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Observatório da Pesca da ALMT realiza reunião no dia 21 para tratar os efeitos da Lei do Transporte Zero

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Com base na Lei Estadual nº 12.197/2023, conhecida como “Transporte Zero”, que instituiu o Observatório da Pesca, o presidente da Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Recursos Minerais da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Eduardo Botelho (União), acatou a proposta do deputado Wilson Santos (PSD), membros titular da Comissão, para a realização de uma reunião ampliada com o objetivo de avaliar os efeitos da legislação, especialmente nas comunidades ribeirinhas. A definição ocorreu, nesta terça-feira (31), durante a primeira reunião da comissão com a nova composição.

Com a aprovação da presidência, já foi indicada a importância da participação de representantes do governo do estado, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), da Defensoria Pública, Federação dos Pescadores e Aquicultores de Mato Grosso, além dos representantes e associados de 22 colônias de pescadores existentes no estado. Essa será a oportunidade para discutir o cumprimento da legislação e os seus impactos sociais, ambientais e econômicos.

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Wilson Santos havia relatado que o encontro deveria ocorrer cerca de 60 dias antes do prazo legal de reavaliação das normas impostas pela lei, pois vai permitir uma análise prévia sobre a implementação das políticas públicas e seus reflexos nos municípios ribeirinhos. Diante disso, ficou definido pela comissão a realização da reunião para o dia 21 de maio, às 14h, no plenário das deliberações Renê Barbour da Casa de Leis.

Observatório da Pesca – O Observatório uma iniciativa atribuída pelas Leis nº 12.197/2023 e nº 12.434/2024 para o acompanhamento da execução de normas, a análise de dados técnicos, a proposição de medidas e a promoção do diálogo entre o poder público e a sociedade. Além disso, é determinado pelas legislações que após três anos de vigência, prazo que se encerra em 2026, será preciso uma avaliação técnica com base em indicadores como a recuperação dos estoques pesqueiros, melhorias ambientais, impacto econômico na cadeia produtiva, desenvolvimento do turismo de pesca e a efetividade das compensações financeiras destinadas aos trabalhadores do setor.

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Caso os resultados não sejam considerados satisfatórios, a lei poderá ser revista, ajustada ou até mesmo revogada. Além disso, as normas determinam a execução de ações estruturantes por parte do Estado, como o incentivo à piscicultura com espécies nativas, apoio à produção de alevinos, implantação de tanques e projetos de recuperação de matas ciliares, especialmente na bacia do Rio Cuiabá.

De acordo com Wilson Santos, levantamentos já realizados pelo Observatório da Pesca indicam que algumas medidas previstas ainda não foram plenamente implementadas, reforçando a necessidade de monitoramento contínuo e transparência na execução das políticas públicas. A expectativa é que a reunião ampliada contribua para uma análise técnica mais equilibrada, considerando tanto a preservação ambiental quanto a realidade socioeconômica das comunidades ribeirinhas de Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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CCJR aprova projetos voltados à saúde, inclusão social e desenvolvimento econômico

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A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) analisou, nesta terça-feira (7), 27 proposições que tratam de temas como saúde, inclusão social, educação, desenvolvimento econômico, proteção animal, tecnologia e reconhecimento de entidades de utilidade pública.

Entre os destaques da pauta esteve a aprovação do Projeto de Lei nº 1071/2025, que, por meio de substitutivo integral, altera a Lei nº 10.791, de 2018, ampliando as ações voltadas ao diagnóstico precoce, tratamento e apoio às famílias de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na rede pública estadual de saúde. A proposta fortalece a política pública de atendimento às pessoas com autismo e amplia o acesso aos serviços especializados.

Na área da saúde, a comissão também aprovou o Projeto de Lei nº 1828/2024, que institui o Programa Social de Nutrição para Pessoas com Síndrome de Down, com atuação preventiva na rede estadual de saúde. A iniciativa busca ampliar a assistência nutricional e contribuir para a promoção da qualidade de vida desse público.

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Outro projeto aprovado em redação final amplia o direito à presença de acompanhante para mulheres durante procedimentos realizados em estabelecimentos de saúde públicos e privados que envolvam sedação ou exposição corporal, reforçando as garantias de acolhimento e segurança às pacientes.

A pauta também contemplou propostas relacionadas à proteção animal, como a criação de passagens subterrâneas para pequenos animais na região entre o Parque das Águas e a Assembleia Legislativa e o monitoramento em creches e hotéis para animais de estimação, além de projetos voltados ao incentivo ao setor produtivo, ao reconhecimento de Rondonópolis como Polo Mato-grossense de Tecnologia e à declaração de utilidade pública de entidades que desenvolvem atividades de interesse social em diferentes municípios do estado.

O Projeto de Lei nº 10/2023, que trata de medidas de apoio às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em estabelecimentos comerciais, recebeu pedido de vista de um dos membros da comissão e registrou um voto divergente durante a discussão.

Já o Projeto de Lei nº 18/2025, que cria o Cartão Material Escolar destinado à aquisição de material escolar para estudantes da rede estadual de ensino, teve o parecer contrário do relator rejeitado pelos membros presentes, permitindo a continuidade de sua tramitação.

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Ao longo da reunião, foram retirados de pauta, para análise posterior pelos membros da comissão, o Projeto de Lei nº 1952/2025, que dispõe sobre a Política Estadual de Geologia e Recursos Minerais e institui o Sistema Estadual de Recursos Minerais, e o Projeto de Lei nº 782/2023, que estabelece sanções para pessoas envolvidas em brigas generalizadas relacionadas a eventos esportivos.

Fonte: ALMT – MT

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