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Expedição Araguaia Xingu atende famílias indígenas de São José do Xingu

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Serviços da Justiça Comunitária, saúde, educação ambiental, cidadania e doações de roupas e alimentos foram entregues a população do município de São José do Xingu (950 km de Cuiabá) pela 6ª edição da Expedição Araguaia Xingu.
 
A ação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, com a parceira de diversas instituições públicas e privadas, finalizou os atendimentos no município no último domingo (1º), completando dois dias no local. Os moradores da cidade e região aproveitaram a oportunidade para buscar serviços essenciais e também diversão para a garotada.
 
O Sr. Tarrurimã Juruna, de 65 anos, da aldeia indígena Kamain foi acompanhado por toda família para receber os atendimentos. Sua esposa, Gaisõto Suya, 64 anos, a filha Madayalu Juruna, 29 anos, aproveitaram a vinda da expedição para regularizar o título de eleitor e carteira de identidade, plastificar os documentos. Além disso, também trouxeram o pequeno Maycadê Juruna, de seis anos e filho de Madayalu para brincar e participar das dinâmicas.
 
“Eu vim renovar a minha identidade e o CPF. Minha esposa e minha filha vieram regularizar o título de eleitor. Eu achei tudo ótimo, o trabalho de vocês ajudam a gente. Isso é muito importante para nós. As pessoas nos atendem bem, atendem direito, ajudando para fazer o que a gente precisa”, disse Tarrurimã.
 
O prefeito de São José do Xingu, Sandro Costa, acompanhou as ações e ressaltou o quão importante é a ação para a população local. E também agradeceu o serviço prestado por cada voluntário presente.
 
“A expedição aqui em nosso município é de grande importância! Nós esperamos ansiosos durante todo o ano para a chegada desse momento em que a nossa população recebe diversos serviços através da Ação da Justiça Comunitária, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Eu agradeço a coordenação do Dr. Tony Bezerra e também a todos que estiveram aqui colaborando com o nosso município. Nossa população fica muito feliz, porque são serviços que normalmente nós não temos acesso aqui” ressaltou o prefeito.
 
Os moradores em situação de vulnerabilidade social, receberam várias doações, entre elas cobertores, sapatos, roupas e brinquedos para as crianças. Também foram entregues cestas básicas à 130 famílias do município.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem. Foto 1: Registro de uma família indígena composta pelo avô, avó e neto sentados em um banco recebendo a orientação de um voluntário da expedição. Foto 2: Imagem do Sr. Turrurimã, um idoso indígena segurando seu documento que foi renovado na expedição. Ele está sorrindo, usa camisa gola polo preta e boné preto. Foto 3: Registro de um morador carregando uma cesta básica no ombro apoiado pela sua mão direita e na mão esquerda ele segura o cobertor embalado que recebeu da expedição. O homem usa boné, camisa azul e bermuda preta.
 
Luana Daubian/Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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