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Candidatos do concurso da magistratura são convocados para prova oral

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Candidatos classificados no concurso público para ingresso na carreira da magistratura de Mato Grosso, no cargo de juiz substituto, realizarão a prova oral no período de 27 a 31 de outubro deste ano. O edital de convocação foi publicado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso, nesta sexta-feira (10 de outubro), no Diário da Justiça Eletrônico.
A prova será aplicada em Cuiabá, na Escola dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso, localizada no Anexo Administrativo Desembargador António de Arruda (próximo à Praça das Bandeiras), no Centro Político Administrativo. De acordo com o documento, as avaliações acontecerão em dois períodos. O primeiro com início às 8h e o segundo às 14h.
As arguições serão transmitidas pelo canal do Youtube do TJMT.
Os candidatos devem comparecer ao local com, no mínimo, 1 hora de antecedência para o início da prova, munidos de documento de identidade oficial com foto. A sessão pública com o sorteio da ordem de avaliação será realizada no dia 27 de outubro, às 8h, sendo também necessário o comparecimento de todos os candidatos habilitados às 7h.
Durante a prova oral não será permitido o porte ou uso de celulares, computadores e outros equipamentos eletrônicos de todos os candidatos. Além disso, após o credenciamento os candidatos aguardarão em sala reservada e não poderão consultar qualquer material e nem ter contato com pessoas externas que não tenham vínculo com o certame.
Conforme consta no edital, eventual público externo, que queira acompanhar as arguições orais também não poderá portar celulares, gravadores, computadores e outros equipamentos eletrônicos em geral, sob pena de ser retirado do recinto.
Será permitida a entrada do público por ordem de chegada, conforme a capacidade do auditório.
O edital completo com todas as regras e lista de convocados para esta etapa do concurso público pode ser conferido clicando neste link, a partir da página 61.

Autor: Bruno Vicente

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Webnar sobre saúde indígena busca soluções para gargalos no atendimento

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Cartaz com fundo escuro e detalhes em vermelho traz o rosto de uma pessoa indígena e o texto destacado: “Saúde Indígena e Território: o corpo-terra sob ataque” é o tema da palestra desta quinta-feira (11/06) do webinar “SUS Negado, Povo Apagado: A Biopolítica da Morte de Indígenas”, realizado pelo Ministério Público de Mato Grosso e transmitido pelo canal do MPE/MT no Youtube (https://www.youtube.com/channel/UCOipaKaB_vmVsz2PwhMWy7g).

A palestrante é a doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com estágio doutoral na Universidad Complutense de Madrid, Haya Del Bel, que participa do debate ao lado da liderança indígena e professora Lucila da Costa Moreira Nawa e do missionário do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Roberto Antônio Liebgott. A mediação será conduzida pelo promotor de Justiça Carlos Rubens de Freitas Oliveira Filho. 

O objetivo do webnar, que teve início na terça-feira, dia 09, e termina hoje, é identificar as fragilidades estruturais que marcam o atendimento à saúde indígena do Estado e definir ações práticas para que os povos indígenas não sofram mais por falta de assistência. Além de procuradores, promotores de justiça, representantes de órgãos de gestão pública, pesquisadores e professores, o encontro reúne diversas lideranças indígenas, que destacaram os gargalos de atenção à saúde indígena nas diferentes regiões de Mato Grosso.

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O webinar é promovido pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT.

Na abertura do evento, o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, titular da Procuradoria Especializada, destacou o caráter do evento como instrumento de escuta ativa e crítica. “Este espaço funciona como uma escuta para que possamos compreender, com profundidade, os gargalos da saúde indígena, que muitas vezes se mantêm por interesses econômicos que não podem se sobrepor à vida”, afirmou. Ontem, segundo dia, o webinar aprofundou a escuta das demandas dos povos originários sobre deficiência no atendimento e no fornecimento de medicamentos.

Autor: Nadja Vasquez

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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