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8º Sarau da Esmagis-MT homenageia o historiador Luis-Philippe Pereira Leite no dia 15

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A Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) realizará, no dia 15 de maio de 2026, às 16h, o “8º Sarau Prosa, Poesia e Justiça”, evento cultural já consolidado no calendário institucional. A atividade será presencial, na sede da Escola, e reunirá magistrados(as) do Poder Judiciário de Mato Grosso, convidados e instituições parceiras.

Coordenado pela desembargadora Anglizey Solivan de Oliveira, vice-diretora da Esmagis-MT, o Sarau tem como proposta promover a integração entre literatura, memória e justiça, valorizando expressões artísticas e personalidades que contribuíram para a cultura mato-grossense.

Homenageado

Nesta nova edição, o evento presta homenagem ao historiador e escritor cuiabano Luis-Philippe Pereira Leite (1916–1999), figura de destaque na preservação da história regional. Ao longo de sua trajetória, Leite exerceu funções públicas relevantes, atuou por muitos anos na direção do Cartório do 2º Ofício e integrou instituições de grande representatividade cultural, como a Academia Mato-Grossense de Letras e o Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso, do qual foi sócio e presidente de honra.

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Autor de obras fundamentais para a historiografia estadual, Luis-Philippe Pereira Leite publicou títulos como O Príncipe de Nassau (1937), A Capitania de Mato Grosso e a Independência (1972), Capitães Generais de Mato Grosso (1973), Coração Peregrino (1975) e Monumentos de Mato Grosso (1994). Sua produção literária e sua atuação intelectual renderam-lhe diversas homenagens e insígnias ao longo da vida, consolidando seu legado para a cultura e a memória de Mato Grosso.

Preservação da memória

A desembargadora Anglizey Solivan de Oliveira ressalta que o Sarau é um espaço vital para a integração entre o Direito e a sensibilidade artística, permitindo que a magistratura se conecte com as raízes históricas do Estado de Mato Grosso. Segundo a magistrada, a escolha de Luis-Philippe Pereira Leite como homenageado reflete o compromisso da Esmagis-MT com a preservação da memória, celebrando um intelectual que dedicou sua trajetória a documentar a identidade de Mato Grosso com rigor e paixão.

“Homenagear Luis-Philippe é reverenciar um guardião da nossa história, cuja produção literária e atuação em instituições como a Academia Mato-Grossense de Letras deixaram um legado inestimável”, assinala. Anglizey destaca ainda que a obra do historiador, marcada por títulos fundamentais para a historiografia regional, serve de inspiração para o Poder Judiciário ao reforçar a importância do registro e do respeito às tradições que moldaram a sociedade mato-grossense.

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Reserve a data

Evento: 8º Sarau Prosa, Poesia e Justiça
Homenageado: Luis-Philippe Pereira Leite (1916–1999)
Quando: 15 de maio de 2026
Horário: 16h
Onde: Esmagis-MT (presencial)

Parafins de organização do evento, registre sua presença neste link.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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