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7ª Corrida do Judiciário: ícone das corridas de rua celebra incentivo à modalidade

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Realizada no domingo (9), a 7ª Corrida do Judiciário comprovou novamente a popularização do esporte entre os cuiabanos. Aproveitando uma manhã de clima agradável, cerca de mil pessoas se reuniram para participar da prova de rua promovida pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e pela Associação Mato-grossense de Magistrados (AMAM).
Com percursos de caminhada de 2 km e corrida de 5 km e 10 km, o evento aliou competição, confraternização, saúde e qualidade de vida em um só momento. O engajamento maciço da sociedade foi celebrado não só pelos organizadores, mas também por figuras marcantes do esporte regional.
Uma das pioneiras da modalidade na capital de Mato Grosso, Nadir Sabino marcou presença na corrida, mas desta vez não como atleta. Hoje profissional de educação física, ela torceu, motivou, entregou medalhas e auxiliou no suporte aos atletas. Apesar de ter sido fora da pista, a atuação de Sabino não deixou de ser marcante e, segundo suas próprias palavras, gratificante.
“Para mim, foi gratificante estar na 7ª Corrida do Judiciário. Um privilégio. Vi que até os adeptos da caminhada estão crescendo e isso é importante, pois o esporte ajuda a salvar vidas. É especial acompanhar tantas pessoas acordando em um domingo de manhã para participar de uma corrida”, celebrou.
De acordo com ela, mesmo uma simples caminhada já pode ser considerada uma vitória. “Estamos vivendo no mundo das tecnologias, em que muitas pessoas acordam com o celular na mão ou vendo televisão. Mas é preciso também sair do sofá, se exercitar. Se não consegue correr, faça uma caminhada no bairro, nos parques, isso é importante”, completou.
As corridas de rua têm se tornado cada vez mais frequentes em todo o Brasil. Segundo a Associação Brasileira de Organizadores de Corridas de Rua, em 2024 foram realizadas 2.827 provas oficiais em todo o território nacional. Com crescimento de 64% em relação a 2023, Mato Grosso está entre os estados mais constantes na taxa de aumento de eventos.
Para Nadir Sabino, o envolvimento de instituições como o Judiciário de Mato Grosso é fundamental para que a procura por esse esporte continue em alta. Ela contou ainda que o calendário esportivo de Cuiabá já conta com diversas corridas previstas para o próximo ano e muitas delas promovidas por órgãos públicos.
“Como profissional de educação física, participo de um projeto gratuito no Parque das Águas e vejo que em Cuiabá aumentou muito o número de corredores. Isso está acontecendo também por conta de eventos feitos por instituições como o TJMT, que estão cada vez mais engajadas e agregando a corrida na rotina de atividades físicas dos servidores e colaboradores”, avaliou.
A corrida foi organizada pelo TJMT, sob coordenação do desembargador Rodrigo Roberto Curvo, e pela AMAM. Além de medalhas para todos que ultrapassaram a linha de chegada, foram entregues ainda premiações em dinheiro para os três primeiros colocados, masculino e feminino, na categoria público geral 5 km e 10 km.
Parceiros e apoiadores: AMAM, Verde Novo, Funac, Malai Manso Resort, Aprosoja, Ginco, Sicoob, Bom Futuro, Crepaldi, Sicredi, AMA Clinic, Amaggi, Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, Unimed, Lebrinha, Beto Sports, Powerade, Cemulher, Ceja, Departamento de Saúde, Comitê de Equidade Racial, Núcleo de Sustentabilidade.
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Autor: Bruno Vicente

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Fotografo: Lucas Figueiredo

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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