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Judiciário leva brinquedos e alegria para crianças acolhidas em Várzea Grande e Cuiabá

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“O dia foi muito legal. Gostei do pula-pula, de comer picolé e hambúrguer e não vejo a hora dos presentes”, declarou em alto e bom som o pequeno Daniel, de 8 anos, uma das 134 crianças acolhidas em Casas Lares de Cuiabá e Várzea Grande, que celebraram o Dia das Criança em uma ação especial promovida pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, através da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) e Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja) em parceria com o Projeto Cuiabraça.
 
Entre os dias 9 e 11 de outubro, as crianças e adolescentes receberam presentes e tiveram tardes de muitas brincadeiras e guloseimas. Em Várzea Grande, a ação foi realizada terça-feira (10) e contou com a parceria da Polícia Civil. Ao todo 29 crianças, entre 5 a 12 anos, de quatro casas do Programa de Acolhimento Casas Lares de Várzea Grande, Projeto Vida Nova, se divertiram no pula-pula, no escorregador inflável, comeram pipoca, mini pizza, hambúrguer, batata frita, algodão doce, picolé e andaram na viatura Camaro da Polícia Civil.
 
Anderson, de 9 anos, foi um dos garotos que se divertiu andando na viatura. “Andei duas vezes, foi muito legal e ainda pude ligar a sirene, o dia está sendo ‘da hora’”, comemorou.
 
A juíza auxiliar da Corregedoria, Christiane da Costa Marques Neves, ressaltou que a ação foi um momento de alegria, de comemoração ao Dia da Criança. “Eventos como esse são necessários porque dão visibilidade ao tema da adoção e as crianças e adolescentes acolhidos. É importante recordarmos que elas existem e estão nas Casas Lares. Este ano especialmente contamos com parcerias de outras instituições como a Policia Civil, por meio da delegada Mariel e do Projeto Cuiabraça. Assim como o Ministério público e a Defensoria estiveram presentes. Ficamos felizes por proporcionar esse dia e de mostrar a realidade dessas crianças”, disse.
 
A coordenadora do Projeto Vida Nova, Isis Katia Novaes Hauter, também destacou a felicidade do dia para as crianças e adolescentes acolhidos. “Só temos a agradecer, seja pela parceria da Corregedoria e da Ceja que estão diariamente conosco, como da Polícia Civil e do Projeto Cuiabraça por esse dia especial. Ficamos muito contentes de ver a alegria delas e deu para ver o quanto elas aproveitaram”, afirmou.
 
Para a voluntária do Projeto Cuiabraça, Bianca Zanarti, partiripar de eventos como esse é oportunidade de se conectar com as crianças e adolescentes. “Essencial enquanto uma organização dar atenção a eles que muitas vezes não tem o olhar da sociedade. É com muito orgulho que junto da Corregedoria, Ceja estamos celebrando esse dia com elas”, pontuou.
 
A delegada titular da Delegacia da Mulher Criança e Idoso de Várzea Grande, Mariel Antonini Dias Viana, também destacou que a ação foi uma oportunidade de apresentar a Polícia a crianças e adolescentes que estão em idade de formação de caráter. “Até por isso trouxemos o Camaro, para mostrar um pouco do nosso trabalho, qual a função da segurança pública a eles. E ficamos felizes que foi um sucesso entre a garotada”, disse.
 
Nesta quarta-feira (11), a festa está sendo realizada para os acolhidos de Cuiabá. Desde às 16h, em um espaço disponibilizado pelos parceiros, no bairro Shangri La.
 
Na segunda-feira (09), o grupo visitou adolescentes do Projeto Nossa Casa e Nosso lar, e também da Casa 5 – Família Lar Social, que atende crianças e adolescentes portadores de deficiência.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: Foto 1 – Voluntária brinca no pula-pula com menina acolhida. Foto 2 – Juíza-auxiliar concede entrevista. Foto 3 – Menino acolhido brinca e saboreia um cachorro-quente.
 
