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Curso de Qualificação Política Eleitoral para Mulheres reúne 135 participantes na ALMT

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A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) realizou, nesta segunda-feira (2), a abertura do Curso de Qualificação Política Eleitoral para Mulheres, que reuniu 135 participantes interessadas em ampliar conhecimentos sobre cidadania, representatividade, legislação eleitoral e participação política. A iniciativa é promovida pela Escola do Legislativo, Procuradoria Especial da Mulher e Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP).

A programação foi aberta com palestra das advogadas Rayssa Castilho, Isabelle Epifânio e Ana Carolina Alencar, profissionais com atuação nas áreas jurídica, política e eleitoral. Ao longo da formação, as participantes terão acesso a conteúdos relacionados à legislação eleitoral, comunicação política, marketing digital, planejamento de campanha, construção da imagem pública, enfrentamento à violência política de gênero e demais temas voltados à participação das mulheres na política.

A secretária da Escola do Legislativo, Marcela Vieira Castro, destacou que a formação integra o compromisso da instituição de ampliar o acesso ao conhecimento e promover capacitação com resultados práticos para as participantes.

“Estamos buscando não apenas informar, mas capacitar de verdade. Queremos entregar conhecimento que gere resultados e contribua para que mais mulheres assumam protagonismo nos espaços de decisão. Tenho certeza de que quem participar dessa formação crescerá não apenas em conhecimento sobre política, mas também em confiança para exercer seu papel na sociedade”, afirmou.

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Segundo Marcela, a proposta também é aproximar o conhecimento político da população por meio de uma linguagem acessível e de ferramentas que fortaleçam o processo de aprendizagem.

Foto: Hideraldo Costa/ALMT

“A proposta é trabalhar a política em uma linguagem simples e acessível, aproximando esse conhecimento das mulheres mato-grossenses. Também estamos construindo novos espaços de interação, como fóruns de perguntas e aulas ao vivo, fortalecendo o papel da Escola do Legislativo como instituição de formação e cidadania”, ressaltou.

A subprocuradora especial da Mulher, Francielle Brustolin, destacou que a qualificação política é uma ferramenta importante para fortalecer a democracia e incentivar a participação das mulheres na construção das políticas públicas.

“Quando qualificamos mulheres para compreenderem o processo político e eleitoral, estamos fortalecendo a democracia. É importante que elas conheçam seus direitos, entendam como funcionam os espaços de poder e se sintam preparadas para participar das decisões que impactam a sociedade”, afirmou.

A advogada Ana Carolina, uma das palestrantes do curso, ressaltou que a formação política é essencial para preparar mulheres interessadas em disputar cargos eletivos e contribuir com as decisões que impactam seus municípios, estados e o país.

Segundo ela, o processo eleitoral é construído ao longo do tempo e exige planejamento, conhecimento e acompanhamento das normas estabelecidas pela Justiça Eleitoral.

“Precisamos qualificar, motivar e conscientizar as mulheres sobre a importância da sua participação nas decisões políticas do estado e do país”, destacou.

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Durante a palestra, a especialista orientou as participantes sobre a necessidade de observar os prazos previstos no calendário eleitoral, desde a filiação partidária até as convenções, a propaganda eleitoral e demais exigências legais para o desenvolvimento de uma candidatura.

Ana Carolina também chamou a atenção para a importância da prestação de contas, etapa que, segundo ela, costuma ser negligenciada após o período eleitoral.

“Muitas candidatas se preocupam com a pré-campanha e com a campanha, mas acabam esquecendo a prestação de contas. A falta de prestação de contas ou a apresentação de contas irregulares pode trazer prejuízos para futuras candidaturas. Por isso, é fundamental ter atenção jurídica em cada etapa do processo”, ressaltou.

Ao abordar a representatividade feminina, a advogada destacou que as mulheres representam a maioria do eleitorado brasileiro, mas ainda ocupam uma parcela reduzida dos cargos eletivos e dos espaços de decisão política.

“Não basta termos mulheres votando. Precisamos ter mulheres decidindo. É importante compreender que esse também é o nosso lugar e que a nossa participação faz diferença”, afirmou.

O Curso de Qualificação Política Eleitoral para Mulheres integra as ações desenvolvidas pela Assembleia Legislativa para incentivar a participação social, fortalecer a cidadania e ampliar a representatividade feminina nos espaços de poder, contribuindo para uma democracia mais plural e inclusiva.

Fonte: ALMT – MT

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Estudantes da Unemat se preparam para a 2ª edição do Troféu Parlamento

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A Secretaria de Comunicação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (Secom/ALMT) visitou, na última sexta-feira (18), o curso de Jornalismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), em Tangará da Serra, para incentivar a participação dos estudantes na 2ª edição do Prêmio ALMT de Jornalismo – Troféu Parlamento. A apresentação do prêmio ocorreu durante a comemoração dos 20 anos do curso de Jornalismo da Unemat e reforçou a aproximação entre os jovens e o Parlamento estadual.

Com o tema “Onde a lei nasce, a cidadania cresce”, a premiação recebe inscrições até o dia 9 de novembro. O regulamento está disponível no portal da ALMT, em www.al.mt.gov.br.

