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Via de acesso à ALMT será fechada a partir das 22h desta terça-feira (27)

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), atendendo recomendação da Superintendência da Polícia Militar e da Coordenadoria de Proteção Contra Incêndio e Pânico, determinou a interdição do trecho na Avenida André Maggi em frente ao Edifício Dante Martins de Oliveira, sede do Parlamento estadual. O bloqueio da via será feito a partir das 22h, desta terça-feira (27), e visa garantir a segurança dos manifestantes que se mobilizam para acompanhar a votação do Projeto de Lei (PL) 1363/2023, que proíbe o transporte, armazenamento e comercialização de peixes de rio em Mato Grosso, prevista para acontecer nesta quarta-feira (28), durante sessão plenária na ALMT.

A  expectativa da Polícia Militar é fechar a Avenida André Maggi entre a rotatória em frente à Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra) e a rotatória de acesso ao Palácio Paiaguás. O acesso ao prédio da ALMT será feito exclusivamente a pé e o número de visitantes será limitado à capacidade máxima da galeria do Plenário das Deliberações e dos dois auditórios. Aqueles que não conseguirem entrar na Assembleia poderão acompanhar a sessão plenária pelo telão que será instalado na área externa da Casa de Leis. Vale destacar que, também por medida de segurança, é preciso fazer um cadastro para entrar na Assembleia Legislativa.

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As pessoas que trabalham na região do Centro Político Administrativo (CPA) em Cuiabá deverão buscar rotas alternativas.

Fonte: ALMT – MT

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Wilson Santos quer apoio aos municípios e rigor na aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026 da educação infantil

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Após promover audiência pública para debater a aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026, que reconhece os profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) apresentou, nesta quarta-feira (24), em sessão plenária, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 3/2026 com o objetivo de assegurar a efetivação dos direitos garantidos pela nova legislação em Mato Grosso.

A matéria proposta estabelece que os municípios deverão promover o devido enquadramento desses profissionais na carreira do magistério. Caso a legislação não seja cumprida, quando estiver em vigor, as contas anuais das prefeituras poderão ser reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). “Uma luta de décadas e temos que reconhecer todos os profissionais, independente da denominação, mas que atuam como professores na educação infantil, que deverão ser enquadrados como professores da rede municipal. O município que não o fizer, o Tribunal de Contas do Estado deverá reprovar as contas do prefeito. Essa será uma das penalidades com o descumprimento da lei quando estiver em vigor”, explicou o parlamentar.

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Além da PEC, o parlamentar apresentou ao Governo de Mato Grosso a Indicação nº 2.009/2026, propondo a criação do Programa Estadual de Apoio à Adequação dos Planos de Carreira da Educação Infantil. A iniciativa pretende oferecer suporte técnico aos municípios para a implementação da legislação federal, por meio de orientações, modelos normativos, capacitações e acompanhamento institucional, garantindo segurança jurídica e uniformidade na aplicação da norma.

Legislação – A Lei Federal nº 15.326/2026 alterou a Lei nº 11.738/2008, que institui o Piso Nacional do Magistério, e a Lei nº 9.394/1996, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), assegurando o reconhecimento dos profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica.

Com a mudança, passam a ser considerados profissionais do magistério aqueles que exercem atividades de docência ou de suporte pedagógico na educação infantil, desde que possuam formação em magistério ou curso superior e tenham ingressado por concurso público.

A legislação também beneficia trabalhadores que, em diversos municípios, ainda ocupam cargos com nomenclaturas como educador infantil, agente de desenvolvimento infantil, monitor, recreador e outras denominações equivalentes. Na prática, esses profissionais passam a ter direito ao enquadramento na carreira do magistério, ao piso salarial nacional, aos planos de carreira e às demais garantias previstas em lei.

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Apesar da vigência da norma federal, a Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais do Estado de Mato Grosso (FESSPMEMT) alertou, durante a audiência pública realizada na Assembleia Legislativa, que diversos municípios mato-grossenses ainda resistem à adequação da legislação. Segundo a entidade, a demora na implementação tem provocado insegurança jurídica, divergências administrativas e prejuízos aos profissionais da educação infantil.

A expectativa de Wilson Santos é de que as medidas legislativas propostas acelerem a adequação dos municípios, assegurando o cumprimento da legislação federal e a valorização dos profissionais que atuam na educação infantil em Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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