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Programa Corregedoria Participativa ouve demandas em Arenápolis

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A importância de estabelecer metas e priorizar atividades a serem desenvolvidas até o final do ano, atacando um problema por vez, a fim de garantir o progresso significativo e evitar a dispersão de esforços, além da necessidade de adoção de um placar para acompanhar o trabalho realizado pelas equipes, foram algumas dicas de administração judiciária dadas pelo juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça, Emerson Cajango, aos servidores da Comarca de Arenápolis, nesta quarta-feira (14).
 
O bate-papo faz parte do Programa Corregedoria Participativa, que visitou o Fórum de Arenápolis. O corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, liderou a equipe da CGJ e ouviu os anseios dos servidores e da juíza diretora do Foro, Janaína Cristina de Almeida. Juvenal Pereira destacou que as ações do programa contam com o aval da presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargadora Clarice Claudino, reforçando o compromisso da instituição em promover melhorias contínuas no sistema judiciário.
 
“Por onde tenho passado, tenho tido a satisfação de ver o entrelaçamento de colegas servidores em prol de uma prestação da tutela jurisdicional a contento daqueles que são nossos verdadeiros patrões, os cidadãos que recolhem seus impostos”, declarou o corregedor. “Esse programa tem a missão de colher dos senhores sugestões e, dentro das nossas possibilidades, buscar soluções para melhorar ainda mais essa entrega.”
 
A programação em Arenápolis começou com a foto do corregedor, comitiva da Corregedoria Participativa, magistrada e servidores em frente ao Fórum.
 
“Quero destacar a importância dessa aproximação da Corregedoria com as comarcas. Essa presença física é fundamental para a CGJ conhecer nossa realidade não por meio de um sistema”, enalteceu a juíza. “Agradeço nossos servidores que são empenhados e perseverantes na superação de obstáculos para prestar um serviço de qualidade aos nossos jurisdicionados.”
 
Aproveitando a ida à Comarca, o corregedor realizou uma visita institucional à Promotoria do Ministério Público Estadual (MPE), onde se encontrou com o promotor Arthur Yasuhiro Sato, que também atende à Comarca de Nortelândia. “Sinto-me lisonjeado com a presença do corregedor. Só tenho elogios a fazer às magistradas que estão nas comarcas de Nortelândia e Arenápolis. Trabalhamos de forma harmônica e parceira”, declarou.
 
“O Programa Corregedoria Participativa tem se mostrado uma iniciativa efetiva na busca por melhorias no sistema judiciário. Com a troca de experiências e o diálogo entre magistrados, servidores e representantes de outras instituições, é possível identificar desafios, propor soluções e fortalecer a efetividade da Justiça em benefício da sociedade”, completou o desembargador Juvenal Pereira.
 
Na quinta-feira (15), o Programa Corregedoria Participativa segue para Rosário Oeste, encerrando a agenda de atividades desta edição.
 
Quinta-feira (15) – Rosário Oeste
08h – Reunião com magistrados e servidores – Fórum de Rosário Oeste
10h30 – Visita institucional ao prefeito Alex Steves Berto – Prefeitura de Rosário
14h – Visita institucional ao Núcleo da Defensoria Pública – Defensor João Paulo Dias
16h00 – Visita institucional à Sede das Promotorias – promotor Alexandre Balas
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Foto 1 – Juiz auxiliar realiza dinâmica com magistrada e servidores sobre administração judiciária. Foto 2 – Comitiva do programa posa com servidores e magistrada em frente ao Fórum de Arenápolis. Foto 3 – Desembargador e promotor Arthur Yasuhiro Sato.
 
Alcione dos Anjos
Assessoria de Imprensa da CGJ-MT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Centro de Solução de Conflitos fala de autocomposição com líderes de igreja em Rondonópolis

