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Galaxy Z Flip 5 e Z Fold 5: o que se sabe sobre os próximos dobráveis?

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Renderização do Galaxy Z Flip 5 com 'telona' externa
Reprodução/OnLeaks

Renderização do Galaxy Z Flip 5 com ‘telona’ externa

Os próximos smartphones dobráveis da Samsung devem ser lançados no final de julho, quando a empresa deve realizar um evento Galaxy Unpacked. Por enquanto, a fabricante sul-coreana não divulgou nenhuma informação sobre o Galaxy Z Flip 5 e o Galaxy Z Fold 5, mas muitos vazamentos e rumores já dominam o mercado.

Um dos principais rumores é que o Galaxy Z Flip 5 terá uma tela externa maior , assim como o Motorola Razr 40 Ultra . Há vazamentos que indicam uma ‘telona’ única, enquanto outros apontam que o modelo pode vir com três telas : duas externas mais a dobrável interna.

Independente da solução encontrada pela Samsung, é quase um fato que a fabricante trará mais opções para que as pessoas utilizem o celular sem precisar abri-lo. Ao que tudo indica, a tela externa pode rodar diversos aplicativos, permitindo que os usuários respondam mensagens, acessem mapas, façam fotos e até assistam a vídeos no YouTube.

Já o Galaxy Z Fold 5 não deve trazer inovações de design em relação ao seu antecessor. De acordo com o famoso vazador Ice Universe, os próprios funcionários da Samsung têm se queixado da falta de novidades no modelo. “Ele não pode nem ser chamado de Galaxy Z Fold 4s”, teria dito um funcionário.

Espera-se que ambos os smartphones sejam lançados com processador Snapdragon 8 Gen 2, da Qualcomm, e Android 13. Assim como seus antecessores, o Galaxy Z Flip 5 deve vir com 8 GB de memória RAM, enquanto o Galaxy Z Fold 5 deve ser lançado com 12 GB.

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Nos últimos anos, a Samsung tem investido bastante em smartphones dobráveis, se tornando a líder no setor. O objetivo da companhia é que, até 2025, os celulares dobráveis se tornem o padrão da indústria.

Fonte: Tecnologia

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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