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Deputado Thiago Silva cobra urgência na votação do Projeto que homenageia o Pastor Sebastião Rodrigues de Souza

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O deputado estadual Thiago Silva (MDB) cobrou urgência na votação do Projeto de Lei 717/2020, que denomina o Hospital Estadual Central como pastor Sebastião Rodrigues de Souza, que tem previsão de inauguração em agosto, em Cuiabá. A cobrança ocorreu durante a sessão plenária desta semana (3), na Assembleia Legislativa.

O projeto já foi aprovado em 1ª votação, na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), e estava na pauta para ser votado nesta última quarta, porém o deputado Wilson Santos (PSD), que já havia pedido vista na matéria, apresentou um Projeto Substitutivo Integral, encaminhando a proposta para análise da Comissão de Saúde da Assembleia.

Em sua fala na Sessão, o deputado Thiago reforçou sua cobrança para que o projeto possa ser colocado em pauta para votação com urgência. “Eu quero aqui dizer que a gente não entende o porquê da demora para a votação deste projeto que foi criado em 2020 para homenagear o pastor Sebastião Rodrigues de Souza, que tem um legado de vida na área de saúde, social e evangelística em todo Mato Grosso. Quero aqui conclamar todos os deputados cristãos para que votamos aprovar este projeto”, disse.

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O deputado reclamou da demora e cobrou urgência da segunda votação do projeto, e assim que for aprovado, será encaminhado para a sanção governamental. “É inadmissível um projeto demorar tanto para ser votado aqui na AL, ainda mais para prestar homenagem a alguém que dedicou a sua via a obra de Deus. A demora é injustificável”, afirmou Thiago.

O pastor Sebastião Rodrigues de Souza realizou durante sua vida ações sociais e na área de saúde por meio de atendimento às pessoas mais humildade através da Assembleia de Deus e da Sociedade Beneficente Evangélica, que atua até hoje em Mato Grosso. A expectativa é que a proposta seja novamente colocada em pauta para garantir o reconhecimento ao legado do pastor Sebastião.

Fonte: ALMT – MT

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CPI da Saúde aprofunda apuração sobre pagamentos indenizatórios e prevê novas oitivas

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) deu continuidade, nesta quarta-feira (14), à apuração de procedimentos administrativos e pagamentos realizados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT). A reunião ouviu o ex-secretário Gilberto Figueiredo, que respondeu aos questionamentos dos parlamentares sobre pagamentos indenizatórios, reconhecimento de dívidas e recomendações dos órgãos de controle. O atual secretário, Juliano Silva Melo, não compareceu à oitiva.

Entre os principais pontos debatidos estiveram os valores pagos por indenização, a continuidade desse tipo de despesa após a fase mais crítica da pandemia de Covid-19 e os procedimentos adotados pela Secretaria diante das orientações da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e da Controladoria-Geral do Estado (CGE).

Após a reunião, o deputado Wilson Santos afirmou que as respostas do ex-secretário reforçaram a necessidade de esclarecer os pagamentos indenizatórios, que, segundo ele, ultrapassaram R$ 1,1 bilhão. O parlamentar também questionou o crescimento dessas despesas no período posterior à fase mais crítica da pandemia e citou pagamentos superiores a R$ 140 milhões ao Hospital Israelita Albert Einstein, sobre os quais considera necessário obter explicações.

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Em entrevista, Gilberto Figueiredo defendeu os procedimentos adotados durante sua gestão. Segundo ele, pagamentos indenizatórios já eram utilizados na administração estadual e, na área da Saúde, podem ocorrer em situações nas quais a aquisição de um medicamento ou serviço é necessária para garantir o atendimento de pacientes. O ex-secretário também afirmou que suas decisões consideravam as necessidades da assistência pública e que não manteve acordos ilícitos com empresas.

Foto: Helder Faria

A oitiva também abordou o cumprimento das recomendações dos órgãos de controle e a responsabilidade pelas decisões administrativas. Figueiredo declarou que, em determinadas situações, considerou necessário ponderar as orientações recebidas diante das necessidades dos pacientes. Já Wilson Santos avaliou que persistem dúvidas sobre os procedimentos e os valores envolvidos, que deverão ser considerados no andamento da investigação.

Comissão prevê novos encaminhamentos – A ausência do atual secretário de Saúde também esteve entre os assuntos tratados após a reunião. Wilson Santos informou que seria encaminhado pedido ao desembargador Marcos Machado para buscar a determinação judicial do comparecimento de Juliano Silva Melo, após sucessivos adiamentos. O deputado afirmou ainda que a CPI pretende ouvir outros agentes públicos, conforme a avaliação dos depoimentos e documentos reunidos.

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A comissão segue com a análise dos procedimentos investigados e a programação de novas oitivas. O prazo de funcionamento foi prorrogado, com previsão de encerramento dos trabalhos em janeiro de 2027.

Participaram da reunião os deputados Chico Guarnieri (PRD), vice-presidente da CPI; Beto Dois a Um (União), relator; e Dilmar Dal Bosco (União), membro titular.

Fonte: ALMT – MT

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