Saúde
Morte materna teve alta na pandemia e ainda preocupa órgãos de saúde
Publicado em
28 de maio de 2023por
Da Redação
Durante a gravidez, muitos medos assombram a gestante. A felicidade de gerar uma vida vem acompanhada com a responsabilidade, que cresce junto com a barriga, e o medo de alguma intercorrência na gestação e até mesmo da morte. Para quem esteve grávida durante a pandemia, este medo aumentou por conta da ameaça do coronavírus, principalmente para quem tinha ou desenvolveu alguma comorbidade na gravidez.
Este domingo (28) é o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. A Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que a mortalidade materna é inaceitavelmente alta no mundo. Cerca de 287 mil mulheres morreram durante a gravidez, o parto e no puerpério em 2020. Quase 95% de todas as mortes maternas ocorreram em países de baixa e média renda, e a maioria poderia ter sido evitada.
Entre os países da América Latina e do Caribe, a mortalidade materna aumentou em 15% entre 2016 e 2020, com 8.400 mortes de mulheres a cada ano. Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), “um retrocesso de 20 anos na saúde materna na região”, após uma redução de 16,4% entre 1990 e 2015.
A meta é menos de 30 mortes maternas por 100 mil nascidos vivos. Hoje são 68 mortes por 100 mil nascidos vivos. A OMS define óbito materno como a morte de uma mulher, ocorrida durante a gestação, parto ou dentro de um período de 42 dias após o término da gestação, por qualquer causa relacionada com a gravidez, não incluídas causas acidentais ou incidentais.
Dados do Painel de Monitoramento da Mortalidade Materna, do Ministério da Saúde, mostram que em 2020, 71.879 mulheres morreram durante a gravidez, o parto ou puerpério no Brasil. Em 2022, dados preliminares mostram que foram 66.862 mortes maternas.
Estudo do Observatório Covid-19 Fiocruz revela que, em 2020, houve alta de óbitos maternos em 40%, quando comparado com números dos anos anteriores. Mesmo considerando a expectativa de aumento das mortes em geral em decorrência da pandemia de Covid-19, ainda assim houve um excesso de 14%.
A pesquisa, que estimou o aumento de mortes maternas causadas direta e indiretamente pela Covid-19 no Brasil no ano de 2020, foi publicada no começo deste ano na revista cientifica BMC Pregnancy and Childbirth. O estudo identificou as características clínicas e manejo clínico das mulheres grávidas e puérperas atendidas por Covid-19.
As chances de hospitalização de gestantes com diagnóstico da doença foram 337% maiores. Para as internações em UTI, as chances foram 73% maiores e o uso de suporte ventilatório invasivo 64% acima em relação aos demais pacientes com covid-19, que morreram em 2020.
A Agência Brasil conversou com mulheres que estiveram grávidas nos três anos da pandemia.
“Não tive com quem dividir a alegria de estar grávida”
A psicóloga Ana Caroline Saldanha Martins, de São Paulo, 37 anos, contou que o primeiro desafio foi o distanciamento. “Fiquei grávida bem em 2020. O primeiro desafio de estar grávida na pandemia foi estar longe da família, não tive com quem dividir essa alegria. Trabalhava em um residencial para idosos, então as pessoas tinham muito receio de chegar perto de uma mulher grávida na pandemia, de passar alguma coisa. Não tive isso das pessoas pegarem minha barriga e fazerem carinho”.
Além de manter-se longe de parentes e amigos, ela teve que lidar com a diabetes gestacional. “Fiz a dieta corretamente, mas a glicose não baixava. Então tive que tomar medicação, mas não cheguei a precisar de insulina”.
Havia outros medos também. “O medo era generalizado. A diabetes me dava mais medo de afetar o neném. Eu descobri também que existem vários medos normais na gestação. A gente tem muito mais medo de morrer e existe um risco muito grande. E meu pai morreu quando eu tinha oito anos, eu falava que não queria isso para minha filha. O medo era uma constante”.
O ano virou e apesar da vacina contra a Covid-19 ter chegado, em 2021, ainda não estava acessível para as grávidas. “Como trabalhava em uma instituição para idosos, lá nós fomos os primeiros a serem vacinados no Brasil. Mas, a minha chefe, uma médica, não queria deixar eu vacinar porque ainda não sabia bem os efeitos da vacina em grávidas. Tive que pedir uma autorização da minha médica, depois procurar o posto de saúde com o meu crachá [da instituição]. Fui uma das primeiras a ser vacinadas contra a Covid-19 estando grávida”. Em 14 de julho de 2021, nasceu Maria Fernanda, filha da Ana Caroline.
