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Facilidade de acesso: canais de atendimento do Judiciário estão disponíveis para a população

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O Poder Judiciário de Mato Grosso possui canais de comunicação disponíveis para facilitar o acesso aos serviços judiciais e administrativos. O portal de canais permanentes reúne, em um único ambiente, todos os meios oficiais de atendimento ao público.

No menu horizontal ‘Contatos do Judiciário’, na capa do site do TJMT, cidadãos, advogados e demais usuários podem localizar, de forma rápida e organizada, os canais de comunicação do TJMT, comarcas, Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs), Pontos de Inclusão Digital (PIDs), além do Plantão Judiciário.

Já no portal https://canaispermanentesdeacesso.tjmt.jus.br/ estão disponíveis informações das unidades judiciárias, TJMT, Turmas Recursais, Balcão Virtual, entre outros, como endereços de e-mail institucionais, telefones, atendimento via WhatsApp, além do acesso ao Balcão Virtual (https://balcaovirtual.tjmt.jus.br/), que possibilita o atendimento remoto em tempo real, sem a necessidade de deslocamento até os fóruns.

O portal também disponibiliza links para serviços que precisam de agendamento prévio, permitindo que o usuário escolha o canal mais adequado conforme a sua demanda. A centralização dessas informações contribui para dar mais transparência ao funcionamento do Judiciário e otimizar o atendimento, evitando buscas dispersas por contatos e reduzindo filas presenciais.

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Autor: Flávia Borges

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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