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Programa Verde Novo leva plantio de árvores frutíferas ao bairro Três Barras

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O bairro Três Barras, na região leste de Cuiabá, recebeu no sábado (4 de outubro) uma ação do Programa Verde Novo, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). A iniciativa promoveu o plantio de mudas frutíferas — entre elas amora, goiaba, pitanga e bacupari — nas calçadas da Paróquia São Sebastião, com a orientação da engenheira florestal do Verde Novo, Rosiani Carnaíba.

A atividade atendeu o pedido da Paróquia e contou com o apoio de 20 voluntários, incluindo crianças da comunidade paroquial. O pároco, padre Elilzo Marques de Oliveira, destacou o sentido simbólico e espiritual do plantio: “Deus nos criou com amor e nos ama imensamente. As árvores fazem parte da revelação de Deus. Quando plantamos, anunciamos a Deus por meio do cultivo, do cuidado e do amor à natureza”, afirmou.

A voluntária Patrícia Santos relatou que o Programa Verde Novo se tornou uma missão de vida. Segundo ela, o desejo de colaborar com a arborização urbana nasceu após uma fala do padre, sobre a importância de plantar árvores, durante a celebração da missa.

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“Ele comentou sobre a vontade que tinha de tornar o ambiente mais fresco e acolhedor para a nossa comunidade. E assim nasceu em meu coração o desejo de fazer a diferença. Foi então que conhecemos o Verde Novo. Mas não se trata apenas de plantar árvores. É sobre plantar amor, raízes de esperança e flores de recomeço”, disse.

Verde Novo

Idealizado pelo desembargador Rodrigo Curvo em 2017, o Programa Verde Novo é uma iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso voltada à recuperação das florestas urbanas. Ao longo dos anos, já foram distribuídas e plantadas mais de 230 mil mudas de espécies nativas e frutíferas do Cerrado.

O Verde Novo tem contribuído de forma significativa na conscientização ambiental da população cuiabana e na melhoria da qualidade de vida, uma vez que os plantios de mudas geram redução da sensação térmica e o aumento da umidade relativa do ar.

Quando o programa foi criado, Cuiabá ocupava a 20ª posição no ranking nacional de arborização urbana, com apenas 39,6% de suas vias cobertas por árvores, conforme dados do IBGE de 2010. Atualmente, o cenário é outro: a capital mato-grossense alcançou a 8ª colocação, com 74,23% de suas ruas e avenidas arborizadas, superando até mesmo São Paulo, que ocupa a 9ª posição no levantamento mais recente (IBGE-2022).

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Autor: Bruno Vicente

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Juízes criminais de Mato Grosso participam do 2º Mutirão Processual Penal do Plano Pena Justa

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Magistrados com competência criminal em Mato Grosso participam, durante o mês de junho, do 2º Mutirão Processual Penal do Plano Pena Justa, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A iniciativa ocorre entre os dias 1º e 30 de junho em todo o país e tem como objetivo reavaliar processos criminais e de execução penal à luz da legislação vigente e das decisões dos tribunais superiores.

A participação do Poder Judiciário de Mato Grosso foi comunicada aos magistrados por meio de ofício conjunto da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ-TJMT) e do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF-TJMT), orientando as unidades judiciárias sobre os temas que deverão ser analisados durante o mutirão.

Os trabalhos serão realizados pelos próprios juízes e juízas nas unidades com competência criminal, que deverão revisar processos previamente identificados de acordo com os critérios estabelecidos pelo CNJ.

Nesta edição, o mutirão terá como foco cinco temas prioritários: a reavaliação das prisões cautelares de gestantes, mães e mulheres responsáveis por crianças ou pessoas com deficiência; a análise de decisões de monitoração eletrônica aplicadas a pessoas com transtorno mental submetidas a medidas de segurança; a revisão de prisões preventivas com excesso de prazo; a verificação de incidentes vencidos e processos com penas extintas ou prescritas registrados no Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU); e a análise de casos que possam ser alcançados pelos decretos de indulto natalino de 2024 e 2025.

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Segundo o CNJ, os mutirões processuais penais integram as ações do Plano Pena Justa, política nacional criada para enfrentar problemas estruturais do sistema prisional brasileiro. A realização de revisões processuais periódicas busca garantir o cumprimento da legislação, aprimorar a gestão do sistema penal e assegurar os direitos das pessoas privadas de liberdade.

Realizados desde 2008, os mutirões processuais penais promovidos pelo CNJ já reavaliaram milhares de processos em todo o país. Na edição anterior, mais de 127 mil processos foram analisados, resultando em cerca de 44 mil alterações processuais.

Os resultados do mutirão serão consolidados e encaminhados ao Conselho Nacional de Justiça ao final dos trabalhos.

Com informações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

Autor: Alcione dos Anjos

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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