Demora para conseguir vacinar
Já a gerente de produto Julia Resende, 33 anos, do Rio de Janeiro, engravidou em janeiro de 2021. O Joseph nasceu em 8 de outubro daquele ano. Ela conta que a gravidez foi tranquila, mas ficou assustada quando o marido testou positivo para a Covid-19.
“Quando engravidei, a Covid-19 ainda estava em um período bem ruim no Brasil. No começo foi bem tenso, a gente morava em São Paulo na época e fiquei bem presa em casa. Meu marido foi para uma reunião presencial, onde todo mundo se testou, mas ele pegou Covid-19. Ficamos bem chateados”.
Ela se isolou em uma acomodação para evitar a contaminação. “Foi uma situação bem chata, ele demorou bastante para testar negativo e na época também não tinha acesso a teste rápido”. Em seguida chegou a vacina para as grávidas.
“Liberaram a vacina para as grávidas, mas foi muito confuso. Primeiro, São Paulo liberou, depois tirou, mas como eu sou do Rio e lá tinha liberado, peguei um voo para lá, apesar de estar morrendo de medo, coloquei uma máscara N95 e fui vacinar lá”.
Como a família do marido é dos Estados Unidos, Julia foi ao país para tomar a segunda dose. “No Brasil ainda estava demorando uns 40 dias entre as doses. Lá [Estados Unidos], já podia tomar em duas semanas, então eu e meu marido vacinamos lá”. O final da gestação foi menos tenso, conta. “Foi melhorando, mas eu diria que os primeiros seis meses da gestação a gente se isolou bastante e correu bastante atrás da vacina. Mas, tinha muito medo de morrer no parto”.
“Tive medo de pegar covid e morrer”
Já Débora Watanabe, 35 anos, analista de planejamento financeiro em São Paulo, ficou grávida entre fevereiro e outubro de 2022. “Estava bem assistida, mas tive alguns sangramentos e diabetes gestacional, o que caracterizou como de alto risco. Quando soube da diabetes foi um choque, mas me mantive tranquila com as orientações da obstetra e da nutricionista, levei à risca as recomendações e consegui me manter saudável, esse tipo de acompanhamento é essencial”.
Mas, ainda assim, ela ficou preocupada. “Tive bastante medo de pegar Covid-19 ou gripe durante a gestação, mas já tinha tomado as vacinas antes, e durante a gestação também tomei. Fiquei mais confiante, usei máscara durante todo período, álcool gel e distanciamento. Mas, tive medo de morrer e de acontecer algo com o Gabriel”. Com o pré-natal em dia, Gabriel nasceu saudável em 30 de outubro de 2022.
Comorbidades
A obstetra e ginecologista Larissa Flosi viveu os dois lados da moeda. “Fui gestante no pico da pandemia. Descobri que estava grávida em fevereiro [de 2020] e em março fechou tudo. A gravidez inteira passei em casa, só acompanhando as notícias e sem trabalhar, me afastei um pouco da prática para não pegar Covid-19. A gente tinha muito medo do que de fato essa doença podia causar”, conta a médica que atua na Theia, clínica de saúde que combina atendimentos virtuais e presenciais.
A especialista relembra porque a Covid-19 tem relevância no contexto da gestação. “Além da gestante já ter uma imunidade mais baixa, ela tem algumas alterações fisiológicas da respiração, das funções pulmonares e cardiológicas que fazem com que ela fique mais suscetível a pegar doenças que possam acometer os pulmões, como a Covid-19”.
Na prática clínica, ela recorda as comorbidades mais comuns nas gestantes no período crítico da pandemia. “A Covid-19 também tem uma gama de sintomas e de acometimentos vasculares. Essas repercussões vasculares também podem afetar a placenta e observamos isso na prática. Além dos casos de sedentarismo, hipertensão e diabetes gestacional. Uma mulher com gestação de alto risco e com Covid-19 era mais problemático ainda”.
Vacina e queda de internações
Na opinião da obstetra, o atraso da vacina contra a Covid-19 para as grávidas pode ter piorado a situação. “Não tenho nenhuma dúvida de que o atraso da vacina piorou a situação das gestantes, até porque teve uma segunda onda que foi muito intensa, em março de 2021, quando teoricamente já teríamos acesso à vacina”, disse.
