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Fórum de Terra Nova do Norte suspende atendimento presencial por 90 dias para manutenção predial

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O atendimento presencial da Comarca de Terra Nova do Norte (650 km de Cuiabá) está suspenso por 90 dias, entre o período de 13 de novembro de 2023 e 11 de fevereiro de 2024, para manutenção predial. A suspensão foi publicada na Portaria nº 38/2023-DF/TNN, assinada pelo diretor do Foro, juiz de Direito Edson Carlos Wrubel Junior, estabelece o regime de tele trabalho para todos os servidores e servidoras.
 
No período, não ocorrerá qualquer interrupção dos prazos processuais, uma vez que o tele trabalho não trará impactos à acessibilidade dos sistemas PJE, SEEU, CIA e outros, nos quais tramitam todos os processos judiciais da Comarca.
 
De acordo com a portaria, não há possibilidade de realização de qualquer atividade no prédio do Fórum, já que o abastecimento de energia elétrica e a interrupção do funcionamento da rede lógica se farão necessários.
 
O atendimento às partes, advogados (as) ou qualquer interessado (a) nos processos físicos ou eletrônicos em tramitação na comarca, pode ser realizado pelo Balcão Virtual, que funcionará durante todo o horário de atendimento ao público, das 12h às 19h, sem necessidade de agendamento prévio, de forma similar à do balcão de atendimento presencial.
 
Link de acesso ao Balcão Virtual
 
Outros canais de atendimento são:
 
Secretaria da Vara Única
Ercílio Giacomel (66) 99208-1798 – Plantão
 
Gabinete da Vara Única
Patrícia Dalla Vecchia – (66) 99919-6341
Lucíola Passanelli Moreschi – (66) 99209-9088
 
Central de Distribuição e Central de Mandados
Cristiane Cardeal Correia (66) 99951-8162
 
Central de Arrecadação
Elisandra Hattori da Rocha (66) 99626-8543
 
Central de Administração
Kátia Flávia Beê (66) 99985-1891
 
 
Marcia Marafon
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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