Tribunal de Justiça de MT

Corregedor-geral do Amapá conhece estrutura do Tribunal de Justiça de Mato Grosso

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O corregedor-geral do Tribunal de Justiça do Amapá, desembargador Jayme Henrique Ferreira visitou as instalações do Tribunal de Justiça de Mato Grosso nesta segunda-feira (08). Ele foi recebido pela presidente, desembargadora Clarice Claudino e pelo corregedor-geral, desembargador Juvenal Pereira da Silva. A visita tem como objetivo trocar informações sobre o aprimoramento dos sistemas da primeira instância e da implantação do Processo Judicial Eletrônico (PJE).
 
A presidente do TJ falou da satisfação em receber os colegas em terras mato-grossenses. “É sempre uma troca, uma via de mão dupla. Sempre temos algo a aprender e algo para ensinar. Hoje o nível de aperfeiçoamento dos sistemas está avançando muito rapidamente e precisamos estar em contato. É importante estarmos conectados”, disse.
 
O corregedor-geral da Justiça de MT destacou que essa troca de informações é essencial para aprimorar os serviços. “Como a nossa presidente mesmo citou, o Poder Judiciário de Mato Grosso não pode trabalhar isoladamente. Então, estamos todos dialogando e em conjunto encontrando soluções para oferecer uma melhor prestação judicial ao cidadão, à sociedade”, disse.
 
Atualmente o Tribunal de Justiça do Amapá está fazendo a migração dos processos físicos para o meio eletrônico. São 100 mil processos no Estado todo que estão sendo transferidos, enquanto em Mato Grosso, à época da migração, esse número era oito vezes maior.
 
“O Amapá tinha um Sistema próprio, que funcionava bem, mas por determinação do CNJ tivemos que migrar para o Sistema Nacional, que é o PJe. Como sabedores da expertise da TI e Corregedoria do TJMT em relação ao PJe e os painéis de Business Intelligence (BI) viemos aqui buscar auxílio e propor essa cooperação com o estado de MT”, disse o corregedor-geral do Amapá.
 
A comitiva é composta ainda pelo juiz auxiliar da CGJ-AP, André Gonçalves de Menezes e pelo analista em tecnologia Teófilo Emílio Soeiro dos Santos. Após a visita a presidência e a corregedoria, os membros conheceram o Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI), a Central de Processamento Eletrônico (CPE) e o Espaço Memória do TJ. Ainda pela manhã também participaram do lançamento da Semana Nacional do Registro Civil – Registre-se.
 
#ParaTodosVerem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: Imagem colorida. Presidente do TJ, desembargadora Clarice Claudino, em pé, ladeada pelo corregedor-geral do TJMT, desembargador Juvenal Pereira, pelo corregedor-geral do TJAP, desembargador Jayme Henrique Ferreira e juiz auxiliar André Gonçalves de Menezes. Foto 2: Imagem colorida. Foto posada com os servidores da CPE. 
 
Gabriele Schimanoski / Fotos: Adilson Cunha e Alair Ribeiro
Assessoria de Imprensa CGJ-MT 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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