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10 milhões de senhas são vazadas por mês no Brasil; saiba se proteger

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Saiba como se proteger de vazamentos de senhas
Unsplash/Franck

Saiba como se proteger de vazamentos de senhas

Cerca de 9,9 milhões de senhas de usuários brasileiros vazaram mensalmente em 2023, de acordo com levantamento feito pela Apura Cyber Intelligence, em sua plataforma BTTng, que vasculha a internet em busca de indícios de possíveis ataques cibernéticos. No ano passado, o número foi bem menor: cerca de 6 milhões de senhas vazadas por mês.

“A crescente ameaça de ataques cibernéticos, fraudes online e o vazamento de credenciais pessoais se tornaram uma realidade preocupante para empresas e usuários individuais”, diz Frank Vieira, CRO da Apura e um dos responsáveis pelo BTTng.

Há duas formas de senhas caírem nas mãos de hackers: vulnerabilidade de segurança nos sistemas de empresas e descuidos dos usuários. A respeito do primeiro motivo, é importante que as companhias reforcem seus sistemas de cibersegurança.

Já sobre o segundo, os próprios usuários podem tomar atitudes simples que ajudam a proteger suas contas. Confira algumas dicas:

  • Crie senhas fortes – veja como clicando aqui ;
  • Nunca repita suas senhas: é importante criar uma senha única para cada serviço online. Assim, se uma plataforma for violada, os hackers não terão acesso a todas as suas contas;
  • Atualize os sistemas regularmente: tanto aplicativos quanto sistemas operacionais precisam passar por atualizações constantes, sempre que estiverem disponíveis. Isso porque possíveis brechas de segurança são corrigidas nessas atualizações;
  • Utilize antivírus: tanto no celular quanto no computador, é essencial ter um bom antivírus instalado – veja opções gratuitas para Android clicando aqui ;
  • Não passe suas credenciais em sites suspeitos: sempre cheque o endereço dos sites que visita e não clique em links ou passe seus dados pessoais sem ter certeza de que eles são confiáveis;
  • Sempre que possível, utilize a autenticação de dois fatores. Dessa forma, mesmo se um hacker obtiver sua senha, ele não conseguirá acessar sua conta.
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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