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Deputado Thiago Silva cobra urgência na votação do Projeto que homenageia o Pastor Sebastião Rodrigues de Souza

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O deputado estadual Thiago Silva (MDB) cobrou urgência na votação do Projeto de Lei 717/2020, que denomina o Hospital Estadual Central como pastor Sebastião Rodrigues de Souza, que tem previsão de inauguração em agosto, em Cuiabá. A cobrança ocorreu durante a sessão plenária desta semana (3), na Assembleia Legislativa.

O projeto já foi aprovado em 1ª votação, na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), e estava na pauta para ser votado nesta última quarta, porém o deputado Wilson Santos (PSD), que já havia pedido vista na matéria, apresentou um Projeto Substitutivo Integral, encaminhando a proposta para análise da Comissão de Saúde da Assembleia.

Em sua fala na Sessão, o deputado Thiago reforçou sua cobrança para que o projeto possa ser colocado em pauta para votação com urgência. “Eu quero aqui dizer que a gente não entende o porquê da demora para a votação deste projeto que foi criado em 2020 para homenagear o pastor Sebastião Rodrigues de Souza, que tem um legado de vida na área de saúde, social e evangelística em todo Mato Grosso. Quero aqui conclamar todos os deputados cristãos para que votamos aprovar este projeto”, disse.

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O deputado reclamou da demora e cobrou urgência da segunda votação do projeto, e assim que for aprovado, será encaminhado para a sanção governamental. “É inadmissível um projeto demorar tanto para ser votado aqui na AL, ainda mais para prestar homenagem a alguém que dedicou a sua via a obra de Deus. A demora é injustificável”, afirmou Thiago.

O pastor Sebastião Rodrigues de Souza realizou durante sua vida ações sociais e na área de saúde por meio de atendimento às pessoas mais humildade através da Assembleia de Deus e da Sociedade Beneficente Evangélica, que atua até hoje em Mato Grosso. A expectativa é que a proposta seja novamente colocada em pauta para garantir o reconhecimento ao legado do pastor Sebastião.

Fonte: ALMT – MT

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Wilson Santos quer apoio aos municípios e rigor na aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026 da educação infantil

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Após promover audiência pública para debater a aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026, que reconhece os profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) apresentou, nesta quarta-feira (24), em sessão plenária, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 3/2026 com o objetivo de assegurar a efetivação dos direitos garantidos pela nova legislação em Mato Grosso.

A matéria proposta estabelece que os municípios deverão promover o devido enquadramento desses profissionais na carreira do magistério. Caso a legislação não seja cumprida, quando estiver em vigor, as contas anuais das prefeituras poderão ser reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). “Uma luta de décadas e temos que reconhecer todos os profissionais, independente da denominação, mas que atuam como professores na educação infantil, que deverão ser enquadrados como professores da rede municipal. O município que não o fizer, o Tribunal de Contas do Estado deverá reprovar as contas do prefeito. Essa será uma das penalidades com o descumprimento da lei quando estiver em vigor”, explicou o parlamentar.

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Além da PEC, o parlamentar apresentou ao Governo de Mato Grosso a Indicação nº 2.009/2026, propondo a criação do Programa Estadual de Apoio à Adequação dos Planos de Carreira da Educação Infantil. A iniciativa pretende oferecer suporte técnico aos municípios para a implementação da legislação federal, por meio de orientações, modelos normativos, capacitações e acompanhamento institucional, garantindo segurança jurídica e uniformidade na aplicação da norma.

Legislação – A Lei Federal nº 15.326/2026 alterou a Lei nº 11.738/2008, que institui o Piso Nacional do Magistério, e a Lei nº 9.394/1996, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), assegurando o reconhecimento dos profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica.

Com a mudança, passam a ser considerados profissionais do magistério aqueles que exercem atividades de docência ou de suporte pedagógico na educação infantil, desde que possuam formação em magistério ou curso superior e tenham ingressado por concurso público.

A legislação também beneficia trabalhadores que, em diversos municípios, ainda ocupam cargos com nomenclaturas como educador infantil, agente de desenvolvimento infantil, monitor, recreador e outras denominações equivalentes. Na prática, esses profissionais passam a ter direito ao enquadramento na carreira do magistério, ao piso salarial nacional, aos planos de carreira e às demais garantias previstas em lei.

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Apesar da vigência da norma federal, a Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais do Estado de Mato Grosso (FESSPMEMT) alertou, durante a audiência pública realizada na Assembleia Legislativa, que diversos municípios mato-grossenses ainda resistem à adequação da legislação. Segundo a entidade, a demora na implementação tem provocado insegurança jurídica, divergências administrativas e prejuízos aos profissionais da educação infantil.

A expectativa de Wilson Santos é de que as medidas legislativas propostas acelerem a adequação dos municípios, assegurando o cumprimento da legislação federal e a valorização dos profissionais que atuam na educação infantil em Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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