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Poder Judiciário certifica facilitadores de círculos de paz para atuarem nas escolas de Rondonópolis

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O Poder Judiciário de Mato Grosso avança na expansão da Justiça Restaurativa no Estado. Na manhã desta sexta-feira (28.04), 19 novos facilitadores e facilitadoras dos círculos de construção de paz foram certificados (as) em Rondonópolis. Isso torna a Comarca a primeira a certificar exclusivamente profissionais da educação que atuarão na rede estadual de ensino do município. Das 30 escolas estaduais, 16 já possuem facilitadores.
 
Os certificados foram entregues pelo juiz coordenador do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (NugJur-MT), Túlio Duailibi, juntamente com o juiz coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania de Rondonópolis (Cejusc), Wanderlei José dos Reis.
 
Os Círculos de Construção de Paz nas escolas são uma ferramenta da Justiça Restaurativa estimulada e desenvolvida pela Resolução n.º 225/2016 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com tribunais, comunidade e redes de garantia de direitos locais. O ano de 2023 foi definido pelo Conselho Nacional de Justiça como o ano da Justiça Restaurativa na educação.
 
A capacitação dos 19 novos facilitadores dos Círculos de Construção de Paz teve início em outubro de 2022, por iniciativa do juiz Wanderlei Reis, e chegou ao seu termo neste mês de abril com a rodada de supervisão e, por fim, com a entrega dos certificados aos facilitadores, dentre diretores, coordenadores e professores.
 
A professora Ana Paula Ferreira, da Escola Estadual Santo Antonio, de Rondonópolis, foi uma das pessoas certificadas e disse o que significa ser uma facilitadora dos círculos de paz.
 
“Mais que estar habilitada e apta para exercer uma atividade, para mim é uma oportunidade de cumprir meu papel como ser humano, que ama seu próximo, que entende a importância de cuidar do outro. É uma possibilidade de auxiliar outras pessoas a se enxergarem como ser humano, especial e completo que é, dentro de suas complexidades. O círculo [de paz] permite que as pessoas, ao falarem de si, do seu eu verdadeiro, acabam deixando aflorar o poder que existe dentro delas. O autoconhecimento leva a esse poder. Me sinto privilegiada por ter esse conhecimento e poder compartilhá-lo. Será um diferencial porque o círculo vai promover o movimento do autoconhecimento e da consciência de quem eu sou e qual é o meu papel no relacionamento com o outro. No circulo na há julgamento, não há certo e errado, há a escuta ativa”, comentou.
 
Tulio Duailibi, que também é juiz auxiliar da Presidência do TJMT e na oportunidade representou a presidente da corte, desembargadora Clarice Claudino da Silva, acredita que a postura e os pensamentos diferentes podem conviver harmonicamente na sociedade, desde que haja respeito e empatia. “É importante dar as mãos para a escola e trabalhar juntos para criar um ambiente pacífico e harmonioso”, disse o magistrado que vê a importância de estabelecer conexões com alunos, professores, corpo pedagógico, assistentes sociais e profissionais de saúde para que a escola seja um espaço saudável e pacífico para os jovens.
 
O juiz-coordenador do NugJur destaca a importância de confiar na política pública e se tornar corresponsável por ela. Ele acredita que as práticas restaurativas e de mediação têm um grande potencial para transformar realidades. Para Tulio, isso não é apenas discurso, mas vivência. Ele acredita que somente quem viveu essas práticas pode ser tocado por elas.
 
O magistrado agradeceu os facilitadores e facilitadoras recém-certificados(as). “Sem a colaboração de pessoas com vontade de fazer, nada disso estaria acontecendo. Isso é um sinal de que a Justiça Restaurativa e a mediação estão se tornando cada vez mais importantes na sociedade. Estamos felizes em agregar mais turmas de facilitadores para transmitir essa postura e pensamentos diferentes para a sociedade. O mais importante é criar um ambiente de respeito e empatia para que todos possam conviver harmonicamente”, finalizou ao dizer que o NugJur, no tribunal de Justiça, e os Cejuscs, nas comarcas, estão de portas abertas para receber a população.
 
O juiz Wanderlei Reis comemorou a certificação dos novos facilitadores, aproximando-se da meta de atender a demanda de todas as escolas, colaborando com o desenvolvimento de 21.367 alunos e alunas matriculados na rede, vindo ao encontro da Resolução n.º 225/2016 do CNJ.
 
“Hoje é um dia histórico para a Justiça Restaurativa em Rondonópolis, pois nunca se teve tantos facilitadores certificados pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso em uma só ocasião nesta comarca. O que representa um grande salto qualitativo e quantitativo de alunos e pessoas beneficiadas, doravante. E o nosso propósito é de aumentar esse número ainda mais.” disse o juiz coordenador.
 
