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Judiciário de Mato Grosso promove encontro sobre sustentabilidade com certificação carbono neutro

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Arte do 10º Encontro de Sustentabilidade e 2º Seminário de Mudanças Climáticas do Poder Judiciário de Mato Grosso em tons de verde, com imagens de folhas, do planeta Terra ao centro e símbolos relacionados à sustentabilidade.O Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Núcleo de Sustentabilidade, realiza nos dias 17 e 18 de setembro 10º Encontro de Sustentabilidade e 2º Seminário de Mudanças Climáticas do Poder Judiciário de Mato Grosso. O evento é híbrido e acontecerá no Espaço Justiça, Cultura e Arte Desembargador Gervásio Leite, na sede do TJMT, em Cuiabá. A iniciativa foi pensada para sensibilizar magistrados, servidores e sociedade sobre a urgência das mudanças climáticas e a necessidade de práticas institucionais alinhadas à preservação ambiental.

Importância do evento

A programação contempla palestras e debates voltados ao papel do Judiciário na governança ambiental, boas práticas de gestão pública e experiências em sustentabilidade. O encontro reitera o compromisso do Tribunal mato-grossense em liderar discussões estratégicas, fomentar políticas preventivas e incentivar ações concretas que podem salvar vidas e evitar prejuízos econômicos.

Evento carbono neutro

O Encontro será certificado como carbono neutro, iniciativa que simboliza o engajamento da instituição com as diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (Resolução 594/2024). A certificação garante que todas as emissões de gases de efeito estufa decorrentes da realização sejam devidamente compensadas, reafirmando o compromisso do Judiciário mato-grossense com a responsabilidade socioambiental.

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Palestrantes do primeiro dia

Na manhã de abertura, dia 17/09, três especialistas de destaque nacional e internacional conduzirão os debates:

Guilherme Guimarães Feliciano, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça e presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social do CNJ, abre o evento tratando da relação entre crise climática, Justiça e governança ambiental.

Patrick Ayala, procurador do Estado de Mato Grosso e pesquisador em Direito Ambiental e Mudanças Climáticas, abordará a litigância climática e os desafios jurídicos do direito fundamental ao meio ambiente.

Carlos Sanquetta, referência internacional em mudanças climáticas e membro do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC/ONU), falará sobre descarbonização, mercado de carbono e perspectivas para o Brasil e o mundo.

Se inscreva e saiba mais sobre a programação

Autor: Dani Cunha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Artigo de magistrado e servidora do TJMT é aprovado em seminário nacional da UFRJ

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O artigo “A Visita Técnica nas Comissões de Soluções Fundiárias e a Construção de Decisões Informadas e Humanizadas: a experiência do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso”, desenvolvido pelo juiz Eduardo Calmon de Almeida Cézar e pela servidora Keila Souza da Cunha, integrantes da Comissão Regional de Soluções Fundiárias do Poder Judiciário de Mato Grosso, foi aprovado para publicação no Seminário Nacional “Comissões de Soluções Fundiárias e o Direito à Terra e à Moradia Adequada”, promovido pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

O trabalho analisa a visita técnica como instrumento para ampliar a compreensão judicial nos conflitos fundiários coletivos. O estudo destaca a atuação da Comissão Regional de Soluções Fundiárias do TJMT na construção de decisões contextualizadas e alinhadas às diretrizes da Resolução CNJ nº 510/2023.

A pesquisa utiliza como referência a visita técnica realizada na área de Reserva Legal Coletiva do Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Nova Conquista, em Nova Olímpia. A atividade foi conduzida em atuação conjunta entre o TJMT e o Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

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Segundo o estudo, a coleta de dados territoriais, sociais e humanitários diretamente no local do conflito contribui para ampliar a compreensão sobre a realidade das famílias envolvidas. A metodologia adotada inclui observação do território, aplicação de questionários padronizados, entrevistas com moradores e sistematização das informações coletadas.

O artigo também aponta que os conflitos fundiários coletivos exigem abordagem estrutural, interdisciplinar e humanizada, especialmente em situações que envolvem populações vulneráveis. Nesse contexto, as Comissões de Soluções Fundiárias são apresentadas como instrumento para construção de soluções dialogadas e compatíveis com os direitos fundamentais relacionados à moradia e ao acesso à terra.

A aprovação do trabalho reforça a participação do Poder Judiciário de Mato Grosso nos debates nacionais sobre governança fundiária, mediação de conflitos e políticas voltadas à garantia do direito à moradia adequada.

O seminário foi realizado presencialmente entre os dias 23 e 25 de março de 2026, na Faculdade Nacional de Direito da UFRJ, no Rio de Janeiro. O evento reuniu pesquisadores, magistrados, profissionais do Direito e representantes de movimentos sociais para discutir a atuação das Comissões de Soluções Fundiárias e os desafios dos conflitos socioambientais urbanos e rurais.

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Autor: Assessoria de Comunicação

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Departamento: CGJ-MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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