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Pelo menos 15 países já baniram o TikTok de celulares governamentais

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TikTok foi restringido  em ao menos 15 nações
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TikTok foi restringido em ao menos 15 nações

Pelo menos 15 países restringiram o uso do TikTok em celulares governamentais. Nos últimos meses, o aplicativo chinês vem sendo acusado de compartilhar dados pessoais dos usuários com o governo da China.

O TikTok nega as acusações que, até o momento, não foram comprovadas por nenhum país. O maior acusador do aplicativo é os Estados Unidos, que ameaça banir a plataforma em todo o território nacional. Veja a lista de nações nas quais o TikTok não pode ser usado por celulares oficiais:

  • Alemanha
  • Austrália
  • Áustria
  • Bélgica
  • Canadá
  • Dinamarca
  • Estados Unidos
  • Estônia
  • França
  • Letônia
  • Noruega
  • Nova Zelândia
  • Reino Unido
  • Suécia
  • Taiwan

As proibições avançam, sobretudo, após os Estados Unidos publicamente acusarem o Tiktok de espionagem. No país, o aplicativo pode ser banido completamente caso uma lei passe pelo Congresso.

No mês passado, o CEO do TikTok, Shou Chew, depôs diante de uma comissão do Congresso dos EUA , a fim de tranquilizar os políticos sobre as acusações de ameaça à segurança nacional.

O discurso do executivo, porém, não convenceu os congressistas, e o presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Kevin McCarthy, afirmou que a Casa vai avançar na aprovação de uma legislação para banir o TikTok de todo o território nacional.

Fonte: Tecnologia

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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