Mais de 60 aplicativos para Android estavam infectados com um software malicioso capaz de espionar os celulares dos usuários, de acordo com a empresa de cibersegurança McAfee.
O vírus é capaz de roubar informações de aplicativos, rastrear os dispositivos Wi-Fi e BlueTooth aos quais o celular está conectado, coletar dados do GPS e até executar fraudes em segundo plano, sem que o usuário perceba.
De acordo com a McAfee, os 60 aplicativos somavam mais de 100 milhões de downloads. O software malicioso não era necessariamente instalado pelos desenvolvedores dos apps, então havia aplicações legítimas na lista.
A empresa alertou a Google, que pediu para que os desenvolvedores resolvessem o problema – os que não arrumaram os apps a tempo foram excluídos da loja oficial do Android.
Segundo a McAfee, 27 aplicativos foram atualizados, tendo o problema corrigido, contra 36 que foram deletados da Google Play Store. A maior parte dos apps (veja a lista completa aqui ) é popular na Coreia do Sul, mas alguns funcionam no Brasil.
Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.
Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.
Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.
De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.
Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.
Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.
Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.
O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.
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