Tribunal de Justiça de MT

Movimentação na carreira da magistratura – Tribunal de Justiça aprova remoção de juízes

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O Órgão Especial do Tribunal de Justiça aprovou hoje a remoção de magistrados e magistradas da entrância final e intermediaria.
 
Para o Juizado Especial da Fazenda Pública da comarca de Cuiabá foi removido pelo critério de antiguidade o juiz Gonçalo Antunes de Barros Neto.
 
O Juiz Jamilson Haddad Campos foi removido, por merecimento, para o 3º Juizado Especial Cível da Comarca de Cuiabá.
 
Para a 3ª Vara Especializada de Família e Sucessões da Comarca de Várzea Grande foi removido, por antiguidade, o juiz Jorge Iafelice dos Santos.
 
A juíza Tatiane Colombo foi removida, por merecimento, para o 8º Juizado Especial Cível da Comarca de Cuiabá.
 
Para o 3º Juizado Cível da Comarca de Cuiabá, por antiguidade, foi removido o juiz Jeverson Luiz Quintieri.
 
O juiz Otávio Vinicius Affi Peixoto, pelo critério merecimento, foi removido para o 4º Juizado Cível da Comarca de Cuiabá.
 
Para o 2º Juizado Cível da Comarca de Cuiabá foi removido, por antiguidade, o juiz Carlos José Rondon Luz.
 
A juíza Cláudia Beatriz Schmidt foi removida para o 1º Juizado Especial Cível da Comarca de Cuiabá, pelo critério merecimento.
 
Para o Juizado Criminal Unificado da Comarca de Cuiabá – Jecrim foi removida a juíza Maria Rosi de Moura Borba, pelo critério antiguidade.
 
O Juiz Tulio Duailibi Alves Souza, por merecimento, foi removido para o 4º Juizado Especial Cível da Comarca de Cuiabá.
 
Na entrância intermediária foi removido o juiz Elmo Lamoia de Moraes, por merecimento, para a 4ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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