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Poder Judiciário dá início à elaboração do Plano de Trabalho Anual 2025

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso deu início ao processo de elaboração do Plano de Trabalho Anual (PTA) do Poder Judiciário de Mato Grosso, onde deverá constar o detalhamento dos investimentos e ações pretendidas pelo Judiciário no ano de 2025. No plano também são detalhados os produtos a serem desenvolvidos, a indicação dos setores responsáveis, as etapas de desenvolvimento, os prazos de execução e o custo necessário para a entrega das metas.
 
Ao mesm tempo, o Tribunal de Justiça também dá início a execução do PTA 2024, elaborado no ano anterior, com base nas diretrizes e prioridades apontadas pelos setores, e que deverão ser cumpridas neste ano.
 
O plano é um instrumento que discrimina todas as ações que serão realizadas pelo Poder Judiciário no exercício do ano seguinte, com base nas informações levantadas pelos setores sobre as demandas previstas, servindo de base para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025. A LOA segue como base o Planejamento Estratégico da organização e as diretrizes apontadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
 
O coordenador de Planejamento (Coplan) do Tribunal de Justiça, Afonso Maciel frisa que o envolvimento de todas as áreas é fundamental para a construção do plano de trabalho, que é coletiva e pautada nas demandas e perspectivas de cada setor.
 
“A elaboração do plano de trabalho é um momento crucial dentro da gestão, uma vez que é ele quem aponta o caminho que deveremos seguir para a entrega de serviços à sociedade. Em síntese, é agora que temos a chance de corrigir as ações que precisam ser aprimoradas, e definir aquelas que precisam ser contempladas para as mudanças pretendidas pelo Judiciário. Assim como aos demais poderes, o Executivo nos repassa um teto, e dentro desse limite, nós estabelecemos nossas prioridades e investimentos. Em síntese, o plano de trabalho nada mais é do que o instrumento que vai nos dizer o que será feito e com qual orçamento será feito”, esclareceu Afonso.
 
No PTA, os setores são responsáveis por apontar as prioridades e metas a serem definidas como essenciais para a garantia de condições na prestação de serviços à sociedade e para a manutenção da estrutura institucional.
 
O plano de trabalho deve ser finalizado até o mês de julho e encaminhado para a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), para elaboração do Projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025, e posterior envio à Assembleia Legislativa para aprovação.
 
Naiara Martins
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Mês do Orgulho termina, mas o direito à identidade não tem data para acabar

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Mão ergue uma bandeira com as cores do arco íris contra um céu azul.O Mês do Orgulho LGBTQIA+, celebrado em junho, chega ao fim nesta terça-feira (30), mas o direito de pessoas trans alterarem o prenome e o gênero diretamente no Registro Civil continua garantido durante todo o ano. Regulamentado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2018, o procedimento pode ser realizado em qualquer Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais do Brasil, sem necessidade de ação judicial, garantindo agilidade, segurança jurídica e respeito à identidade de gênero.

O procedimento foi regulamentado pelo Provimento CNJ nº 73/2018. Em 2023, as regras passaram a integrar o Código Nacional de Normas da Corregedoria Nacional de Justiça para o Foro Extrajudicial, instituído pelo Provimento CNJ nº 149/2023. No mesmo ano, o Provimento CNJ nº 152/2023 ampliou o acesso ao serviço ao permitir que a alteração do prenome e do gênero seja solicitada não apenas no cartório onde foi lavrado o registro de nascimento, mas em qualquer Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais do país, observados os requisitos legais.

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“O Mês do Orgulho LGBTQIA+ é uma oportunidade para lembrar que o reconhecimento da identidade de gênero é um direito assegurado pela legislação brasileira e que pode ser exercido durante todo o ano. Garantir que a população conheça esse procedimento também faz parte da missão do Poder Judiciário de promover o acesso à Justiça e aos direitos fundamentais”, afirma a juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso, Myriam Pavan Schenkel.

O Oficial Tabelião e Registrador Civil do 3º Ofício de Cuiabá, Daniel Benedito da Silva, ressalta que levar informação à população é fundamental para ampliar o conhecimento sobre esse direito. “Muitas pessoas ainda não sabem que essa alteração pode ser feita diretamente no cartório, sem ação judicial. Nosso papel é orientar desde o primeiro contato, explicar o procedimento, disponibilizar o checklist com a documentação necessária e garantir que tudo ocorra com segurança jurídica, sigilo e respeito à dignidade de cada pessoa”, afirma.

Como solicitar a alteração

A pessoa interessada pode comparecer a qualquer Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais do Brasil. No 3º Ofício de Cuiabá, o atendimento começa com a orientação sobre o procedimento e o envio de um checklist com a documentação necessária, que pode ser solicitado pelo WhatsApp ou acessado no site da serventia https://3oficiocuiaba.com.br/checklist-alteracao-prenome-genero.html.

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O checklist reúne a relação de documentos pessoais, certidões exigidas pela regulamentação nacional e informações sobre o atendimento. O serviço é isento de custas para beneficiários da gratuidade prevista em lei.

Autor: Alcione dos Anjos

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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