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Edital abre seleção para cadastro de reserva de fisioterapeutas na Comarca de Juara

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A Comarca de Juara abriu processo seletivo para credenciamento de profissionais de fisioterapia que irão atender magistrados e servidores. O edital estabelece que o credenciamento será feito para formação de cadastro de reserva.

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela internet, no período de 9 de março a 9 de abril de 2026, por meio do endereço eletrônico disponibilizado no edital. Não será cobrada taxa de inscrição e cada candidato poderá se inscrever apenas uma vez.

O processo seletivo será conduzido por uma Comissão de Apoio instituída pela Portaria nº 19/2026/JUA. A seleção ocorrerá por meio da análise da documentação apresentada pelos candidatos. Caso haja mais de um profissional habilitado, será feita classificação com base em critérios como tempo de experiência profissional, atuação no serviço público e formação acadêmica.

Para participar, é necessário ter graduação em Fisioterapia, registro no conselho profissional e idade mínima de 21 anos, além de não possuir antecedentes criminais ou exercer cargo público incompatível. Dependendo da área de atuação pretendida, poderão ser exigidos certificados específicos em modalidades como Pilates, RPG, Shiatsu ou Reflexologia.

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O credenciamento terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período. Os profissionais credenciados atuarão como autônomos, sem vínculo empregatício, sendo remunerados conforme a prestação dos serviços.

O edital completo está disponível no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) da última terça-feira (10 de março), nas páginas 86 e 115.

Autor: Adellisses Magalhães

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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