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Com 13 comarcas restantes, Corregedoria atingirá 100% de correições no 1º semestre

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Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-TJMT) inicia quarta-feira (28), na Comarca de Poconé, o calendário de correições ordinárias de 2026. A meta é correcionar 100% das unidades judiciárias da Primeira Instância. Restam apenas 13 comarcas a serem inspecionadas no Estado na gestão 2025 2026 do corregedor geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote.

“Para além das atividades fiscalizatórias e correcionais, as correições possibilitam o diálogo entre a Corregedoria, magistrados, servidores, colaboradores. Nas 66 comarcas inspecionadas no ano passado, tivemos a oportunidade de ouvir as equipes, identificar boas práticas, corrigir eventuais falhas e apoiar o aprimoramento da prestação jurisdicional”, afirma o corregedor.

De acordo com o juiz auxiliar da Corregedoria, Jorge Alexandre Martins Ferreira, responsável pela coordenação geral dos trabalhos, a expectativa é que até o mês de abril, as 13 comarcas restantes sejam inspecionadas. São elas: Aripuanã, Canarana, Cláudia, Colniza, Cotriguaçu, Itaúba, Lucas do Rio Verde, Nova Ubiratã, Poconé, Querência, Ribeirão Cascalheira, Sinop e Tapurah.

“Em 2025 correcionamos de maneira híbrida, presencial e online, 66 comarcas das 79 comarcas do Estado. Um número 8,2% acima do previsto. Agora, neste primeiro semestre iremos correcionar as 13 comarcas restantes. A nossa intenção é após atingirmos 100% das unidades correcionadas, visitar novamente algumas unidades sempre em buscar de formas de auxiliá-las na melhoria do desempenho”, detalha.

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Durante as correições, são analisados processos físicos e eletrônicos, atos judiciais, expedientes, sistemas e a estrutura de atendimento à população. Haverá também verificação do funcionamento dos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC), nas comarcas em que estiverem implantados.

Não haverá suspensão de prazos ou audiências durante os trabalhos. As equipes técnicas da Corregedoria vão atuar de forma presencial e remota, com apoio de servidores convocados especialmente para a ação.

O cronograma completo está disponível na Portaria n. 1/2026-CGJ, publicada em 13 de janeiro de 2026. Confira aqui. O calendário poderá ser alterado caso haja necessidades administrativas.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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