Ainda segundo o magistrado, a formação desses 19 facilitadores atende a uma necessidade da comunidade escolar e da sociedade. “Tenho certeza de que os novos facilitadores, integrantes fundamentais da Justiça Restaurativa, resgatarão valores e qualidades de cada aluno, solucionando problemas, pacificando conflitos e contribuindo para a harmonia do ambiente escolar através do diálogo, de modo a beneficiar a comunidade escolar, as famílias e toda sociedade. Por isso, queremos multiplicar o número de facilitadores em todas as escolas, de tal maneira que as práticas restaurativas sejam disseminadas cada vez mais, tanto que, a nossa pretensão é a de formar novas turmas, estendendo também essa ferramenta às escolas municipais de Rondonópolis, para que toda a rede escolar seja atendida”, disse Wanderlei Reis.
 
Segundo levantamento do Cejusc, o curso de formação de facilitadores em vias de conclusão já atendeu também três escolas do município de Rondonópolis, duas delas estaduais, prestando atendimento a mais de 400 (quatrocentas) pessoas nesse período.
 
“É o Poder Judiciário, alguém de fora do sistema educacional, vindo, através da Justiça Restaurativa, com metodologias próprias, ao socorro, ao encontro dos gestores, diretores, professores, alunos e pais, sem querer jamais reinventar a escola, que continuará sendo escola, mas queremos ajudá-la para que seja um ambiente mais pacífico, sem violência,”, completou o juiz Wanderlei Reis.
 
O prefeito do município, José Carlos do Pátio parabenizou o Poder Judiciário de Mato Grosso pela iniciativa de formar facilitadores. Para ele não há dúvidas de que a mudança de pensamentos e conceitos é a chave para resolver os problemas educacionais. Ele acredita que os facilitadores cumprirão esse compromisso ao trabalhar na base das escolas e discutir a Justiça Restaurativa com a comunidade.
 
“Estou aprendendo muito com o Poder Judiciário. Vejo muitos gestos importantes acontecendo para a melhoria no ambiente escolar e estamos à disposição do judiciário para colaborar com essas políticas públicas.”
 
Expansão nas escolas – Presente no evento, o secretário de Estado de Educação, Alan Porto falou da parceria entre a Secretaria de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) e o Tribunal de Justiça no que diz respeito à expansão das práticas restaurativas na escolas de Mato Grosso. Essa iniciativa é parte da política pública do projeto ‘Educação 10 anos’, que reúne mais de 150 projetos, incluindo a política de acesso e permanência dos estudantes, aprendizagem e as práticas restaurativas.
 
“A partir dessa política pública o governador Mauro Mendes institucionalizou o Núcleo de Mediação Escolar dentro da estrutura da Secretaria de Educação com o objetivo de trabalhar de forma horizontal na resolução e prevenção de conflitos dentro das escolas. Agradeço a desembargadora Clarice Claudino pelo seu legado de pacificação, não só na educação, mas também na sociedade e em outros órgãos.”
 
De acordo com o secretário, o Núcleo de Mediação Escolar realiza pesquisas duas vezes por ano e uma delas, realizada em 2022, mostrou que 74% das 690 escolas passaram por algum tipo de bullying, 51% por cyberbullying, 40% por racismo, 12% por intolerância religiosa e 12% por questões financeiras. O secretário enfatizou a importância de mudar esse ambiente e torná-lo acolhedor, onde as pessoas possam conversar, dialogar, ouvir, respeitar e promover empatia.
 
“Para alcançar esse objetivo é importante a integração dos poderes, da sociedade organizada e dos pais. Ações devem ser desenvolvidas para construir a paz dentro do ambiente escolar, por meio da educação e de ferramentas que realmente façam a diferença. As práticas restaurativas devem ser institucionalizadas para que haja continuidade e ampliação nas formações de facilitadores. Na Baixada Cuiabana são 24 facilitadores formados. É preciso ter um olhar especial e implementar ações que realmente farão a diferença no âmbito escolar”, finalizou.
 
O evento contou com a presença do juiz-diretor do Fórum de Rondonópolis, Francisco Rogério Barros, a diretora-geral do TJ, Euzeni Paiva de Paula, magistrados e magistradas, servidores e servidoras da Comarca, dentre outras autoridades.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Facilitadores reunidos, em pé, com os certificados em mãos. Segunda imagem: Juiz Tulio Duailibi em pé, em frente ao púlpito. Ao seu lado direito está montado o dispositivo de autoridades. Terceira imagem: juiz Wanderlei Munhoz está em pé, atrás do púlpito e segura microfone com a mão direita. Ele usa terno escuro, camisa verde e gravata listrada. Quarta imagem: Secretário Alan Porto que discursa durante o evento. Ele veste camisa branca e fala ao microfone.
 