Os estudantes também têm espaço na premiação, que incentiva futuros profissionais a transformar os conhecimentos adquiridos em sala de aula em trabalhos de interesse da sociedade. A categoria Universitário valoriza produções que ajudam a explicar, de forma clara, como funciona o Poder Legislativo e de que maneira suas ações e decisões repercutem no dia a dia da população mato-grossense. Além de reconhecer trabalhos acadêmicos, a iniciativa aproxima os jovens de temas de interesse público e estimula o desenvolvimento de uma comunicação mais conectada à realidade dos cidadãos.

A professora Eveline Baptistella destacou que o Troféu Parlamento tem mobilizado os estudantes e incentivado a produção jornalística dentro da universidade. Segundo ela, o prêmio estimula os alunos a produzirem conteúdos de qualidade e a dar os primeiros passos na carreira.

Foto: Hideraldo Costa/ALMT

“O prêmio virou um grande combustível para os estudantes. Eles já esperam o lançamento e começam a preparar seus materiais pensando na oportunidade de participar. É muito importante incentivar a produção jornalística ainda na academia e mostrar aos alunos que seus trabalhos podem ser avaliados e reconhecidos”, pontou.

A professora ressaltou ainda que a participação no concurso pode ampliar os conhecimentos dos estudantes e aproximá-los, desde o início da graduação, da prática profissional do jornalismo. Também destacou a importância de todos participarem, inclusive aqueles que ainda não se sentem preparados para concorrer.

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“Meu recado é: confie no seu talento, leia o regulamento e produza o seu material. Todo mundo tem uma habilidade e uma qualidade. Se a gente não tenta, não ganha. Participar também é uma forma de construir um portfólio e conquistar um diferencial na carreira”, disse Eveline.

O professor do curso de Jornalismo Lawremberg Advincula destacou a importância de iniciativas que aproximam os estudantes do mercado de trabalho e valorizam a produção acadêmica. Para ele, a participação de universitários em premiações jornalísticas ajuda os futuros profissionais a perceber que as oportunidades de atuação estão mais próximas do que imaginam.

“A gente sabe da importância desses prêmios para a categoria profissional. E, quando existe uma oportunidade de abrir espaço para os estudantes, além do estímulo, existe também a possibilidade de muitos deles perceberem que o mercado profissional não está tão distante. Acho que o que a Assembleia Legislativa está fazendo, além de ser algo inédito, é também algo histórico para a categoria profissional e, mais especificamente, para os cursos de Jornalismo”, destacou.

Lawremberg destacou ainda que a premiação da primeira edição pode incentivar outros estudantes da Unemat a participar do concurso. “Ter participado da primeira edição e conquistado o prêmio certamente inspira outros alunos. Estamos trabalhando isso em sala de aula porque esses concursos são uma oportunidade de aperfeiçoar o que aprendemos na universidade e buscar novos parâmetros. Por isso, a participação se tornou uma prioridade para o nosso curso.”

Mesmo sendo caloura no curso, Eduarda Kappes reconhece que o Troféu Parlamento é uma oportunidade de exercitar técnicas de apuração, produção e narrativa. “Para mim, como estudante do 1º semestre de Jornalismo da Unemat, em Tangará da Serra, participar do concurso é uma oportunidade importante para conhecer melhor a profissão e colocar em prática o que aprendemos em sala de aula. Já estou estudando um tema para desenvolver”, disse.

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Vencedores da 1ª edição – Guilherme Costa e Anderson Dias, estudantes do quinto semestre de Jornalismo, destacaram a importância da experiência e afirmaram que participarão novamente do concurso. Eles conquistaram o terceiro lugar na categoria Universitário da primeira edição, com a reportagem “O apoio da ALMT ao curso de Jornalismo da Unemat”.

“Foi uma experiência extremamente diferente. A gente sentia falta de eventos práticos, em que pudéssemos desenvolver um trabalho. Tivemos a oportunidade de falar sobre as emendas parlamentares que a Unemat recebeu e, além de divulgar o curso de jornalismo, ainda fomos premiados por isso”, afirmaram.

Foto: Hideraldo Costa/ALMT

Para a próxima edição, os estudantes preferem manter em sigilo o tema que estão preparando. “A gente não vai contar, até para não dar ruim, mas estamos trabalhando e nos empenhando bastante para trazer um resultado bem legal para o nosso trabalho e para a Unemat”, disseram.

A premiação também ajudou os estudantes a adquirir equipamentos que têm ajudado na realização de novos trabalhos acadêmicos. Guilherme Costa, por exemplo, utilizou parte do valor para comprar um ring light com tripé, equipamento que tem usado na produção de conteúdo para as redes sociais da faculdade. “Eu queria ter comprado também um microfone, mas preferi usar parte do dinheiro para pagar algumas contas e quitar algumas dívidas”, explicou.

Já Anderson Dias utilizou a maior parte do prêmio para organizar as contas e, com o valor restante, comprou um celular que passou a ser uma ferramenta para suas produções. “A maior parte do dinheiro foi para pagar as contas, porque nem todo mundo tem uma realidade financeira tranquila. Com o que sobrou, comprei algumas coisas que poderiam me ajudar a fazer mais trabalhos. Com o novo celular, por exemplo, consegui realizar mais filmagens”, contou Anderson.

Fonte: ALMT – MT

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