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Juvam leva conscientização ecológica e cidadania às crianças na Expedição Ribeirinho Cidadão

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Com uma atuação que vai além da fiscalização e alcança o campo da educação e da conscientização, o Juizado Volante Ambiental (Juvam) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso tem se destacado como um dos pilares das ações socioambientais desenvolvidas na 19ª edição do Projeto Ribeirinho Cidadão – Rota das Águas.

Presente na expedição, o Juvam promove atividades voltadas especialmente ao público infantil, utilizando uma abordagem lúdica para ensinar conceitos fundamentais sobre preservação ambiental. A unidade é vinculada à Vara Especializada do Meio Ambiente, sob titularidade do juiz Emerson Luis Pereira Cajango.

Por meio de jogos, perguntas e respostas, os pequenos aprendem sobre temas como coleta seletiva, preservação dos recursos naturais, reflorestamento e cuidados com os animais.

Segundo o cabo Taylor Sartori, representante da Coordenadoria Militar do TJMT/Juvam, a receptividade tem sido positiva. “A gente traz atividades relacionadas ao meio ambiente e educação ambiental às crianças. São brincadeiras que ensinam, e a criançada tem aceitado muito bem. Elas aprendem e se divertem ao mesmo tempo”, destacou.

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Outro destaque é a integração com o programa Verde Novo, que proporciona às crianças a experiência prática do plantio de mudas, promovendo a conscientização sobre sustentabilidade desde cedo. A vivência direta com a natureza contribui para consolidar o aprendizado e estimular a formação de cidadãos mais conscientes.

A presença do Batalhão Ambiental também chama a atenção do público infantil, especialmente pela oportunidade de conhecer de perto animais como serpentes. Em um ambiente controlado e seguro, as crianças podem observar e interagir, superando medos e adquirindo conhecimento sobre a fauna. “É uma atividade que desperta curiosidade. Mesmo com um pouco de receio, elas gostam bastante e aprendem muito”, reforçou Sartori.

As ações do Juvam se somam a uma ampla rede de serviços oferecidos pelo Ribeirinho Cidadão, que inclui atendimentos jurídicos, emissão de documentos, assistência em direitos previdenciários, além de cuidados de saúde e atividades culturais.

Realizado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso, por meio da Justiça Comunitária, em parceria com a Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso, o projeto reúne diversas instituições públicas e privadas em uma força-tarefa voltada à promoção da cidadania em regiões de difícil acesso.

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A atuação integrada das equipes, que inclui setores como Corregedoria, Ceja, Verde Novo, Cejusc, NugJur, Comunicação, Infraestrutura e Transporte, reforça o compromisso do Judiciário mato-grossense não apenas com a prestação jurisdicional, mas também com a transformação social por meio da educação, da inclusão e da conscientização ambiental.

A 19ª edição do Projeto Ribeirinho Cidadão – Rota das Águas já passou pelo Distrito de Caramujo (Cáceres), pelo município de Vale de São Domingos, e está nesta quinta-feira (19) no seu último dia de atendimentos, desta vez na cidade de Reserva do Cabaçal.

Autor: Patrícia Neves

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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