No entanto, quando observado a segurança e eficácia da vacina nas gestantes, as internações diminuíram, observou a obstetra. “Inicialmente havia um certo receio em relação a como a vacina ia se comportar para gestantes, mas depois que começou a vacinar as gestantes, foi brutal a queda de internações e de desfechos graves de casos de Covid-19”.
Para ela, o atraso piorou a situação das gestantes socialmente vulneráveis. “Pensando em um cenário de privilégios, em que uma gestante pode se isolar, é muito diferente em um cenário de privação: essa mulher não tem acesso a uma teleconsulta, então o pré-natal também foi muito prejudicado tanto pelo atraso das vacinas, quanto pela pandemia em si. Temos estudos de que a aderência ao pré-natal nesse momento caiu muito, então é relevante pensar que se tivesse gestantes vacinadas mais precocemente com certeza teria um impacto positivo nesses desfechos”, ressalta.
Vulnerabilidade
O estudo da Fiocruz mostra que as gestantes mais vulneráveis foram as mais afetadas. As chances de uma mulher negra, residente da zona rural e internada fora do município de residência estarem entre os óbitos maternos foram 44%, 61% e 28% maiores em comparação ao grupo controle. Ao longo de 2020, o país registrou 549 mortes maternas por Covid-19, principalmente em gestantes no segundo e terceiro trimestre.
“O excesso de óbitos teve a Covid-19 não apenas como causa direta, mas inflacionou o número de mortes de mulheres que não conseguem acesso ao pré-natal e condições adequadas de realização do seu parto no país”, pondera o principal investigador do estudo, Raphael Mendonça Guimarães, pesquisador da Fiocruz.
O estudo utilizou dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) para óbitos por covid-19 nos anos de 2020 e 2021, e comparou com dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade no ano de 2020 (quando já havia pandemia) e nos cinco anos anteriores, para estimar o número esperado de mortes maternas no país.
Este cenário compromete o desafio de alcançar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) até 2030. “O atraso do início da vacinação entre as grávidas e puérperas pode ter sido decisivo na maior penalização destas mulheres”, disse Guimarães.
Pré-natal
O acompanhamento médico durante os nove meses de gravidez é fundamental para melhorar e evitar problemas para a mãe e a criança e pode diminuir a mortalidade materna. “O pré-natal tem uma importância absoluta, avaliamos o histórico da mulher, qual é o cenário em que ela está inserida, quais são as medicações que usa. A gente faz um exame físico completo, ouve os sintomas, as queixas e a partir traça um plano que pode incluir medicações para profilaxia de algumas doenças. É importante que o pré-natal seja transdisciplinar, que a gestante tenha contato com as enfermeiras obstetras ou obstetrizes, nutricionista, psicólogo, fisioterapeuta, tudo isso melhora o desfecho da gestação”, explica a obstetra Larissa Flosi.
Embora a Covid-19 não seja mais emergência em saúde pública de importância internacional, o coronavírus ainda circula e a vacinação continua sendo fundamental, principalmente para as grávidas, ressalta a obstetra.
“É importante que as gestantes se protejam contra a Covid-19: usar máscara em lugares de muita aglomeração, evitar contato com pessoas doentes e se vacinar. A vacinação ajuda a reduzir a mortalidade materna. Isso também faz parte das políticas públicas, incentivar a vacinação. Para as mulheres, indico buscar um pré-natal de qualidade onde você seja ouvida e ajude-a realmente a assumir esse papel de protagonista. O pré-natal é essencial para que a gente tenha bons desfechos”, orienta a médica.
Rede Cegonha
O Ministério da Saúde implementa, em parceria com os estados e municípios, ações para o enfrentamento à mortalidade materna e infantil com o objetivo de reduzir as mortes evitáveis. Uma das principais estratégias, segundo a pasta, é a Rede Cegonha, criada em 2011 e desenvolvida para assegurar às mulheres o direito ao planejamento da gravidez e a atenção humanizada no período da gestação, parto e puerpério e às crianças o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e desenvolvimento saudáveis.
A pasta também atua no fortalecimento das redes de serviços de atenção ao parto e, neste ano, em alusão ao mês de enfrentamento à mortalidade materna, o Ministério também aderiu aos 10 passos do Cuidado obstétrico para Redução da Morbimortalidade Materna, além de já seguir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que tem, entre as metas, a redução da mortalidade materna no Brasil até 2030.
