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ReciclaJud – Várzea Grande: servidores ampliam coleta de recicláveis e batem novo recorde

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Mais 672,6 quilos de materiais recicláveis foram arrecadados pelos servidores do Poder Judiciário em Várzea Grande no mês de outubro. Os dados, referentes à competição ReciclaJud – Várzea Grande, foram apresentados durante o Chá com Bolo da Sustentabilidade, evento realizado nesta sexta-feira (14) e dedicado ao fortalecimento da consciência ambiental. No mês de outubro, a Justiça Comunitária (Centro de Atendimento às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais – CEAV) e o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) lideraram o quantitativo destinado ao projeto.

A competição começou em Várzea Grande no mês de julho e já totaliza 1,438 tonelada de resíduos destinados à Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Mato Grosso Sustentável (Asmats). Os livros arrecadados serão encaminhados à Biblioteca Municipal de Várzea Grande, enquanto as tampinhas plásticas seguirão para uma organização de proteção animal.

Em comparação com setembro, a coleta mais que dobrou, evidenciando que as práticas adotadas no âmbito do Judiciário têm ampliado a compreensão sobre a urgência de se mudar hábitos e promover atitudes mais sustentáveis.

A juíza Christiane da Costa Marques Neves, diretora do Fórum de Várzea Grande, também reforçou o impacto da ação: “O ReciclaJud – edição Várzea Grande vem sendo um sucesso. Em quatro meses, já arrecadamos um montante significativo de materiais recicláveis e a coleta continua. Ainda temos pouco menos de um mês até a grande premiação. A reciclagem traz benefícios não apenas para cada um de nós, como cidadãos, mas também para a sociedade em que vivemos e, de forma mais ampla, para o mundo todo”.

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Além do anúncio mensal dos números, que estimula a participação dos servidores, o Chá com Bolo da Sustentabilidade também contou com palestra da assessora do Núcleo de Sustentabilidade, Elaine Alonso. Ela destacou que “ao transformar a coleta seletiva em uma atividade colaborativa e educativa, o programa contribui para o fortalecimento da cultura de sustentabilidade no ambiente de trabalho, despertando a conscientização de magistrados, servidores e colaboradores sobre a importância da gestão adequada dos resíduos sólidos”.

Servidora há 38 anos do Poder Judiciário, Jeane Targa relata que aprendeu, mesmo tarde, a incorporar a separação dos resíduos recicláveis à rotina doméstica.

“A iniciativa é ótima, de grande valia para todos que estão participando, e os que não estão participando também. A gente já sabe o que isso (descarte irregular de resíduos) impacta negativamente, mas até então não tinha a conscientização que agora a gente tem. Inclusive, na minha casa reciclo tudo. Tenho o apoio do meu neto, de cinco anos. Eu estou maravilhada, porque onde quer que a gente vá, ele recolhe tudo e diz: ‘Vovó, vamos reciclar’. Às vezes eu esqueço e jogo algo no lixo, e ele me corrige: ‘Vovó, esse não pode, esse tem que reciclar. Na minha casa só vai para o lixo realmente o que é para ir para o lixo. Separamos plásticos, alumínios, embalagens.”

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Para a estagiária Gisele Lima Silva, da 1ª Vara de Combate à Violência Doméstica, o ReciclaJud também aproxima os servidores.

“Eu amei a iniciativa. Acho que nós temos que colaborar com essas questões do clima e também de sustentabilidade. Gostei muito de ver que vocês fizeram uma gincana, porque isso aproximou as varas. Às vezes cada um está no seu cantinho, e o objetivo maior é a conscientização, entender que o nosso lixo pode ‘produzir’, sustentar famílias, ser sustentável e até virar adubo para plantas”.

Responsabilidade

O projeto ReciclaJud fortalece a incorporação de valores ambientais às rotinas administrativas, atuando de forma alinhada às diretrizes do Plano de Logística Sustentável (PLS) e do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) do Tribunal de Justiça.

Além da comarca de Várzea Grande, o ReciclaJud também está em andamento na sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e no Complexo dos Juizados Especiais.

