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Projeto ELO: Desembargador Mário Kono se reúne com alunos de Direito da Uniasselvi de Rondonópolis

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Acadêmicos do 3º ao 9º semestre do curso de Direito do Centro Universitário Leonardo da Vinci (Uniasselvi) de Rondonópolis, participaram na última semana, da palestra ‘Métodos Consensuais de Solução de Conflitos’, ministrada pelo desembargador Mário Roberto Kono durante a realização do Projeto ELO, entre os dias 02 e 05 de outubro, em Rondonópolis. A integração com a sociedade e a escuta ativa do cidadão são algumas das metas propostas pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Projeto ELO, que está percorrendo as comarcas do Estado com a oferta de serviços à sociedade, mutirões, acesso à Justiça, diálogo e muita troca de experiencia.
 
Com a simplicidade que lhe é peculiar, o desembargador Mário Kono, que também preside o Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Soluções de Conflitos (Nupemec), falou sobre a época em que estudava Direito, e o estimulo equivocado à cultura do litigio, onde as faculdades ensinavam a “cultura da guerra” e sobre como “vencer o inimigo”.
 
“Naquela época não se falava a respeito da pacificação social e que você poderia obter resultados muito melhores trabalhando técnicas e métodos consensuais, em que as partes buscassem o mesmo resultado e que tivesse o interesse de todos atendido, pelo contrário, era a cultura da guerra, onde aprendíamos no processo, sobre como vencer o inimigo. Hoje, a experiência nos tem mostrado, que quando nós falamos aos alunos, eles já vêm com essa nova mentalidade de que é possível resolver conflitos buscando métodos mais adequados. É muito importante já na formação deles, nós trazermos essa mensagem. A solução de conflitos com a aplicação do diálogo, do bom senso e do equilíbrio, parece ser algo novo, mas é tão antigo, que remonta às reminiscências em história, lá na época de Confúcio, 600 anos antes de Cristo”, explicou o desembargador.
 
O desembargador fez menção ao trabalho do jurista e escritor Kazuo Watanabe, de 87 anos, referência internacional na defesa do ‘acesso à ordem jurídica justa e tratamento adequado de solução de conflitos’, que traz em suas teorias, sobre a existência de diferentes formas de conciliação e solução de conflitos, encontradas já nas tribos indígenas mais primitivas.
 
Entre as valiosas contribuições ao Direito Brasileiro, preconizadas por Kazuo Watanabe, está a construção da Resolução 125/2010, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que instituiu no país a política pública judiciária de tratamento adequado de conflito.
 
A partir da resolução, foi possível aos Tribunais de Justiça do Brasil instalar os Núcleos Permanentes de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), e assim, disciplinar o funcionamento dos Centros Judiciários de Soluções de Conflitos e Cidadania (Cejusc), disponibilizando ao cidadão, o atendimento adequado para o exercício de seus direitos.
 
Para a diretora do curso de Direito da Uniasselvi, Vergínia Chinelato, a oportunidade do dialogo com o desembargador, tem o potencial de inspirar os alunos sobre a carreira que pretendem seguir, e aguçar reflexões sociais importantes, como o estimulo à cultura da pacificação social.
 
“Termos a presença do Poder Judiciário de Mato Grosso na nossa universidade tem uma relevância enorme, não apenas para a instituição que recebe o desembargador, mas principalmente para os nossos alunos, que se inspiram nas carreiras públicas, e vêm nos palestrantes, aquilo que gostariam de ser. É um estimulo para que eles se engajem cada vez mais no curso, e se inspirem naquilo que pode ser o verdadeiro sonho deles. E conviver com essa nova geração é desafiador, porque eles trazem muitas surpresas para nós. Eles vivenciam uma construção social muito diferente das gerações anteriores, em que o mundo embora mais complexo, também se tornou mais dinâmico, nos trazendo a oportunidade de todos os dias aprendermos com eles sobre a resolução de conflitos, e a construção de diferentes respostas sociais para necessidades do dia a dia”, refletiu Vergínia Chinelato.
 
Foi vendendo doce de leite pelas ruas de Rondonópolis, que o nordestino Francisco Andrade Ferreira, de 73 anos, natural do município de Bodocó, no Pernambuco, concluiu a faculdade de Direito. Egresso da Uniasselvi, Francisco se formou em 2021, com pouco mais de 70 anos, e aguarda para os próximos dias, o resultado final da segunda fase da prova da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
 
“A iniciativa de trazer o Judiciário dentro da Universidade, na pessoa do desembargador, é extraordinária, porque soma duas forças importantes de conhecimento, aquele que já possui experiência e continua aprendendo, e aqueles que estão iniciando agora sua vida profissional. O resultado só pode ser bom. Se eu pudesse deixar uma mensagem para os nossos jovens seria para que eles continuem estudando. Primeiro, porque o conhecimento ninguém tira de você, segundo, porque não existe outro caminho para o crescimento que não seja o conhecimento”, concluiu Francisco.
 
Também participaram da palestra, a juíza coordenadora do Nupemec, Cristiane Padim e o juiz Wanderlei José dos Reis, da 1ª Vara Especializada de Família e Sucessões da Comarca de Rondonópolis.
 
