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Poder Judiciário realiza capacitação sobre inclusão no trabalho de pessoas com deficiência

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O Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Comissão de Acessibilidade, realiza “Capacitação de Inclusão no Trabalho de Pessoas com Deficiência”, nesta sexta-feira (30 de junho), na Escola dos Servidores, em Cuiabá. O curso ocorrerá de forma presencial e tem o objetivo de qualificar o público interno para promover ações que fomentem a acessibilidade. Além disso, visa que os profissionais sejam capacitados e atualizados para o desempenho de suas funções na prestação de serviços à sociedade.
 
O curso será dividido em duas atividades: palestra das 10h às 12h e Workshop das 14h às 18h.
 
A palestra será ministrada pelo professor Oswaldo Ferreira Barbosa, que abordará os desafios da Inclusão; o que é o Emprego apoiado; e cases e Boas Práticas. No workshop serão trabalhadas: ferramenta de diagnóstico inclusivo; plano de ação; recomendações para gerenciar um projeto inclusivo, entre outros.
 
Também serão trabalhadas a metodologia do emprego de inclusão de trabalhadores com deficiência no trabalho para promover, por exemplo, os direitos das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), no sentido de preservar e respeitar o direito das pessoas com deficiência.
 
O curso será realizado de forma presencial para magistrados, magistradas, servidores, servidoras, estagiários, estagiárias, colaboradores do Tribunal de Justiça, comarcas de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger.
 
A ação está alinhada à Resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) N. 401/2021, que dispõe sobre o desenvolvimento de diretrizes de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência nos órgãos do Poder Judiciário e de seus serviços auxiliares.
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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