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Comunicação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso vence prêmio nacional de mídia social

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A Coordenadoria de Comunicação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso foi vencedora do Prêmio Social Media Gov de Comunicação Pública, na categoria “Xô Fake News”. A cerimônia de premiação foi realizada nessa quinta-feira (25 de abril), em Florianópolis.
 
O tribunal mato-grossense estava concorrendo com grandes nomes da comunicação pública nacional, como Senado Federal, Secretaria de Comunicação do Governo Federal, Prefeitura de Maceió, Tribunal Superior Eleitoral e Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).
 
Os indicados foram selecionados a partir das métricas de envolvimento e engajamento das publicações relativas à temática de cada categoria nas plataformas sociais Instagram, Facebook, Twitter e Youtube. A plataforma Social Media Gov foi utilizada no processo de seleção e curadoria desses conteúdos.
 
O material vencedor do TJMT foi um vídeo publicado no perfil oficial do TJMT na rede social Instagram (@tjmtoficial) , em junho de 2023. Clique aqui para ver o conteúdo
 
Todas as etapas para realização do vídeo, desde a concepção, passando pelo roteiro, produção, gravação de vozes e imagens e edição, foram feitas pela equipe da Coordenadoria de Comunicação do TJMT.
 
O coordenador do setor, Ranniery Queiroz, destaca a importância da premiação. “O Prêmio Social Media Gov é destinado a órgãos de comunicação pública por sua atuação nas redes sociais. Atualmente é o maior prêmio aberto disputado pelas comunicações públicas. Ganhar na categoria de combate às fake news é mais uma vitória e mostra a potencialidade de nossa equipe. Não houve gastos maiores nesta campanha do que a criação e dedicação de cada profissional desta equipe”.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: captura de tela de vídeo com o palco da cerimônia de entrega do Prêmio Social Media Gov. Na tela, está projetada a imagem do prêmio e no chão do palco um letreiro escrito we gov.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Webnar sobre saúde indígena busca soluções para gargalos no atendimento

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Cartaz com fundo escuro e detalhes em vermelho traz o rosto de uma pessoa indígena e o texto destacado: “Saúde Indígena e Território: o corpo-terra sob ataque” é o tema da palestra desta quinta-feira (11/06) do webinar “SUS Negado, Povo Apagado: A Biopolítica da Morte de Indígenas”, realizado pelo Ministério Público de Mato Grosso e transmitido pelo canal do MPE/MT no Youtube (https://www.youtube.com/channel/UCOipaKaB_vmVsz2PwhMWy7g).

A palestrante é a doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com estágio doutoral na Universidad Complutense de Madrid, Haya Del Bel, que participa do debate ao lado da liderança indígena e professora Lucila da Costa Moreira Nawa e do missionário do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Roberto Antônio Liebgott. A mediação será conduzida pelo promotor de Justiça Carlos Rubens de Freitas Oliveira Filho. 

O objetivo do webnar, que teve início na terça-feira, dia 09, e termina hoje, é identificar as fragilidades estruturais que marcam o atendimento à saúde indígena do Estado e definir ações práticas para que os povos indígenas não sofram mais por falta de assistência. Além de procuradores, promotores de justiça, representantes de órgãos de gestão pública, pesquisadores e professores, o encontro reúne diversas lideranças indígenas, que destacaram os gargalos de atenção à saúde indígena nas diferentes regiões de Mato Grosso.

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O webinar é promovido pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT.

Na abertura do evento, o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, titular da Procuradoria Especializada, destacou o caráter do evento como instrumento de escuta ativa e crítica. “Este espaço funciona como uma escuta para que possamos compreender, com profundidade, os gargalos da saúde indígena, que muitas vezes se mantêm por interesses econômicos que não podem se sobrepor à vida”, afirmou. Ontem, segundo dia, o webinar aprofundou a escuta das demandas dos povos originários sobre deficiência no atendimento e no fornecimento de medicamentos.

Autor: Nadja Vasquez

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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