Na capital paulista, o programa Mãe Paulistana, conduzido pela Secretaria Municipal da Saúde, atendeu mais de 500 mil mulheres nos últimos seis anos e realiza atualmente o acompanhamento de 51 mil gestantes na capital.Entre as diretrizes do Mãe Paulistana estão a captação precoce da gestante (até a 12ª semana de gravidez), garantia de sete ou mais consultas de pré-natal e realização de exames laboratoriais e ultrassonografia.
As consultas (mensais, quinzenais e semanais, de acordo com o período da gestação) permitem não apenas a detecção precoce de eventuais problemas na saúde da mulher, como hipertensão, mas também a transmissão vertical (na gestão, parto ou amamentação) de doenças como HIV/Aids, sífilis e hepatite B.
O programa ainda promove a qualificação da rede para redução da mortalidade materna e infantil; estímulo ao parto normal humanizado, com visita antecipada à maternidade de referência para o parto, grade de parto acessível; agendamento pela maternidade e garantia da consulta da puérpera e da primeira consulta do recém-nascido; bolsa e enxoval para o recém-nascido e estímulo ao aleitamento materno.
Para ingressar no programa Mãe Paulistana, a mulher com suspeita de gravidez deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima à sua residência, trabalho ou escola e realizar o teste de gravidez. Se confirmada a gestação, são pedidos alguns exames e feito o cadastro no programa. Todo o atendimento é feito mediante a apresentação do cartão SUS, obtido na própria UBS mediante a apresentação do RG e comprovante de residência.
Fonte: Saúde
Saúde
Explorando o Potencial Terapêutico do Método Pilates: Uma Abordagem Alternativa no Tratamento de Distúrbios Musculoesqueléticos
Published
2 anos agoon
12 de abril de 2024By
Da RedaçãoNos últimos anos, o Método Pilates emergiu como uma abordagem alternativa eficaz no tratamento de uma variedade de distúrbios musculoesqueléticos. Desenvolvido por Joseph Pilates no início do século XX, este sistema de exercícios visa fortalecer o corpo de maneira uniforme, melhorar a postura e promover o equilíbrio entre mente e corpo. Embora inicialmente tenha sido utilizado como uma forma de reabilitação para soldados feridos durante a Primeira Guerra Mundial, o Pilates ganhou popularidade mundial como uma forma de exercício e terapia preventiva.
Benefícios do Pilates no Tratamento de Distúrbios Musculoesqueléticos
- Fortalecimento Muscular: O Pilates enfatiza o fortalecimento dos músculos centrais do corpo, incluindo os músculos abdominais, lombares, glúteos e músculos ao redor da coluna vertebral. Esse fortalecimento ajuda a estabilizar e suportar as articulações, reduzindo assim a dor e melhorando a função.
- Melhoria da Postura: Muitos distúrbios musculoesqueléticos estão relacionados à postura inadequada. O Pilates concentra-se em alinhar adequadamente o corpo durante os exercícios, promovendo uma postura correta que pode reduzir a tensão muscular e prevenir lesões.
- Aumento da Flexibilidade: A prática regular de Pilates envolve exercícios de alongamento que ajudam a melhorar a flexibilidade muscular e articular. Isso pode ser especialmente benéfico para pessoas com distúrbios como a síndrome do túnel do carpo ou dores articulares.
- Aprimoramento da Consciência Corporal: O Pilates enfatiza a conexão mente-corpo, incentivando os praticantes a desenvolverem uma consciência profunda de seus movimentos e posturas. Isso pode ajudar na identificação e correção de padrões de movimento prejudiciais que contribuem para os distúrbios musculoesqueléticos.
- Redução do Estresse: A prática de Pilates incorpora técnicas de respiração e relaxamento, que podem ajudar a reduzir os níveis de estresse e tensão muscular, contribuindo para o alívio da dor e a melhoria do bem-estar geral.
Aplicações Clínicas do Pilates
O Método Pilates tem sido amplamente integrado em programas de reabilitação e tratamento de distúrbios musculoesqueléticos em uma variedade de configurações clínicas, incluindo fisioterapia, quiropraxia e medicina esportiva. Além disso, muitos profissionais de saúde, como fisioterapeutas e quiropráticos, têm se especializado em Pilates como uma forma complementar de terapia para seus pacientes.
