A SpaceX, empresa do bilionário Elon Musk, lança nesta quinta-feira (20) a Starship, nave espacial considerada a mais poderosa do mundo. O voo acontecerá após adiamento causada por falhas técnicas na última segunda-feira (17).
O lançamento do foguete está previsto para acontecer em algum momento entre 10h28 e 11h30, pelo horário de Brasília. Sem tripulação, o voo deve durar cerca de uma hora e meia.
A Starship deve, no futuro, ser usada para viagens tripuladas e de carga na órbita da Terra, para a Lua e para Marte. Um exemplo é a missão Artemis 3, da Nasa, prevista para levar astronautas à Lua no final de 2025, que utilizará o foguete da SpaceX.
O lançamento desta quinta-feira acontecerá na base da SpaceX no Texas, Estados Unidos, e o pouso será no Oceano Pacífico, em algum ponto próximo à costa do Havaí.
De acordo com a empresa, o sucesso do lançamento teste da Starship “é medido pelo quanto podemos aprender, o que informará e melhorará a probabilidade de sucesso no futuro”.
Essa missão de teste deveria ter acontecido na última segunda-feira, mas o lançamento foi cancelado poucos minutos antes da decolagem por uma falha técnica.
Antes disso, a SpaceX já havia afirmado que só faria o lançamento se não houvesse qualquer falha, então o adiamento já era uma possibilidade com a qual a empresa contava.
No domingo (16), Elon Musk já havia afirmado que “há um milhão de maneiras que este foguete pode falhar”. “Vamos ser muito cuidadosos e, se virmos algo que nos preocupa, vamos adiá-lo”, disse ele.
Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.
Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.
Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.
De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.
Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.
Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.
Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.
O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.
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