Tribunal de Justiça de MT

Magistrados e servidores participam de curso sobre painéis do Sistema de Ciência de Dados

Publicado em

Cerca de 170 pessoas, entre magistrados e servidores de diversas comarcas do Poder Judiciário de Mato Grosso participaram de curso sobre a utilização dos principais painéis do Sistema OMNI (Sistema de Ciência de Dados), desenvolvido pela Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-TJMT) com vistas à análise de dados utilizando Business Intelligence (B.I). O treinamento foi ministrado de forma remoto segunda-feira (29) pelo gestor do Núcleo de Justiça Digital dos Juizados Especiais, Marcos Girão Júnior e pelo servidor do Núcleo de Atuação Estratégica (NAE), Eduardo José Graça da Costa. Foram capacitadas 170 .
 
O grande ganho da iniciativa é transformar dados em inteligência de negócios para que seja possível compreender o comportamento da instituição, definir estratégias mais assertivas, garantir eficiência operacional, além de reduzir custos e riscos. “Para esse curso nós trouxemos o passo a passo de como utilizar os principais painéis do sistema Omni – Operacional, Tático, Estratégico, como instrumento para atingir as metas e reduzir os estoques de processos das unidades”, explicou.
 
Recentemente o servidor Eduardo da Costa desenvolveu uma boa prática a partir os painéis que está fazendo a diferença no atendimento da meta 2 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que consiste em julgar os processos mais antigos.
 
O juiz-auxiliar da CGJ-TJMT, Emerson Cajango, lembrou que além da capacitação nos painéis do OMNI de forma virtual, a Corregedoria também dará, em um segundo momento, treinamento presencial nas unidades que receberão o Projeto Corregedoria Participativa e de forma paralela às correições. “Vamos aproveitar esse contato nas comarcas do interior para ministrar esse curso e orientar sobre o quão interessante é a utilização desse sistema na obtenção de melhor índices, e consequentemente, na melhora da performance das unidades a atendimento das metas”, explicou.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativos para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: foto horizontal colorida. Um print da tela do programa Teams durante o curso. Na imagem, do lado esquerdo, aparece a metade de um globo terrestre com a palavra estratégico. Ao lado direito da imagem, aparecem os servidores Marcos Girão, Eduardo da Costa e Janete Meri.
 
Gabriele Schimanoski 
Assessoria de Imprensa da CGJ-TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Leia Também:  Rotam conclui curso de defesa pessoal para mulheres em Cuiabá

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Tribunal de Justiça de MT

“Quando o Estado entra só para reprimir, atua nas consequências”, afirma juíza sobre infância

Published

on

“Quando o Estado entra apenas para reprimir, já estamos trabalhando com as consequências.” A afirmação da juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso, Anna Paula Gomes de Freitas, feita durante o 1º Encontro dos Direitos e Garantias Fundamentais de Crianças e Adolescentes na Perspectiva Nacional e Internacional e o 5º Encontro Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Mato Grosso, realizados nos dias 18 e 19 de maio, em Cuiabá, aponta para a necessidade das instituições públicas atuarem mais preventivamente para melhor proteger os direitos fundamentais desses segmentos da população, hoje expostos às mais diversas formas de violência.

Coordenadora do evento, a magistrada defendeu o fortalecimento das ações preventivas e da rede de proteção diante do avanço de problemas que atingem diretamente crianças e adolescentes, como violência digital, vulnerabilidade social e recrutamento por facções criminosas.

A juíza ponderou que a programação foi construída a partir das situações que mais têm impactado a vida de crianças e adolescentes na atualidade.

“Nós selecionamos esses temas pensando no que vem atingindo mais a vida das crianças e adolescentes atualmente. Nós temos fases, ora são as facções criminosas, ora o Estatuto da Criança e do Adolescente Digital. Estamos vivendo um tempo em que as crianças estão sendo altamente prejudicadas pelo uso indiscriminado da internet”, afirmou.

Leia Também:  Entidade americana faz alerta sobre o uso de melatonina por crianças

Anna Paula Gomes de Freitas alertou para os efeitos emocionais provocados pela exposição excessiva às redes sociais e pelo ambiente virtual sem acompanhamento adequado.

“O uso excessivo das redes por parte das crianças e adolescentes vem deixando-os ansiosos, talvez até tendentes ao suicídio. Nós estamos preocupados com esses temas e, com base nisso, fizemos a seleção daquilo que deve ser tratado aqui e do que vem apresentando os maiores problemas atualmente na proteção e defesa dos direitos das crianças e adolescentes”, destacou.

Realizado em 18 de maio, data que marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, o encontro também trouxe para o centro das discussões a necessidade de fortalecer a atuação preventiva do Estado e da rede de proteção.

“Essa é a principal preocupação da rede de proteção: estar fortalecida. Falta o Estado estar mais presente, dar mais respostas, não só no sentido de punição, mas principalmente no sentido de apoio”, ressaltou a juíza.

De acordo com a coordenadora do evento, muitas famílias em situação de vulnerabilidade precisam de suporte para evitar que crianças e adolescentes sejam expostos a riscos e à criminalidade.

“A maioria dessas famílias é vulnerável. Elas precisam de uma estrutura, de apoio do Estado, para tirar os filhos de situações em que eles se colocam à mercê do risco”, pontuou.

Leia Também:  Página do Comitê de Promoção da Equidade Racial traz manual de boas práticas e canal de denúncias

Ao defender políticas públicas mais efetivas e integradas, Anna Paula Gomes de Freitas reforçou que o enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes deve priorizar a prevenção.

“Nós precisamos adiantar um passo nesse sentido para atuar mais preventivamente. Precisamos estar mais presentes, não só na educação, mas também na preparação dessas crianças, adolescentes e famílias, para que eles não cheguem a entrar em situação de risco”, concluiu.

Além do Poder Judiciário de Mato Grosso, do Ministério Público Estadual e da Faculdade Autônoma de Direito (Fadisp), participam da organização dos encontros a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis), Escola dos Servidores, Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ), Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente e o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf). O evento conta ainda com apoio da Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso (FESMP-MT).

Autor: Patrícia Neves

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA