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Deputado Juca do Guaraná articula investimentos para reforma e conclusão de obras na Escola Tancredo Neves, em Cuiabá

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A Escola Estadual Tancredo de Almeida Neves, localizada no bairro Jardim Leblon, em Cuiabá, será beneficiada com investimentos da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) para reforma dos banheiros e conclusão da quadra poliesportiva. O repasse de R$ 114 mil e o compromisso para finalização da obra foram viabilizados com apoio do deputado estadual Juca do Guaraná (MDB), por meio de articulação junto ao Governo do Estado.

O anúncio foi feito durante uma reunião na noite de quarta-feira (9), com a presença do secretário de Educação, Alan Porto, do deputado e de membros da comunidade escolar.

“Quero agradecer ao deputado Juca que fez esse pedido. O governador pediu para atender e nós atendemos. Vamos repassar os recursos direto para a conta da escola via recurso complementar. Com isso, a própria escola poderá finalizar a reforma dos banheiros e garantir mais conforto para alunos e profissionais”, afirmou o secretário de

Sobre a obra da quadra poliesportiva, o secretário Alan Porto explicou que a estrutura de concreto já está concluída e que, com a nova ata de registro de preços da Seduc, será possível retomar os serviços remanescentes, incluindo telhado, piso, iluminação e pintura. “Com a nova licitação, que foi dividida em dois lotes, um para mão de obra e outro para materiais, vamos autorizar a execução completa da quadra”, afirmou o gestor.

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A Escola Estadual Tancredo de Almeida Neves – Tem 46 anos de história e atende cerca de 400 alunos do Ensino Fundamental e Médio, em período diurno e noturno.

Ex-aluno da unidade, o deputado Juca do Guaraná ressaltou a relevância do investimento na melhoria da unidade. “Tenho um vínculo especial com essa escola, que fez parte da minha trajetória e formação pessoal. Investir na infraestrutura da unidade é garantir um ambiente mais seguro, digno e adequado para o aprendizado. É imprescindível que todas as escolas do estado ofereçam as melhores condições aos seus alunos”, afirmou o parlamentar.

Fonte: ALMT – MT

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Comissão da ALMT retira de pauta projeto que revoga reserva extrativista na Região Norte

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A Comissão de Revisão Territorial dos Municípios e das Cidades da Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou nesta terça-feira (19) a primeira reunião ordinária de 2026. De quatro matérias aptas à discussão e votação, os deputados retiraram de pauta o Projeto de Decreto Legislativo 11/2025, de autoria do deputado Gilberto Cattani (PL).

Essa proposta, susta os efeitos do Decreto nº. 9.521, de 19 de junho de 1996, do Governo do Estado que cria a área da Reserva Extrativista Guariba Roosevelt, localizada nos municípios de Aripuanã e Colniza, totalizando aproximadamente 164 hectares.

O deputado Ondanir Bortolini, Nininho (Republicanos), que é presidente da comissão, defendeu a revisão de medidas ambientais que, segundo ele, têm prejudicado produtores rurais que ocuparam áreas da região amazônica de boa-fé há décadas. Nininho afirmou que muitas famílias enfrentaram dificuldades históricas, como isolamento, doenças e falta de infraestrutura, para desenvolver a produção rural.

Nininho criticou ainda a criação de reservas e parques sem a devida regularização fundiária e indenização aos moradores, alegando que produtores acabam impedidos de trabalhar e responsabilizados até mesmo por incêndios em áreas protegidas. Ele afirmou também que é necessário conciliar a preservação ambiental com justiça social, garantindo segurança jurídica às famílias que vivem e produzem nessas regiões.

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Já o deputado Júlio Campos (União) fez um apelo à Comissão de Revisão Territorial para uma análise com “muito carinho”. Segundo ele, a proposta busca revogar os efeitos do Decreto nº 952/2016, assinado pelo então governador Pedro Taques, que criou a Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, no município de Colniza, abrangendo uma área de aproximadamente 164 mil hectares.

Durante a defesa do projeto, Júlio Campos relembrou que a região foi destinada à colonização entre os anos de 1983 e 1986, quando governou Mato Grosso, dentro de uma política federal de ocupação da Amazônia Legal. Segundo ele, mais de 200 famílias foram assentadas na área e permanecem produzindo café, cacau e gado há cerca de 40 anos.

O parlamentar afirmou que muitos produtores enfrentaram dificuldades como malária, isolamento e perdas familiares para permanecer na região e criticou a criação da reserva sobre áreas já ocupadas. “Ninguém quer acabar com a reserva, mas não podemos acabar com os produtores rurais”, declarou, defendendo que a unidade de conservação seja rediscutida em áreas devolutas e sem ocupação produtiva.

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Fonte: ALMT – MT

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