Larissa Klein/Fotos Alair Ribeiro
Assessoria de Comunicação CGJ-MT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Conselho dos Juizados Especiais recebe diretoria da OAB para tratar da Súmula 52 e parcerias

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Foto vertical que mostra diversas pessoas sentadas em volta de uma mesa retangular, durante reunião do Conselho de Supervisão dos Juizados com representantes da OAB-MT.O Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais de Mato Grosso (CSJE) recebeu uma visita institucional de representantes da diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), na tarde de segunda-feira (6), no Complexo dos Juizados, para uma conversa sobre a Súmula 52 das Turmas Recursais e parcerias para capacitação na área de conciliação e mediação.
A reunião contou com a participação do presidente do Conselho de Supervisão, desembargador Sebastião de Arruda Almeida; do juiz coordenador do Conselho de Supervisão, Érico de Almeida Duarte; dos juízes membros Cláudia Beatriz Schmidt, Gonçalo Antunes de Barros, Hugo José Freitas da Silva, Lamisse Roder Feguri Alves Corrêa, Marcelo Sebastião Prado de Moraes, Patrícia Ceni dos Santos, Valdeci Moraes Siqueira e Valmir Alaércio dos Santos.
Representando a advocacia mato-grossense, compareceram a presidente da OAB-MT, Gisela Alves Cardoso; o procurador-geral da entidade, Helmut Daltro; o presidente da Comissão de Juizados Especiais, Fábio Nunes e o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, Bernardo Riegel.
“Durante a visita institucional da diretoria da OAB ao Conselho, fizemos uma pequena reunião de trabalho, na qual foi postulada a possibilidade de análise e alteração da Súmula 52 das Turmas Recursais. E o que foi dito à diretoria, principalmente através da sua presidente, é que esse pleito, por se tratar de questão jurisdicional, o Conselho repassaria para o presidente das Turmas Recursais para, através da Turma de Uniformização dos Juizados Especiais, fazer a análise a respeito desse pleito da OAB”, disse o desembargador Sebastião Arruda.
O juiz coordenador do Conselho de Supervisão, Érico de Almeida Duarte, destaca a importância da visita institucional para o alinhamento de objetivos e propósitos e para contemplar a visão da advocacia acerca dos enunciados da Turma Recursal. “Especificamente o Enunciado 52 que, na visão da OAB, ao exigir o histórico de negativações de consumidores, nos últimos cinco anos, dificultaria o acesso e desequilibraria o ônus probatório. Diante disso, foi esclarecido, pelo CSJE, que a discussão tratava de matéria jurisdicional, possuindo o Conselho apenas função administrativa, e orientado a formular proposição de revisão do enunciado diretamente nas Turmas Recursais Reunidas, com as razões de reforma”, explica.
Foto vertical que mostra diversas pessoas sentadas em volta de uma mesa retangular, durante reunião do Conselho de Supervisão dos Juizados com representantes da OAB-MT.A presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso, apresentou os impactos que a aplicação do enunciado tem gerado no acesso à Justiça, especialmente nas demandas consumeristas. “Viemos apresentar esse ponto de vista da advocacia e construir, de forma institucional e respeitosa, uma solução para a questão”, destacou.
Para o juiz Érico Duarte, por meio do diálogo foi possível compartilhar dificuldades e proposições. “Essas conversas sempre são a melhor solução, notadamente visando atender aos anseios dos advogados, defender a sociedade de demandas predatórias eventualmente incidentes, bem como, sobretudo, garantir a prestação jurisdicional eficiente e equilibrada ao cidadão que dela mais necessita”, avalia.
Parceria – Durante a agenda institucional, também foi reforçada a intenção do Judiciário de estabelecer parceria com a OAB-MT para a realização de eventos de capacitação que tratem dos métodos adequados de solução de conflitos, a exemplo da conciliação e da mediação.
“Visto que essa ação de mediação e conciliação está dentro do nosso organograma do Conselho de Supervisão e alinhada com o que o Tribunal de Justiça vem desenvolvendo. Tanto é assim, que saiu recentemente uma matéria informando que o nosso Tribunal de Justiça alcançou o primeiro lugar, entre os tribunais de médio porte, no quesito realização de audiências de conciliação. Mas nós não queremos apenas a realização da audiência de conciliação. Nós queremos também alcançar o resultado positivo, os acordos nessas audiências. Porque alcançando o acordo, com certeza nós estaremos resolvendo o processo e resolvendo o problema social instaurado através daquela lide”, avalia o desembargador Sebastião Arruda.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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