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Thiago Silva reafirma compromisso com educação inclusiva e cobra melhorias no atendimento às crianças autistas e neurodivergentes

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O deputado estadual Thiago Silva (MDB) reuniu-se no último sábado (8), na sede da Associação Rondonopolitana de Pessoas com Transtorno Autista e Neurodivergências (ARPTA), para ouvir mães associadas, profissionais pedagogas, psicólogas e educadoras sobre a estrutura de atendimento às crianças autistas da rede de educação pública. Foi informado ao parlamentar a diminuição do número de professores de apoio pedagógico especializado, os chamados PAPE, em toda a rede estadual neste início de ano letivo. O deputado entrou em contato com a equipe da DRE de Rondonópolis e cobrará respostas por parte da Secretaria Estadual de Educação (Seduc).

Thiago esteve na sede da ARPTA para ouvir as principais demandas da entidade, reafirmando seu compromisso com a educação inclusiva nas escolas das redes municipal e estadual. Recebeu em mãos dois ofícios solicitando um veículo para o transporte das equipes de assistência social e coleta de doações, além de equipamentos para melhorar o atendimento administrativo da entidade e o auxílio no dia a dia do trabalho pedagógico. O deputado garantiu a viabilização de emendas parlamentares assim que finalizados os projetos com a descrição e o orçamento previsto para cada uma das destinações.

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Encaminhadas as demandas, Silva pediu que as mães presentes na reunião falassem abertamente e ouviu a principal reivindicação: faltam, segundo elas, professores auxiliares no trabalho de apoio dentro das salas de aula na rede estadual de ensino. Além disso, algumas mães que buscaram os profissionais existentes na rede tiveram seus pedidos negados, mesmo com a apresentação de laudos e demais documentos que comprovam a necessidade da criança na evolução do aprendizado.

Ao ouvir o relato, Thiago Silva, de imediato, entrou em contato com a Diretoria Regional de Educação. A ligação telefônica feita ali, ainda na reunião, possibilitou que as próprias mães e educadoras expusessem suas dores. E ali mesmo veio a primeira resposta. Conforme a DRE, nos próximos dias haverá a contratação de profissionais pedagogos para a rede estadual. Quanto aos laudos, a orientação da Seduc é que seja feita uma avaliação própria da diretoria quanto à necessidade do apoio em sala de aula, tendo como critério o aspecto cognitivo. Se a criança possui, por exemplo, deficiência na mobilidade, o apoio não compete ao pedagogo, mas, sim, a profissionais de outras especialidades.

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Sobre esta orientação da Seduc, Silva firmou compromisso em tentar, também nesta semana, uma reunião oficial com o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, para reportar os relatos e buscar soluções em defesa das mães de alunos com autismo e neurodivergências na rede estadual. O deputado sugeriu, ainda, a marcação de uma data para a realização de uma nova reunião ou mesmo audiência pública junto à ARPTA, desta vez com representantes da DRE e da Seduc.

Ao final da reunião, o deputado reforçou o compromisso com a educação especial e inclusiva, afirmando que cobrará do Poder Executivo mais ações e projetos para crianças autistas e neurodivergentes. O parlamentar também relembrou que, no mandato de vereador, foi autor de uma lei (8326/2015) para a inclusão, nas escolas municipais, de profissionais psicólogos e assistentes sociais nas unidades educacionais da rede municipal. “A lei está aí há dez anos, mas as gestões não a puseram em prática”, lembrou.

Fonte: ALMT – MT

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ALMT e TRE lançam campanha para combater desinformação nas eleições de 2026

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Em um período marcado pela rápida circulação de conteúdos nas redes sociais e aplicativos de mensagens, identificar informações falsas, manipuladas ou retiradas de contexto se tornou um dos desafios enfrentados pelos eleitores. Para ajudá-los a reconhecer esse tipo de conteúdo e verificar as informações antes de compartilhá-las, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) desenvolveram uma campanha de educação midiática e combate à desinformação para as eleições gerais de 2026.

