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Google vai excluir contas que não são usadas há mais de dois anos

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Contas do Google serão excluídas por inatividade
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Contas do Google serão excluídas por inatividade

O Google anunciou nesta terça-feira (16) que vai excluir contas que estejam inativas há mais de dois anos. De acordo com a empresa, esta é uma medida de segurança, já que contas antigas podem ser mais facilmente invadidas por hackers.

“Nossa análise interna mostra que as contas abandonadas têm pelo menos 10 vezes menos probabilidade do que as contas ativas de configurar a verificação em duas etapas. Ou seja, essas contas geralmente são vulneráveis ​​e, uma vez comprometida, uma conta pode ser usada para qualquer coisa, desde roubo de identidade até um vetor de conteúdo indesejado ou até malicioso, como spam”, explicou Ruth Kricheli, vice-presidente de gerenciamento de produtos do Google, em uma publicação no blog da empresa.

A exclusão de contas vai começar a ser feita pela empresa em dezembro deste ano. O processo será feito por etapas e, inicialmente, atingirá contas que foram criadas mas nunca foram utilizadas.

Em seguida, o Google vai passar a excluir contas que não são usadas há mais de dois anos. Quando uma conta Google é excluída, todo o conteúdo do Gmail, YouTube, Drive, Fotos e outros aplicativos da empresa é deletado.

Segundo a empresa, diversos emails serão enviados aos usuários meses antes da exclusão da conta, para que eles possam salvar o conteúdo ou impedir que a conta seja excluída. O Google afirma que o simples fato de fazer login a cada dois anos já indica que uma conta está ativa.

Fonte: Tecnologia

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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