Considerações Finais
O Método Pilates oferece uma abordagem holística e eficaz no tratamento de distúrbios musculoesqueléticos, proporcionando benefícios que vão além do simples fortalecimento muscular. Sua ênfase na correção postural, flexibilidade, consciência corporal e redução do estresse o torna uma opção atraente para aqueles que buscam tratamentos alternativos para suas condições. No entanto, é importante que os pacientes consultem profissionais de saúde qualificados antes de iniciar qualquer programa de exercícios, especialmente se estiverem lidando com condições médicas específicas.
Onde encontrar?
Uma excelente opção em Cuiabá é o Espaço Biofisio.
Em conversa com a fisioterapeuta Cristiane, a mesma relatou que ”É a realização de um sonho, um espaço para cuidar do corpo, alma e mente”,

A clínica de Cristiane oferece tratamento que vai além do físico, integrando corpo, mente e alma, e atende a todas as idades
Um local onde os pacientes se sentem em casa, que não tratam apenas a dor física, mas também a alma e o psicológico. Assim se pode definir o Espaço Biofisio, que foi reinaugurado em um espaço mais amplo na noite de quinta-feira (11.04), no bairro Jardim Tropical, em Cuiabá.
Clientes, amigos e políticos prestigiaram a inauguração. Capitaneado pela empresária e fisioterapeuta Cristiane Carrasco Coelho, o novo espaço traz o que há de mais moderno aos pacientes. Alguns deles, são parceiros há décadas, como Santina Comelli Ferreira, de 81 anos.
Há 20 anos ela trata com Cristiane, desde que passou por um câncer de mama, que resultou em linfedema nos membros superiores. Durante este tempo, elas estabeleceram laços de amizade.
“A Cristiane é uma pessoa maravilhosa, que quer realmente ajudar as pessoas. Ela fica uma hora certinha naquele negócio ali, que você cansa, mas ela não cansa. Ela ainda tem muito a conquistar porque ela merece e trabalha muito para isso”, disse Santina.
A profissional destacou que depois de tantos anos trabalhando a reabilitação de Santina, as duas se tornaram amigas. “Até hoje ela é minha cliente, mas não só ela, toda a família já passou comigo aqui”, destacou a profissional. Ela ainda acrescentou que esse trabalho personalizado é uma marca registrada da empresa. “É a realização de um sonho, um espaço para cuidar do corpo, alma e mente”, disse a proprietária.
Para dar qualidade ao atendimento a pacientes, a arquiteta Pollyane Aguinel foi responsável pelo projeto que teve o desafio de unir a acessibilidade, funcionalidade do espaço e a estética da clínica que oferece os serviços de fisioterapia, RPG, massagem, drenagem linfática, fisioterapia pélvica, ozonioterapia, medicina chinesa e pilates.
“Os equipamentos do pilates são muito grandes, e ao mesmo tempo a gente tem que pensar nessa logística do espaço, da circulação, também pensar na acessibilidade, que é muito importante nessa área, e esteticamente, então a gente tem que pensar num pacote que mistura garanta a funcionalidade do espaço”.

Quem ficou muito feliz com o resultado foi a fisioterapeuta Érica Gonçalves, que há quatro anos trabalha na Espaço Biofisio dentro dos 8 anos de experiência na área. Com foco em idosos, ela trabalha com pilates.
“A gente conseguiu realizar esse sonho de transformar a Biofisio numa clínica maior, com um ambiente mais confortável para os pacientes e os clientes. A clínica tem um foco muito grande em idosos e agora ficou muito mais confortável para eles”.
O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, prestigiou a inauguração do espaço e parabenizou o empreendedorismo de Cristiane e do esposo dela, Marco Aurélio, por acreditarem na cidade.
“Eu até já estou pensando em vir aqui para fazer um tratamento para as dores nas costas, vou vir aqui para ver se acaba com isso. Cuiabá merece investimentos como essa clínica belíssima, colocando aparelhos de última geração. É uma família que está de parabéns”.