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O Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Rondonópolis (215km da capital), reuniu-se com líderes da Igreja Evangélica Assembleia de Deus (IEAD) para falar das políticas judiciárias de autocomposição e da Justiça Restaurativa, iniciativa que visa estimular a autocomposição, diminuir conflitos entre os cidadãos e reduzir a judicialização de causas. A Assembleia de Deus conta com mais de 40 igrejas no município e mais de 15.000 membros.
O auditório da Igreja Evangélica Assembleia de Deus recebeu mais de 150 pessoas na noite de segunda-feira (06), das 19h às 21h, em um encontro entre integrantes do Cejusc e membros de entidades sociais. O Poder Judiciário local tem ido a grandes polos de concentração comunitária da cidade levando as políticas públicas judiciárias ao conhecimento da sociedade e buscando a adesão social a elas.
Durante o encontro, foram ministrados dois temas centrais que dialogam diretamente com os valores de conciliação e restauração de laços familiares e sociais. Conduzido pelo juiz Wanderlei José dos Reis, coordenador do Cejusc de Rondonópolis, o evento reuniu centenas de líderes religiosos de bairros e obreiros da Igreja Assembleia de Deus em torno de um objetivo comum: a edificação de uma sociedade mais pacífica e harmoniosa.
Na primeira etapa, intitulada “A Autocomposição e o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) e seus papéis na pacificação social”, o magistrado explicou como a estrutura do Judiciário moderno trabalha para que as próprias pessoas encontrem a solução de seus impasses ou conflitos sociais por meio do diálogo, com a celebração de acordos, evitando o desgaste de processos judiciais. Também abordou o papel do Cejusc nesse contexto, com suas inúmeras vantagens ao jurisdicionado e a forma acessá-lo.
Logo na sequência, o juiz Wanderlei José dos Reis aprofundou o debate sobre as ferramentas do Cejusc e outra política pública judiciária realizada em Rondonópolis com o tema “O Papel da Justiça Restaurativa em promover a reparação de danos e a pacificação social”. Demonstrou que o foco da Justiça Restaurativa não é punir, mas prevenir e curar as relações rompidas por meio do diálogo. Citou as iniciativas realizadas nas escolas públicas municipais e estaduais de Rondonópolis com os Círculos de Construção de Paz, em parceria institucional do Judiciário com o Estado e o Município, beneficiando mais de 41 mil alunos na construção de ambientes escolares mais empáticos e harmoniosos.
Na visão do juiz coordenador do Cejusc, a Igreja e o Judiciário compartilham de um mesmo objetivo ao buscar a construção de famílias estruturadas e comunidades vivendo em harmonia e em paz social, com a diminuição do número de processos judiciais. “Trazer informações da autocomposição e da Justiça Restaurativa para a Igreja Assembleia de Deus é unir esforços. O Cejusc oferece ferramentas jurídicas e humanas acessíveis e eficazes para que o cidadão resolva seus conflitos do cotidiano, como problemas de vizinhança, questões de família ou dívidas, de forma rápida e simplificada. Ao trazermos isso ao conhecimento dos dirigentes de igrejas de todos os bairros da cidade, contribuímos para que o trabalho da pacificação social, que já é realizado pela Igreja, ganhe ainda mais força e mais adesão social com o acesso ao Cejusc”, destacou.
Na visão do pastor presidente da Assembleia de Deus em Rondonópolis, Moisés de Dias Oliveira, a presença do Judiciário no auditório do templo sede reforça o papel social que a instituição religiosa desempenha no município, servindo como um ponto de apoio espiritual e civil para a população. “Foi uma grande satisfação receber o Poder Judiciário da Comarca de Rondonópolis, na pessoa do Dr. Wanderlei, que transmitiu, de forma clara, direta e esclarecedora, conhecimentos sobre autocomposição e Justiça Restaurativa. A palestra foi de grande importância para todos nós, especialmente por tratar de uma pauta relevante para a sociedade. Registramos nossos agradecimentos pela presença do Judiciário e pela oportunidade de receber uma formação desse nível, algo inédito em nossa comunidade.”
Para o pastor Jocimar Macaúba Silva, vice-presidente da Igreja Assembleia de Deus, “a palestra ministrada pelo Dr. Wanderlei foi de suma importância. O tema ampliou nosso entendimento sobre conciliação e o Cejusc e nos trouxe orientações relevantes para auxiliar irmãos, amigos e a comunidade em geral. Consideramos muito positiva a iniciativa do Poder Judiciário de se aproximar das comunidades, levando conhecimento e orientação a todos. Em 29 anos atuando na igreja aqui em Rondonópolis, ainda não havíamos recebido uma palestra dessa natureza e desse nível.”
O evento também foi considerado muito positivo por outros dirigentes da igreja que atuam diretamente nas congregações dos bairros, destacando a utilidade dos temas para a rotina de aconselhamento dos membros.
Para o pastor auxiliar Heverson Carlos Bezerra de Souza, da congregação transcultural, “trata-se de uma iniciativa muito importante de aproximação entre o Judiciário e a comunidade, algo até então inédito em nosso meio. Foi um privilégio receber o Poder Judiciário e conhecer melhor a atuação do Cejusc em nossa cidade. As informações apresentadas nos permitem atuar como agentes multiplicadores, levando orientações à comunidade e auxiliando pessoas que enfrentam conflitos que podem ser solucionados por meio da conciliação, de forma mais rápida e com menor custo”.
Da mesma forma destacou o pastor auxiliar Celso dos Santos Souza, da congregação do bairro Dom Osório: “A presença do Poder Judiciário na igreja foi excelente, importante e esclarecedora, especialmente por se tratar de uma iniciativa inédita em nossa comunidade. A palestra contribuiu para que possamos orientar melhor os irmãos, ministros e demais pessoas sobre os caminhos adequados para a solução de conflitos, contando com o apoio do Judiciário, que se colocou aqui à disposição da população.”
O juiz Wanderlei José dos Reis falou do objetivo da iniciativa de realizar esse tipo de palestra nos bairros da cidade. “Dar conhecimento de como o Cejusc funciona, qual a sua utilidade prática e como acessá-lo. Também expor que a Justiça Restaurativa busca reparar o dano social e reestruturar a convivência. Esse é o objetivo do nosso trabalho com essas palestras a milhares de pessoas em várias instituições de Rondonópolis. Acreditamos que a partir de hoje o dirigente de Igreja saberá como direcionar um membro ou uma família que precisa resolver uma pendência jurídica de maneira rápida, eficiente e humanizada por meio do Cejusc local”, completou o juiz coordenador.

Autor: Assessoria de Comunicação

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Fotografo:

Departamento: CGJ-MT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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