A iniciativa integra Acordo de Cooperação Técnica firmado entre as duas instituições. O documento prevê ações educativas, informativas e de utilidade pública para o enfrentamento da desinformação, a orientação do eleitorado e a divulgação de informações sobre o processo eleitoral.

A campanha, lançada nesta semana, corresponde à segunda etapa do projeto Comunicação Cidadã – Eleições Gerais 2026 e reúne VT de 60 segundos, spots de rádio, anúncios para jornal e revista, banners, carrosséis e vídeos para redes sociais. Na primeira etapa, realizada em abril, o objetivo foi alertar os eleitores sobre o fim do prazo para emissão, transferência ou regularização do título de eleitor.

Construção da mensagem – Noemia Almeida, gerente de Marketing da ALMT, explica que a ação foi construída a partir de situações comuns no ambiente digital, como uma fala verdadeira retirada de contexto, uma imagem antiga apresentada como atual, um título exagerado ou um conteúdo manipulado por inteligência artificial.

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“A partir dessas situações, foi desenvolvido o conceito ‘A verdade recortada’, que busca mostrar como uma informação pode perder o sentido original quando apresentada de forma parcial”, conta.

Foto: GILBERTO LEITE/SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Segundo a gerente, um dos principais desafios foi transformar um tema complexo em uma comunicação simples e próxima da realidade das pessoas.

“A estratégia busca orientar sem responsabilizar ou acusar o cidadão, estimulando o pensamento crítico e a checagem das informações antes do compartilhamento”, acrescenta.

Do celular à urna – Entre os temas abordados nas peças estão pesquisas eleitorais, informações falsas sobre a urna e o local de votação, além de conteúdos antigos ou manipulados apresentados como atuais.

A inteligência artificial também ocupa espaço importante. Um dos materiais trata das deepfakes e de outras formas de manipulação digital capazes de reproduzir rostos e vozes com grande semelhança. Nesses casos, a orientação é desconfiar de conteúdos que provoquem reação imediata e verificar sua origem antes de compartilhar.

Para Daniel Dino, assessor de Comunicação Social do TRE-MT, “mais importante do que transformar o cidadão em especialista em tecnologia é estimular o hábito da checagem”. Segundo ele, a campanha orienta o público a observar quem produziu o conteúdo, verificar se há uma fonte identificada, procurar a mesma informação em veículos confiáveis e recorrer aos canais oficiais quando o assunto envolver a Justiça Eleitoral.

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Dino explica que a campanha também leva em conta a forma como a desinformação circula nas redes sociais e nos grupos de mensagens, onde conteúdos podem alcançar muitas pessoas rapidamente. Segundo ele, uma das abordagens adotadas é o chamado prebunking, que busca mostrar antecipadamente ao público algumas das técnicas usadas para produzir e disseminar desinformação.

Atuação conjunta – A presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, afirma que o combate à desinformação está diretamente relacionado à liberdade de escolha do eleitor. Para ela, o voto livre pressupõe que cada pessoa possa formar sua convicção com base em informações corretas e confiáveis.

“O combate à desinformação não é apenas uma questão de comunicação, mas também de proteção da própria democracia”, diz.

Na avaliação da presidente, a parceria amplia a capacidade de diálogo com a população ao unir a informação técnica da Justiça Eleitoral à estrutura de comunicação da Assembleia, que conta com televisão, rádio, redes sociais e outros canais de alcance estadual.

O secretário de Comunicação Social da ALMT, coronel Henrique Santos, destaca a importância da parceria institucional entre a Assembleia Legislativa e o TRE-MT no período eleitoral.

“Essa parceria que foi feita entre a Assembleia e o TRE é uma forma que o Parlamento encontra de fazer parte desse processo democrático de direito, que é a eleição”, frisa.

Fonte: ALMT – MT

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