#Paratodosverem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Desembargador Mário Kono se dirige aos alunos de Direito. Segunda imagem: Mário Kono concede entrevista à TV.Jus. Terceira imagem: Diretora do curso de Direito da Uniasselvi, Vergínia Chinelato. Quarta imagem: O nordestino Francisco Andrade Ferreira, ex-aluno da Uniasselvi.
 
Naiara Martins/Fotos: Ednilson Aguiar
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Poder Judiciário funciona em regime de plantão neste final de semana (04 e 05 de julho)

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Poder Judiciário funciona em regime de plantão neste final de semana (04 e 05 de julho)

Neste final de semana (04 e 05 de julho), o Poder Judiciário atua em regime de plantão para o recebimento dos feitos cíveis de urgência, como mandados de segurança, processos criminais de urgência, como habeas corpus, e processos urgentes de Direito Cível Público.

PLANTONISTAS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Direito Público e Coletivo

Desembargador Gilberto Lopes Bussiki

Direito Privado

Desembargador Deosdete Cruz Junior

Direito Criminal

Desembargador Gilberto Giraldelli

Secretaria Plantonista: Departamento da 5ª Câmara de Direito Privado

Telefone: (65) 99989-5920

O sistema de plantão só é aplicável nos feriados e finais de semana para apreciação de medidas judiciais que reclamem soluções urgentes, e após o expediente forense (19h) durante os dias de semana (até às 11h59). Sendo assim, durante o plantão devem ser seguidas as regras da Consolidação das Normas Gerais da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Mato Grosso (CNGC), aplicáveis à situação em questão.

Durante o plantão judiciário, as medidas urgentes devem ser protocolizadas via Processo Judicial Eletrônico (PJe).

Comarcas

Confira quem serão os plantonistas na Comarca de Cuiabá:

PLANTONISTAS DA COMARCA DE CUIABÁ

Ações cíveis privadas de urgência

Juíza: Elza Yara Ribeiro Sales Sansão

Gestor: Carlos Henrique Saliés Ribeiro
Telefone: (65) 99948-8823

Ações cíveis públicas de urgência

Juiza: Célia Regina Vidotti

Gestora: Anna Paula Fernandes Delgado

Telefone: (65) 99327-8977

Ações criminais de urgência

Juiz: José Mauro Nagib Jorge

Gestor: Max Allan da Silva Manso Gomes

Telefone: (65) 99949-0558

Juiz: Jurandir Florêncio de Castilho

Júnior

Gestora: Mariethy Steffania Rezende Veloso

Telefone: (65) 99329-1571

Turmas Recursais

Juiz: Aristeu Dias Batista Vilella

Gestor: Thiago Augusto Aquino Taques

Telefone: (65) 99343-1609

Confira quem serão os plantonistas na comarca de Várzea Grande:

PLANTONISTAS COMARCA DE VÁRZEA GRANDE

Ações cíveis

Juiz: Francisco Ney Gaíva

Gestora: Izabela Gomes da Silva

Telefone: (65) 99202-6105

Ações criminais

Juiz: Katia Rodrigues Oliveira

Gestor: Marcela Oliveira Cavalcanti

Telefone: (65) 99225-1385

Para atendimento das medidas urgentes de Saúde Pública, de competência da 1ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, fica disponível o telefone (65) 99202-6105. O plantão se inicia a partir das 19h desta sexta-feira até o início do expediente seguinte, na segunda-feira (12h).

Para facilitar o acesso, o plantão pode ser conferido diretamente da página principal do Tribunal de Justiça.

A Resolução n. 10/2013/TP regulamenta as matérias cabíveis de interposição durante o plantão judiciário. São elas: habeas corpus e mandados de segurança em que figurar como coator autoridade submetida à competência jurisdicional do magistrado plantonista; medida liminar em dissídio coletivo de greve; comunicações de prisão em flagrante e a apreciação dos pedidos de concessão de liberdade provisória; em caso de justificada urgência, de representação da autoridade policial ou do Ministério Público visando à decretação de prisão preventiva ou temporária; pedidos de busca e apreensão de pessoas, bens ou valores, desde que objetivamente comprovada a urgência; medida cautelar, de natureza cível ou criminal, que não possa ser realizada no horário normal de expediente ou de caso em que da demora possa resultar risco de grave prejuízo ou de difícil reparação; medidas urgentes, cíveis ou criminais, da competência dos Juizados Especiais a que se referem as Leis nº 9.099, de 26 de setembro de 1995, e 10.259, de 12 de julho de 2001, limitadas as hipóteses acima.

Durante o plantão não serão apreciados pedidos de levantamento de importância em dinheiro ou valores nem liberação de bens apreendidos.

As demais ações, distribuídas durante o horário de expediente no PJe, devem seguir o fluxo normal, com a regular distribuição, e as eventuais ações físicas deverão obedecer às orientações dos Diretores de Foro de cada comarca.

Conforme estabelece a Portaria Conjunta 271-Pres/CGJ, fica regulamentado o encaminhamento dos alvarás de soltura e mandados de prisão aos estabelecimentos prisionais de Cuiabá e Várzea Grande por malote digital ou e-mail institucional para o seu devido cumprimento. A medida se refere ao Provimento n. 48/2019-CGJ para o segundo grau de jurisdição do Tribunal de Justiça estadual.

Autor: Ana Assumpção

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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