Dani Cunha (Com informações Cejusc Rondonópolis)/Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Encontro de almas: diligência abriu as portas da paternidade para agente da Infância e Juventude

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Foto horizontal dos anos 1990 que mostra o agente da Infância e Juventude Aparecido Donizete abraçado com a filha Érica, que tinha cerca de 10 anos na foto. Ela era uma menina de pele clara com longos cabelos loiros e cacheados.

Das histórias de tantas crianças e adolescentes que ajudou a reescrever, enquanto agente da Infância e Juventude, Aparecido Donizete da Silva, atualmente lotado na Comarca de Várzea Grande, encontrou em uma de suas diligências, em 1990, a primeira página de sua própria jornada enquanto pai.

Uma bebê foi abandonada pela mãe na casa da parteira, uma senhora muito pobre e sem condições de cuidar da criança, em Barra do Bugres. Nomeado guardião legal da criança, Aparecido levou a bebê com apenas quatro dias de nascida para casa. Ele e a então esposa cuidaram da recém-nascida até que ela restabelecesse a saúde, ao longo de três meses. O cuidado foi tamanho que o servidor, que também trabalhava como professor no período noturno, deixou este emprego para se dedicar ao cuidado com a menina.

Aparecido revela que não tinha interesse em adotar, mas, após três meses de acolhimento daquela bebezinha, decidiu que queria ficar com ela para sempre e pediu para entrar na fila da adoção. O processo levou tempo, pois investigações foram feitas e a mãe biológica foi identificada. Ela teve que registrar a criança, mas acabou perdendo o pátrio poder e, então a menina pôde participar do processo de adoção. “Ela veio como um presente de Deus”, afirma Aparecido.

Já estava escrito

“Eu acho que tudo já estava escrito pra ser dessa forma. Ele já era meu pai, só foi me buscar”, afirma Érica Taiane Buzato da Silva, 36 anos, filha mais velha de Aparecido, que sente o mesmo. “Pra mim, já existia uma paternidade de verdade, o vínculo, o cuidado e o amor vieram antes da ‘chegada’. Quando ela diz isso, eu sinto que a nossa história confirmou o que a gente viveu todos os dias”, diz o servidor.

Érica conta que seus “pais do coração” sempre foram transparentes em relação à sua origem e que, mesmo passando anos questionando o porquê do abandono, o amor que recebeu da família a levou a superar todas as dores.

“Eu sempre soube que eu era adotada. Fui a primeira filha deles. Depois, eu tive mais dois irmãos e a gente cresceu muito feliz. O meu pai é uma pessoa maravilhosa na minha vida! Não sei nem como agradecer porque, se não fosse ele, eu não sei o que poderia ter acontecido comigo. Sou muito grata ao meu pai e à minha mãe porque cuidaram de mim com todo amor, sem nenhuma diferença de mim e os meus irmãos”, diz.

A gratidão relatada por Érica é sentida também por parte do pai dela. “Me sinto profundamente grato e em paz. Olhando pra trás, vejo que o acolhimento que demos à Érica foi mais do que cuidados: foi amor que sustentou a ela e a mim”, afirma. Em relação à paternidade, que começou com a chegada de Érica em sua vida, Aparecido conta que sempre viu como algo muito simples a educação dada a ela e aos demais filhos, Evili e Lucas. “Nunca vi a Érica diferente, mas sim como filha, igual aos outros”, conta.

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Foto vertical antiga que mostra o agente da Infância e Juventude, Aparecido Donizete, com a ex-mulher, duas filhas e o filho ainda crianças, em uma festa. Eles posam sorrindo para a foto.Legado construído com exemplo

Aparecido destaca que sempre priorizou transmitir aos filhos valores como honestidade, caráter e determinação para batalhar pelos objetivos. “Eu sempre busquei passar esses valores no comportamento e nas escolhas do dia a dia, sendo honesto, firme e batalhador, para que eles aprendessem com a nossa convivência, não só com palavras”, pontua.

Para Érica, ficaram desses ensinamentos a admiração e o desejo de seguir os mesmos passos do pai. “Meu pai é uma pessoa de muito caráter, muito esforçado, inteligente, batalhador. Eu sei que a vida dele também foi muito difícil. Eu não sou igual a ele, mas tento ser e me espelho nele porque é uma pessoa maravilhosa. Ele me ensinou a ser uma pessoa honesta e a lutar pelos meus objetivos, pela minha felicidade. Eu conto tudo pra ele, então, a gente tem realmente uma ligação muito forte”, afirma Érica.

