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Desembargadora destaca avanços na proteção das mulheres em Mato Grosso

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A Coordenadoria Estadual da Mulher do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (Cemulher/TJMT), sob a coordenação da desembargadora Maria Erotides Kneip, vem fortalecendo as Redes de Enfrentamento à Violência Doméstica contra a Mulher no estado. Nesta terça-feira (25), Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, a magistrada ressaltou a importância do trabalho desenvolvido.

No início do ano, o Estado contava com vinte Redes de Enfrentamento à Violência Contra Mulher. A meta da Cemulher era expandir esse número para 100 até o final do ano de 2025 e, conforme desatacou a desembargadora, o objetivo foi alcançado.

“É um trabalho do qual nós não cansamos, o de construir as Redes de Enfrentamento nos municípios, para que as mulheres vítimas de violência tenham onde serem socorridas, possam ser acolhidas e ser verdadeiramente amparadas e denunciar os seus agressores”, afirmou Maria Erotides.

A desembargadora rememora que no início do ano, eram 20 redes funcionando. “E nós nos propusemos a ampliar esse número e ousamos fazer uma projeção de 100 redes ao final do ano. E estamos concluindo o ano com as 100 redes criadas, constituídas nos municípios, e vamos fazer um grande encontro das Redes, que será no dia 10 de dezembro, às oito horas da manhã, no Tribunal de Justiça de Mato Grosso”.

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A atividade integra a programação dos “21 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra a Mulher” e incluirá a premiação do concurso estadual “A escola ensina, a mulher agradece”, promovido pela Coordenadoria.

Sobre a atuação das Redes, Maria Erotides destacou seu papel tanto na prevenção quanto no enfrentamento da violência. “As Redes trabalham na prevenção. Elas executam todas as políticas públicas de prevenção para impedir que a violência aconteça. Também trabalham no enfrentamento, uma vez havendo a violência. Elas se articulam, as instituições são componentes, se articulam para o atendimento, para o acolhimento, para denúncia, para as separações, se for o caso.”

Em parceria com as prefeituras e governo estadual, as Redes de Enfrentamento à Violência Doméstica contra a Mulher contam com equipes multidisciplinares, envolvendo profissionais das secretarias de Assistência Social, Saúde e Educação dos municípios, além das polícias Civil e Militar, Poder Judiciário e entidades e parceiros da sociedade civil. Também faz parte da Rede o Grupo Reflexivo para Homens Autores de Violência, realizado pelo juízo da Comarca. Os homens participam do grupo por ordem judicial.

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Autor: Patrícia Neves

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Auditoria Interna do Tribunal promove palestra sobre Governança, Gestão de Risco e Integridade

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Com o objetivo de destacar o papel da auditoria interna no fortalecimento da governança, da integridade organizacional, da transparência e da boa gestão dos recursos públicos, a Coordenadoria de Auditoria Interna do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) proporcionou aos gestores das diversas áreas do tribunal uma palestra com o tema “Governança, Gestão de Riscos e Integridade no Setor Público”, ministrada pelo auditor federal de Finanças da Controladoria-Geral da União (CGU), Kleberson Roberto de Souza, nesta terça-feira (19), na Escola dos Servidores do Poder Judiciário.

A iniciativa integra o Mês de Conscientização da Auditoria Interna, criado pelo Instituto Internacional de Auditores Internos (The Institute of Internal Auditors– IIA).

De acordo com o coordenador de Auditoria Interna do TJMT, Eduardo Campos, o evento tem como proposta demonstrar o papel da Auditoria Interna e promover uma melhor integração das equipes.

Durante a palestra, foram apresentadas aos gestores do Tribunal as ferramentas necessárias para alcançar os padrões internacionais de governança, gestão de riscos e integridade. Kleberson Souza abordou a importância desses mecanismos para a boa gestão dos recursos públicos e entrega de resultados para a sociedade.

“A auditoria interna está passando por um processo de transformação. Por muito tempo, ela foi vista como órgão fiscalizador, que chegava depois que a irregularidade já havia acontecido. E justamente para fortalecer esses mecanismos de governança, gestão de risco e integridade, a auditoria interna tem buscado, cada vez mais, auxiliar a organização a alcançar seus objetivos. As unidades de gestão têm que entender que a auditoria é uma parceira, é uma unidade que está ali para cumprir o mesmo propósito que elas: auxiliar no alcance dos objetivos da instituição e melhorar suas entregas para o cidadão”, destaca o auditor da CGU.

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Kleberson Souza defende, ainda, que a missão da auditoria interna é gerar e proteger valor organizacional, fornecendo serviços de avaliação, consultoria e conhecimento em gestão de riscos. Diante disso, ele ressalta que os resultados desse trabalho somente são possíveis caso haja parceria com a alta gestão do órgão.

“A auditoria interna, sozinha, não consegue transformar a realidade, mas ela precisa do apoio do gestor porque é o gestor que implementa as recomendações. Entendendo que a auditoria está somando esforços com a gestão para alcançar o mesmo resultado e a gestão tendo essa visão, entendendo que a auditoria interna é um órgão que está ali para auxiliar a administração a avançar e não necessariamente identificar erros, irregularidade e aplicar punição, é possível conseguir resultados para a sociedade como um todo”, assevera Souza.

A juíza auxiliar da Presidência do TJMT, Christiane da Costa Marques Neves participou do evento promovido pela Coordenadoria de Auditoria Interna, e afirmou que o intuito da gestão do Tribunal é aprimorar a governança, começando pela conscientização.

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“O nosso trabalho é esse de conscientização, de transparência, de gestão de processos, de verificar o que foi feito, analisar o que vai ser feito, salientando que nós auditamos processos, e não pessoas. Então, nós analisamos o que é feito e como nós podemos melhorar. E os trabalhos da Auditoria Interna faz muita diferença, inclusive na atividade fim do Poder Judiciário. Então, o que nós desenvolvemos na Auditoria impacta na atividade jurisdicional”, frisou a magistrada.

O evento contou com as presenças da Diretoria-Geral, Andrea Marcondes Alves Nunes, da Vice Diretoria-Geral, Renata Guimarães Bueno Pereira e com o apoio da Escola dos Servidores do Poder Judiciário.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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