seu semblante é sério e o fundo neutro reforça o ambiente formal da solenidade.O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado estadual Max Russi, reforçou a importância de projetos como o Concurso Cultural, para a formação das “futuras gerações”.

“A Assembleia Legislativa fica muito feliz e honrada de fazer parte desse projeto. Porque se a gente trabalhar as nossas crianças, vamos ter a certeza que, no futuro, nós teremos uma sociedade de homens melhores”, disse.

Um homem de terno azul-escuro e camisa branca fala ao microfone em um auditório oficial. Com expressão firme, ele está ao púlpito, diante de fundo claro e neutro, compondo a atmosfera formal do evento institucional.Presente na premiação, o presidente da AMM, Leonardo Bortolin, chamou atenção para a importância da articulação entre as entidades na proteção das mulheres. Para ele, essa é uma responsabilidade compartilhada.

“O enfrentamento da violência doméstica não é responsabilidade somente de um órgão. A rede só acontece quando todos conseguem entrelaçar as mãos e entender que a responsabilidade ela é compartilhada”, sinalizou.

Um concurso que ensina respeito e transforma a sociedade

O Concurso Cultural “A Escola Ensina, a Mulher Agradece. Aprender a respeitar transforma a sociedade” mobilizou estudantes do 1º ao 9º ano das redes municipal e estadual.

Foram avaliadas produções em cinco categorias — Redação, Poesia, Desenho, Música Autoral e Vídeo — com apresentações dos primeiros colocados no plenário, emocionando o público.

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O concurso envolveu 66 escolas estaduais, 51 escolas municipais, cerca de 2 mil estudantes e mais de 600 trabalhos enviados nas duas etapas. Os primeiros colocados receberam troféus, e os três melhores de cada categoria foram contemplados com certificados, medalhas e brindes.

Várias autoridades estiveram presentes na solenidade, entre elas, a desembargadora aposentada do TJMT, Maria Aparecida Ribeiro; a juíza auxiliar da Presidência do TJMT, Gabriela Knaul; a juíza auxiliar da CGJ-MT, Anna Paula Gomes de Freitas; o juiz auxiliar da Vice-Presidência, Gerardo Humebrto; a presidente da Associação Mato-grossense dos Magistrados (AMAM), Jaqueline Cherulli; o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi; a promotora de justiça Regilaine Magali Bernard Crepaldi, representando o Ministério Público Estadual; coordenadora do Núcleo de Defesa da Mulher, defensora pública Rosana Leite Antunes de Barros; a secretária da Mulher de Cuiabá, coronel Hadassah Suzannah; magistrados e magistradas das varas de violência doméstica da Capital e das comarcas do interior; deputado estadual Carlos Avalone; vereadora de Cuiabá Michelly Alencar; representantes de redes municipais de enfrentamento de diversos municípios, gestores públicos, profissionais da educação, integrantes da rede de assistência social, forças de segurança e representantes de entidades da sociedade civil.

Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo: Lucas Figueiredo

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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