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Mark Zuckerberg critica óculos da Apple: ‘Não é o futuro que eu quero’

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Apple Vision Pro, lançamento da Apple
Divulgação/Apple

Apple Vision Pro, lançamento da Apple

O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, comentou sobre o novo óculos de realidade aumentada da Apple , apresentado pela gigante de tecnologia na última segunda-feira (5). O dispositivo compete com a linha Quest da Meta.

Em reunião com funcionários nesta quinta-feira (8), relatada pelo site estadunidense The Verge, Zuckerberg disse que os óculos da Apple “podem ser a visão do futuro da computação, mas não é o que eu quero”.

Em sua fala, Zuckerberg se mostrou aliviado com o lançamento da concorrente, afirmando que os dispositivos têm propostas e preços muito diferentes. Enquanto o Apple Vision Pro foi anunciado por US$ 3.499, o recém-lançado Meta Quest 3 será vendido por US$ 499,99.

“A boa notícia é que não há nenhum tipo de solução mágica que eles tenham para nenhuma das restrições das leis da física que nossas equipes ainda não tenham explorado e pensado. Eles optaram por uma tela de maior resolução e, entre isso e toda a tecnologia que colocaram lá para alimentá-la, custa sete vezes mais”, afirmou.

Zuckerberg acrescentou que o anuncio da Apple mostra a “diferença de valores e visão” entre as duas empresas. Segundo ele, os dispositivos da Meta são construídos para serem mais acessíveis e para gerarem interação entre as pessoas que os utilizam.

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“Por outro lado, cada demonstração que eles [Apple] mostravam era uma pessoa sentada sozinha em um sofá. Há uma diferença filosófica real em termos de como estamos abordando isso”, afirmou o CEO da Meta.

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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