A Motorola inicia nesta quinta-feira (15) no Brasil as vendas do Razr 40 Ultra , novo smartphone dobrável da marca. O preço sugerido é de R$ 7.999.
O principal destaque do Razr 40 Ultra é sua tela externa de 3,6 polegadas, a maior da categoria. O display permite que os usuários executem diversas tarefas sem precisar abrir o celular, como responder notificações, usar o Spotify, jogar games e fazer fotos. A tela pOLED tem taxa de atualização de até 144 Hz.
Além da telona externa, o celular dobrável vem equipado com processador Snadragon 8+ Gen 1, da Qualcomm, câmera frontal de 32 MP e duas câmeras traseiras, uma principal de 12 MP e uma lente que serve como ultrawide e macro de 13 MP.
O smartphone chega ao Brasil competindo com o Galazy Z Flip 4, da Samsung, que custa a partir de R$ 6.299. Dentro das próximas semanas, a fabricante sul-coreana deve estrear também sua nova linha de dobráveis, apresentando o sucessor do Galazy Z Flip 4, que também deve vir com tela externa maior.
Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.
Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.
Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.
De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.
Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.
Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.
Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.
O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.
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