Fonte: SAÚDE E BEM-ESTAR
Malu Borges anuncia nascimento Maria Olímpia, sua segunda filha: ‘Inesquecível’
Polícia Civil prende homem por estupro de vulnerável contra a enteada em Ribeirãozinho
Prefeitura de Sinop reativa Conselho de Segurança Alimentar e fortalece políticas públicas de combate à fome
Polícia Militar resgata idosa mantida em cárcere privado e prende suspeito em flagrante
Prefeitura informa instabilidade temporária nas linhas telefônicas da Oi nesta segunda-feira
Cuiabá
Prefeitura informa instabilidade temporária nas linhas telefônicas da Oi nesta segunda-feira
A Prefeitura de Cuiabá informa que, nesta segunda-feira (6), foi registrada uma instabilidade nas linhas telefônicas operadas pela Oi, causando...
Projeto piloto contra as drogas é lançado na Emeb Cel Octayde Jorge da Silva
Estudantes dos 4º e 5º anos da Emeb Cel Octayde Jorge da Silva participaram de palestras de prevenção às drogas....
Cuiabá intensifica ações de prevenção e combate às hepatites virais com testagem rápida
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e da Secretaria Adjunta de Atenção Primária, promove...
MATO GROSSO
Governo de MT suspende notícias institucionais do Portal em cumprimento às normas eleitorais
Em cumprimento à legislação eleitoral, o Governo de Mato Grosso suspende, a partir deste sábado (4.7), a exibição das notícias...
Feira revitalizada em Chapada dos Guimarães reforça apoio do Governo do Estado à agricultura familiar
Os produtores da agricultura familiar de Chapada dos Guimarães receberam, nesta sexta-feira (3.7), a Feira do Produtor “Espaço Carmelita Joana...
Governador entrega nova Feira do Produtor: “nunca antes tivemos uma oportunidade como essa”, afirma feirante mais antigo
A agricultura familiar de Chapada dos Guimarães (a 70 km de Cuiabá) vive um novo capítulo. Depois de anos de...
POLÍCIA
Polícia Civil prende homem por estupro de vulnerável contra a enteada em Ribeirãozinho
Um homem de 40 anos foi preso pela Polícia Civil, neste domingo (5.7), no município de Ribeirãozinho. Ele é investigado...
Polícia Militar resgata idosa mantida em cárcere privado e prende suspeito em flagrante
Policiais militares do 13º Comando Regional prenderam, neste domingo (5.7), um homem de 35 anos suspeito de manter a própria...
Polícia Militar prende suspeito de atear fogo em residência de mulher em Cáceres
Policiais militares do 6º Batalhão localizaram e prenderam, neste domingo (5.7), um homem de 25 anos, suspeito de atear fogo...
FAMOSOS
Malu Borges anuncia nascimento Maria Olímpia, sua segunda filha: ‘Inesquecível’
Malu Borges emocionou os seguidores nesta segunda-feira (6), ao anunciar o nascimento de sua segunda filha, Maria Olímpia. A influenciadora...
Ana Hickmann mostra rotina na mansão que comprou com Edu Guedes: ‘Plantando’
Ana Hickmann, de 45 anos, usou as redes sociais para mostrar um momento da rotina na Casa Gialla, mansão histórica...
Richarlison lamenta eliminação do Brasil e declara: ‘A alegria vai voltar! Tamo junto’
Mesmo longe dos gramados na Copa do Mundo de 2026, Richarlison mostrou que segue vivendo intensamente cada momento da Seleção...
ESPORTES
Inglaterra supera expulsão, bate México no Azteca e avança às quartas de final
Em uma partida histórica disputada neste domingo, a Inglaterra encerrou a invencibilidade do México no Estádio Azteca e eliminou os...
Brasil coleciona gols perdidos e dá adeus à Copa do Mundo
O sonho do hexacampeonato terminou de forma melancólica e, sobretudo, patética. Neste domingo, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA),...
Marrocos vence o Canadá e chega às quartas de final da Copa do Mundo
Sensação da Copa do Mundo passada, quando terminou na quarta colocação e alcançou a melhor campanha de uma seleção africana...
MAIS LIDAS DA SEMANA
-
FAMOSOS4 dias agoMãe de Isis Valverde faz desabafo após receber homenagem e relembra trajetória
-
Várzea Grande5 dias ago‘Vamos trabalhar focados em favor do desenvolvimento urbano sustentável, planejado e inclusivo’, diz presidente do Concidade
-
Esportes5 dias agoApós lesão na coxa, Lucas Paquetá se apega à fé por recuperação no Mundial
-
CUIABÁ5 dias agoPrefeitura de Cuiabá inicia processo de regularização fundiária no Barreiro Branco




