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Comarca de Cláudia comemorou 21 anos de instalação

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A Comarca de Cláudia completa 21 anos na quarta-feira (17 de dezembro), reafirmando seu compromisso com a prestação jurisdicional eficiente e próxima da população dos municípios de Cláudia e União do Sul.

Instalada em 2004, a unidade judiciária atua como Entrância Inicial, garantindo acesso à Justiça em uma região marcada pela tranquilidade e pelo fortalecimento do vínculo institucional com a comunidade.

Criada pela Lei Complementar nº 166, de 13 de abril de 2004, a Comarca conta com Vara Única e é conduzida pela juíza de Direito Thatiana dos Santos, que atua na unidade desde 2012.

A estrutura de trabalho é composta por oito servidores efetivos em exercício direto na comarca, quatro credenciadas, cinco terceirizados e uma estagiária, equipe que assegura o funcionamento regular dos serviços judiciais.

Ao longo de sua trajetória, a Comarca de Cláudia teve como magistrados diretores, em ordem cronológica, Virgínia Viana Arrais, Anderson Candiotto, Douglas Bernardes Romão, Leonardo de C. C. S. Pitaluga, Mirko Vincenzo Giannotte, Cláudia Beatriz Schimidt e, atualmente, Thatiana dos Santos.

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Além da atividade jurisdicional, a comarca também se destaca pela participação em projetos institucionais desenvolvidos pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso, como Padrinhos, Pai Presente, Adoção é Legal e ações de enfrentamento à violência contra a mulher, iniciativas que ampliam o alcance social do Judiciário e fortalecem a cidadania.

Autor: Adellisses Magalhães

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJMT destina 11 toneladas de papel para reciclagem e avança nas metas de sustentabilidade

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A sustentabilidade e a responsabilidade socioambiental seguem sendo prioridades do Poder Judiciário de Mato Grosso. Em mais uma ação alinhada ao Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS), o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) destinou 11.584 quilos de resíduos de papel à Associação de Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Mato Grosso (Asmats), parceira da instituição por meio do Termo de Compromisso nº 01/2022.

O trabalho desenvolvido pela Coordenadoria Administrativa, por meio do Departamento de Material e Patrimônio (DMP), em parceria com o Núcleo de Sustentabilidade, contribui para o cumprimento das metas do PGRS e para a melhoria dos indicadores de sustentabilidade institucionais avaliados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Antes da destinação, todo o material passa por análise técnica para verificar sua obsolescência e inutilidade para as atividades do Poder Judiciário. Em seguida, é separado, selecionado e quantificado pela Divisão de Estoque do Departamento de Material e Patrimônio.

Imagem mostra uma sala com muitas caixas de papelão para reciclagem. Uma mulher aparece de costas, segurando sacos plásticos transparentes cheios de papelão dobrado. A ação dá continuidade ao trabalho desenvolvido pelo Tribunal nos últimos anos. Entre 2022 e o primeiro semestre de 2026, foram destinados 180.445,58 quilos de resíduos recicláveis, entre papel, vidro, plástico, metal e outros materiais gerados no âmbito do Judiciário mato-grossense, promovendo a economia circular e contribuindo para a geração de renda de famílias que vivem da coleta seletiva.

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Além dos ganhos administrativos, a iniciativa contribui para o cumprimento da Meta 1 do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e para o desempenho do Tribunal no Balanço da Sustentabilidade do Poder Judiciário, em conformidade com a Resolução nº 400/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece a Política de Sustentabilidade no âmbito do Judiciário.

A parceria com a Asmats também representa um importante investimento social. Todo o material entregue retorna à cadeia produtiva, reduz a quantidade de resíduos encaminhados aos aterros sanitários e gera renda para dezenas de trabalhadores da reciclagem.

A educadora ambiental e presidente da Asmats, Maria Aparecida do Nascimento afirma que o material destinado pelo Tribunal representa trabalho e renda para muitas famílias. “Aquilo que muitas pessoas consideram lixo é o que garante o nosso sustento. Nos sentimos vistos pelo TJMT como pessoas trabalhadoras que somos. Agradecemos a toda a direção pelo reconhecimento do nosso trabalho e por destinar, como doação, todo o material inservível, que para nós é de grande valia”, afirmou.

Autor: Marcia Marafon

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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