Autor: Patrícia Neves

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Conselho dos Juizados Especiais recebe diretoria da OAB para tratar da Súmula 52 e parcerias

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Foto vertical que mostra diversas pessoas sentadas em volta de uma mesa retangular, durante reunião do Conselho de Supervisão dos Juizados com representantes da OAB-MT.O Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais de Mato Grosso (CSJE) recebeu uma visita institucional de representantes da diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), na tarde de segunda-feira (6), no Complexo dos Juizados, para uma conversa sobre a Súmula 52 das Turmas Recursais e parcerias para capacitação na área de conciliação e mediação.
A reunião contou com a participação do presidente do Conselho de Supervisão, desembargador Sebastião de Arruda Almeida; do juiz coordenador do Conselho de Supervisão, Érico de Almeida Duarte; dos juízes membros Cláudia Beatriz Schmidt, Gonçalo Antunes de Barros, Hugo José Freitas da Silva, Lamisse Roder Feguri Alves Corrêa, Marcelo Sebastião Prado de Moraes, Patrícia Ceni dos Santos, Valdeci Moraes Siqueira e Valmir Alaércio dos Santos.
Representando a advocacia mato-grossense, compareceram a presidente da OAB-MT, Gisela Alves Cardoso; o procurador-geral da entidade, Helmut Daltro; o presidente da Comissão de Juizados Especiais, Fábio Nunes e o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, Bernardo Riegel.
“Durante a visita institucional da diretoria da OAB ao Conselho, fizemos uma pequena reunião de trabalho, na qual foi postulada a possibilidade de análise e alteração da Súmula 52 das Turmas Recursais. E o que foi dito à diretoria, principalmente através da sua presidente, é que esse pleito, por se tratar de questão jurisdicional, o Conselho repassaria para o presidente das Turmas Recursais para, através da Turma de Uniformização dos Juizados Especiais, fazer a análise a respeito desse pleito da OAB”, disse o desembargador Sebastião Arruda.
O juiz coordenador do Conselho de Supervisão, Érico de Almeida Duarte, destaca a importância da visita institucional para o alinhamento de objetivos e propósitos e para contemplar a visão da advocacia acerca dos enunciados da Turma Recursal. “Especificamente o Enunciado 52 que, na visão da OAB, ao exigir o histórico de negativações de consumidores, nos últimos cinco anos, dificultaria o acesso e desequilibraria o ônus probatório. Diante disso, foi esclarecido, pelo CSJE, que a discussão tratava de matéria jurisdicional, possuindo o Conselho apenas função administrativa, e orientado a formular proposição de revisão do enunciado diretamente nas Turmas Recursais Reunidas, com as razões de reforma”, explica.
Foto vertical que mostra diversas pessoas sentadas em volta de uma mesa retangular, durante reunião do Conselho de Supervisão dos Juizados com representantes da OAB-MT.A presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso, apresentou os impactos que a aplicação do enunciado tem gerado no acesso à Justiça, especialmente nas demandas consumeristas. “Viemos apresentar esse ponto de vista da advocacia e construir, de forma institucional e respeitosa, uma solução para a questão”, destacou.
Para o juiz Érico Duarte, por meio do diálogo foi possível compartilhar dificuldades e proposições. “Essas conversas sempre são a melhor solução, notadamente visando atender aos anseios dos advogados, defender a sociedade de demandas predatórias eventualmente incidentes, bem como, sobretudo, garantir a prestação jurisdicional eficiente e equilibrada ao cidadão que dela mais necessita”, avalia.
Parceria – Durante a agenda institucional, também foi reforçada a intenção do Judiciário de estabelecer parceria com a OAB-MT para a realização de eventos de capacitação que tratem dos métodos adequados de solução de conflitos, a exemplo da conciliação e da mediação.
“Visto que essa ação de mediação e conciliação está dentro do nosso organograma do Conselho de Supervisão e alinhada com o que o Tribunal de Justiça vem desenvolvendo. Tanto é assim, que saiu recentemente uma matéria informando que o nosso Tribunal de Justiça alcançou o primeiro lugar, entre os tribunais de médio porte, no quesito realização de audiências de conciliação. Mas nós não queremos apenas a realização da audiência de conciliação. Nós queremos também alcançar o resultado positivo, os acordos nessas audiências. Porque alcançando o acordo, com certeza nós estaremos resolvendo o processo e resolvendo o problema social instaurado através daquela lide”, avalia o desembargador Sebastião Arruda.

Autor: Celly Silva

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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