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Candidatos de concurso da magistratura são convocados para exame psicotécnico

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Será realizado no dia 14 de setembro, às 8h (horário de Cuiabá) o exame psicotécnico do concurso público para ingresso na carreira da magistratura de Mato Grosso, no cargo de juiz substituto. A etapa do certame ocorrerá na FAC Educacional, localizada na Avenida Fernando Corrêa da Costa, 374, bairro Poção, na capital. Os portões serão fechados às 7h30 (horário local). Confira o edital de convocação e a relação dos candidatos convocados clicando aqui.

Os candidatos deverão comparecer no local com antecedência de 1 hora fixado para início do exame, munidos de documento oficial original de identificação com foto, caneta esferográfica azul ou preta, fabricada em material transparente e duas unidades de lápis preto nº 2.

Não haverá segunda chamada para o exame psicotécnico, sendo automaticamente eliminado do concurso público o candidato que não comparecer até o fechamento dos portões.

O exame psicotécnico possui caráter eliminatório e será realizado por uma banca examinadora a ser designada pela FGV, que emitirá parecer conclusivo sobre os candidatos. O exame ocorrerá dentro dos parâmetros estabelecidos nas Resoluções do Conselho Federal de Psicologia nº 02/2016 e nº 09/2018 e demais legislações vigentes da classe.

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O exame psicotécnico permite identificar aspectos psicológicos do candidato para fins de prognóstico do desempenho das atividades relativas ao cargo pretendido.

Recomendações – Aos candidatos convocados para o exame psicotécnico sugere-se dormir bem na noite anterior (desejável 8 horas de sono); alimentar-se adequadamente na noite anterior e no dia do exame, com refeições leves e saudáveis; evitar a ingestão de bebidas alcoólicas, nas 24 horas que antecedem o exame; usar óculos de grau, caso faça uso; além e evitar realizar atividade física de alto impacto, na noite anterior.

Autor: Celly Silva

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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