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Seminário explica novas regras para regularizar imóveis na Amazônia Legal

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Falta uma semana para o Seminário Virtual Solo Seguro Amazônia, promovido pela Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso. O evento será realizado na próxima quinta-feira (28 de agosto), às 14h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo pelo canal do TJMT no YouTube. A participação é gratuita e aberta a todas as pessoas interessadas no tema, especialmente profissionais da área jurídica, servidores públicos, tabeliães, registradores e especialistas em regularização de imóveis.

As inscrições podem ser feitas pelo link: https://evento.tjmt.jus.br/inscricao-evento/06000000-0aa4-0a58-6afa-08ddda8d5662

O seminário virtual é uma oportunidade de capacitação sobre o Provimento nº 195/2025, norma do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que traz regras mais claras e padronizadas para o registro de imóveis em todo o país. A medida facilita a regularização de imóveis urbanos e rurais e torna o processo mais seguro e eficiente, tanto para o cidadão quanto para os cartórios.

Por tratar de um tema técnico e de aplicação direta no dia a dia dos cartórios, a Corregedoria-Geral da Justiça convocou os responsáveis pelas serventias extrajudiciais, gestores gerais e juízes diretores dos fóruns em Mato Grosso a participarem do evento.

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O seminário integra a programação da Semana Nacional de Regularização Fundiária Solo Seguro Amazônia Legal, realizada de 25 a 29 de agosto, em nove estados da Amazônia Legal. A ação conjunta tem como objetivo ampliar o acesso à terra, garantir segurança jurídica às famílias e proteger o meio ambiente, com apoio das Corregedorias-Gerais da Justiça da região.

A programação reúne especialistas de todo o país, que vão explicar as mudanças trazidas pelo Provimento 195, o uso de tecnologias para integrar os dados entre instituições, os procedimentos da Reurb (Regularização Fundiária Urbana) e como corrigir informações de imóveis nos registros.

A abertura contará com a participação do presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira; do corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote; e da juíza auxiliar da CGJ, Myrian Pavan Schenkel, que coordena o evento.

Programação:

14h – Abertura institucional

14h30 – Novas regras do Provimento 195/2025 e o futuro dos registros de imóveis no Brasil – Greg Valadares Guimarães Barreto (Registro de Imóveis do Brasil – RIB)

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15h10 – Como aplicar a Reurb com base no Provimento 195 – Tatiana Monteiro (OAB/MT)

15h50 – Integração de dados e mais transparência: o que muda com o Provimento 195 – Fernanda Loures de Oliveira (3º Registro de Imóveis de Campinas/SP)

16h30 – Novas regras para correção de dados de imóveis urbanos e rurais nos cartórios – Dra. Laura Auxiliadora de Arruda Carli (palestrante sugerida)

17h10 – Encerramento e perguntas

Autor: Alcione dos Anjos

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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