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Comarca de Paranatinga abre processo seletivo para credenciamento de assistentes sociais e psicólogo

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A Comarca de Paranatinga divulgou o Edital nº 08/2025/CA, que trata da abertura de processo seletivo para credenciamento de profissionais das áreas de Serviço Social e Psicologia. O objetivo é formar cadastro de reserva para atuação junto ao Poder Judiciário local.

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente de 29 de outubro a 19 de novembro de 2025, por meio do endereço eletrônico https://processoseletivo.tjmt.jus.br.

O procedimento é gratuito e cada candidato poderá efetuar apenas uma inscrição. É imprescindível preencher corretamente a ficha disponibilizada no edital e anexar a documentação exigida em formato PDF, sob pena de desclassificação.

O processo seletivo será composto pelas seguintes etapas: análise da documentação apresentada e divulgação dos habilitados em ordem de classificação, conforme pontuação obtida pela experiência profissional e formação acadêmica. Os resultados e demais comunicados serão publicados no Diário da Justiça Eletrônico (DJE-MT), sendo de responsabilidade dos candidatos o acompanhamento das publicações.

Entre os requisitos para o credenciamento, estão os seguintes: ter mais de 21 anos, ser bacharel em Serviço Social e/ou Psicologia com registro ativo no respectivo Conselho Regional, não possuir antecedentes criminais e não exercer cargo público inacumulável.

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O resultado final do certame será publicado no Diário da Justiça Eletrônico, e os candidatos terão prazo de dois dias para interpor recurso após a divulgação. O credenciamento dos habilitados será homologado pelo Presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e terá validade de dois anos, prorrogável uma única vez por igual período.

O edital completo com todas as regras, documentos exigidos e critérios de pontuação pode ser consultado no Diário da Justiça Eletrônico – MT n. 10.878.

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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