Ela destaca que se considera parecida até fisicamente com Aparecido. “É estranho, mas eu acho que a convivência faz a gente ficar parecido. Dizem que pai é quem cria, mas, pra mim, é mais do que isso: meu pai é meu porto seguro, minha referência”.

Por sua vez, Aparecido diz ser muito gratificante e emocionante ver os frutos do seu amor de pai. “Saber que a minha presença ajudou a formar o caráter dela e que hoje existe essa conexão me dá orgulho, e também me faz querer continuar fazendo o certo todos os dias”.

Apoio incondicional

Encontrar nos pais um porto seguro fez com que Érica tivesse coragem para encarar de frente seu passado e, depois de adulta, buscar suas origens. “Eu não perguntava por que achava que era algo que machucava eles, de certa forma. Mas, quando eu perguntei, ele foi atrás, conseguiu o contato de outro pai que também tinha adotado a minha outra irmã. Meu pai me ajudou e eu conheci ela e outro irmão, filho dessa minha mãe biológica. E foi muito legal conhecê-los porque faz parte da minha história, de certa forma, porque têm o meu sangue”, relata Érica. Ao reencontrar os irmãos biológicos, sua genitora havia falecido um ano antes.

Da parte de Aparecido, ele conta que ajudar Érica nesse processo de resgatar o contato com a família biológica foi um misto de carinho e responsabilidade. “Eu entendia o desejo dela de conhecer as origens e apoiei esse caminho. Ao mesmo tempo, eu precisava respeitar o tempo dela e garantir que essa busca não virasse dor ou culpa. Ver que ela conseguiu se aproximar com segurança me deixa muito satisfeito”, avalia.

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Imagem quadrada gerada com auxílio de inteligência artificial que mostra o agente da Infância e Juventude Aparecido Donizete e sua filha Érica abraçados, com um fundo verde de um parque. Ele é um homem pardo de cabelo grisalho e ela uma jovem branca e loira.

Há oito anos morando na Europa, Érica afirma ser difícil estar longe da família, especialmente em datas comemorativas, como o Dia dos Pais, mas que a única palavra que vem à sua mente nessas horas é gratidão. “Quero que ele saiba que é o melhor pai do mundo, que eu sou muito grata a ele por cada gesto, por cada abraço. Minha maior certeza na vida é que eu amo muito ele. Mesmo distantes fisicamente, graças a Deus somos muito próximos, pois, de certa forma ele me deu a vida”, assevera Érica.

Pai e apoiador, Aparecido confirma que a distância aperta o coração, mas que, ao mesmo tempo, sente orgulho ao ver que Érica está correndo atrás dos próprios objetivos com coragem. “A gente procura estar presente do jeito que dá, com diálogo, apoio e carinho. E isso ajuda a transformar a saudade em motivação”.

Adoção

Enquanto agente da Infância e Juventude, Aparecido ressalta que a Justiça tem um papel fundamental em garantir que toda criança tenha o direito de crescer em um ambiente seguro, com afeto, dignidade e oportunidades. “A adoção não é apenas um ato jurídico; é a construção de uma família baseada no amor e na responsabilidade”, avalia.

Ele lembra que, desde quando adotou Érica até os dias atuais, a legislação evoluiu muito. “Hoje, o processo de adoção é mais estruturado, transparente e voltado, acima de tudo, ao melhor interesse da criança e do adolescente. Há uma preparação maior das famílias, acompanhamento técnico e mecanismos que buscam reduzir o tempo de permanência de crianças em acolhimento institucional, sempre preservando seus direitos”, explica.

Aparecido aproveita este Dia dos Pais para deixar uma mensagem a todos os pais: “Aos pais biológicos, que valorizem o privilégio de acompanhar o crescimento dos seus filhos com amor, presença e responsabilidade. E aos pais de coração, que nunca duvidem da força do amor que escolheram oferecer. A verdadeira paternidade não é definida pelo sangue, mas pela presença, pelo cuidado, pelo exemplo e pelo compromisso de estar ao lado do filho em todos os momentos da vida. É esse amor que transforma histórias, fortalece famílias e constrói seres humanos melhores”, declara.

Érica, por sua vez, afirma: “Adoção não é sobre preencher um vazio, mas sobre transbordar o amor, porque é isso que eu sinto”.

Celly Silva

Coordenadoria de Comunicação do TJMT

[email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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